Por: Marcos Aurélio
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Porto do velho, revolução da mente.
Depois de uma semana inteira de atividades culturais, é necessário alguns dias de reflexão para gerir a quantidade de informações, conceitos, idéias, e pensamentos transmitidos por todos os convidados que estiveram presentes durante a 8° Edição do FestCine Amazônia, festival latino americano de cinema e vídeo ambiental. A aceitação do público em geral foi além do que imaginava e poderiam esperar, todas as salas do Teatro Banzeiro estavam lotadas, onde aconteciam oficinas de qualificação gratuitamente para todos que tivessem interesse e quisessem participar de alguma forma.
Vale a pena lembrar, que todas as ações que tive oportunidade de presenciar, foram envolvidas direta ou indiretamente com questões ambientais e sustentáveis, deixando bem claro ao publico, a real situação em que nossa Amazônia vive hoje, e principalmente fazendo lembrar que existem sim, movimentos engajados na valorização dos povos da floresta.
Para os amantes da sétima arte que tiveram a oportunidade de prestigiar e acompanhar de perto o festival tiveram a sensação de que Porto Velho caminha a passos largos, e que o momento delicado que o Brasil vive hoje, em todos os aspectos sócio-culturais, é fruto de nossa mobilização, seja ela sociedade civil, instituições filantrópicas, produtores culturais, ou qual quer pessoa que acredite na transformação do mundo, através da implantação de “novos” conceitos e costumes através da arte.




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