Do Amor. Novos Brasileiros. por thaís mallon
May 31, 2011 - No comments yetFiled under: Acontece, Audiovisual Tagged: do amor, fotos, thaís mallon
Cores
May 31, 2011 - No comments yetJá foram alguns rascunhos desde a primeira tentativa, então, pra não me cobrar demais, vou escrever como se fosse só mais um rascunho.

Há alguns meses, eu ouvi o som das Electrodomesticks. Eu já tinha um blog, então, imediatamente, me deu vontade de escrever sobre. Então eu comecei a escrever, e, à medida que as palavras iam se juntando na tela, eu ia apagando. Mais de 30 plays depois no Myspace, e de repente, me batia uma vontade de desistir. Não parecia haver palavras certas, ou então elas nao pareciam gostar de mim naquele momento.
Um adendo: Charles Bukowski disse uma vez que ninguém é ou se torna um escritor; você só PENSA que é um. E, como cada pessoa tem um processo diferente, o que me mantém nos trilhos das palavras é o fato de que eu encontro dificuldade com elas às vezes. Se as palavras fossem fáceis, se a nossa luta não fosse ferrenha, não vejo como eu conseguiria tirar delas aquilo que procuro, que é seu sangue e o meu, suas marcas em meu corpo, seus dentes cravados em minhas costas, enquanto eu, deitado, olho para o alto e digo: “lá chegamos, meu amor”.

E o objetivo não é tanto o de alcançar um ponto final. Esse é o problema do nosso idioma: nossos pontos finais deviam dar lugar a vírgulas, todas as letras deviam ser minúsculas. Devíamos começar nossas frases com dois-pontos.
:enquanto escrevo, ouço mais algumas vezes as músicas delas, que parecem poucas pra quem evita o replay, mas o caso é de continuar, e adicionar, a cada vez, mais 10 ou 15 plays (if you dream too much), porque é viciante, na forma mais abusiva da palavra, e faz querer procurar nos escritores palavras capazes de arranhar a superfície quase material do som, o ar, tão improvável quanto as leis da física, o impossível tornado real, a sensação de estar no caminho certo, de ter pego a curva certa quilômetros atrás,
:mais dois-pontos, let’s do it, abrir espaço em nossos bolsos para essas 4 jóias telepáticas (Ginsberg) que o garimpo fácil da internet nos permite encontrar, e é tão fácil encontrar quanto conhecer, e conhecer significa dar chance ao acaso para enlouquecer de uma forma que, para cada um, é irresistível (Vonnegut),
:sim, eu permito, permito, permito ser invadido e colonizado desse jeito, e permito também o troco, a incerteza de não saber apontar qual jóia eu ofereceria a um estranho, a condição anti-anatômica de não ter dedos para decidir “esta” ou “esta”, porque um dia a resposta foi fácil (Tonight), mas agora deixou de ser, e isso é fantástico, porque já não posso transformar um caminho em uma palavra, nao existe solução fácil, números, notas, classificação final,
:me perdoem, mas quem quiser isso, vai ter que flertar com o desconhecido, e abrir espaço, deixar-se pintar com as cores delas, como eu deixei que me pintassem, e o mais importante, minhas palavras, essas que eu ofereço, meu pouco e meu tudo, minha verdade,
Garotas, obrigado pelas cores. Funcionaram melhor em mim que nas palavras. Algum dia eu vou escrever com som, como vocês fazem, porque pro meu objetivo, this is not working out.
Então vão lá e escutem. É melhor do que ficar lendo isto.
Filed under: Opinião Tagged: electrodomesticks
A arte da ferraria do rock n’ roll – resenha do festival Martelada por Pedro Branco
May 30, 2011 - No comments yetSe algum dia alguém escrever sobre a minha vida, quero que digam, em algum ponto, que tudo o que foi bonito também doeu.
Ainda não entendo a forma como damos sentido às coisas, mas para cada conjunto de eventos, gostamos de pensar em ciclos, que se abrem, que se fecham. Ciclos de anos, dias, horas. Assim, buscamos dar sentido aos acontecimentos. Estes dois dias passados se desdobraram diante dos meus olhos, pernas, boca e órgãos vitais, e formaram um ciclo, que começou e acabou. E não tenho certeza se é da natureza humana procurar nas coisas um sentido maior, mas deve ser o que eu estou fazendo.
Eu cheguei naquela casa, que tem abrigado nossos sonhos feitos matéria há algum tempo, depois de ser descolado de um universo de 90 mil pessoas. Meu coração já batia mais rápido, e eu sabia que as próximas horas seriam muito boas. À medida que o tempo foi passando, as pessoas lá chegavam, sem parar, vindas de outros lugares, carregando seus sonhos feitos matéria.
E começou.
Era rock n’ roll de salto alto perto do palco. O primeiro dia explodiu com cada banda que subia. Eles deitavam sobre nós suas vozes, a vibração de suas cordas e pequenas lascas de suas baquetas. E houve o ponto em que eu me vi no topo da montanha, olhando para baixo, como que voando, observando de longe o monumento que edificávamos à medida em que o tempo passava. A galera do Gallo Azhuu foi meu ponto de ebulição, o momento em que, no meio da jornada daquela noite, que já tinha me presenteado com as grandíssimas Johnny Flirt e Vitrine, eu derreti completamente, sendo desmaterializado, me tornando devaneio puro. Com Catorze, deslizei mais para perto do final, naquelas músicas já conhecidas (coisa engraçada essa de conhecer as músicas de alguém sem saber precisar pontos, sem ter uma noção certa de quando aquilo começou). E embora não tenha conseguido o final que esperava com Johnny Suxxx & the Fucking Boys, aquela noite terminou, e, como devia ser, não consegui adormecer facilmente depois do longo caminho até minha casa.
De repente acordo, momentos antes da minha chegada no Cult 22. A chegada ao lugar é a hora em que algo acontece comigo, que borra minha visão. Um acordar kafkaesco. Um profundo estranhamento, um passeio pela fina borda entre realidade e meus conflitos. As pessoas são de plástico, esperando ganhar vida lá dentro, à medida que eu as olho. Os drinks e a cerveja nunca são fortes o suficiente, e parece que eu tenho que esperar ganhar de volta algo que dê valor à realidade. Senão eu estaria aprisionado pra sempre, eu acho.
E a segunda noite estava começando, e, simultaneamente, estava caminhando em direção ao seu final.
E a grande felicidade de se surpreender com uma banda, daquelas que você ouve em casa e diz “boa”, mas quando ganha corpo no palco você se pergunta “o quê?” ou qualquer arranjo igualmente débil de palavras que, colocadas juntas, te fazem parecer um idiota porque você DEFINITIVAMENTE não estava preparado para aquilo. Triturados pelo Coração foi um chute direto na porta, e fizeram valer os minutos que se esvaíam daquele nosso sonho.
Ultravespa não me deixou tão feliz quanto eu esperava, porque gostei instantaneamente do som deles quando ouvi pela primeira vez, mas a porrada não foi tão forte ali, naquele lugar, naquela hora. A Cassino Supernova apresentou seu espetáculo, e foi exatamente naquele momento que eu percebi os rostos dessa nova música, dessa nova onda que me engole de uma vez, passados quase um ano do momento que eu escolhi (?) tomar esse caminho de novas ruas. Rostos no escuro, as luzes pulsando no plano de fundo, dando brilho às gotas de suor que se acumulavam nas suas testas, nucas, e até no meu corpo, ao qual julgo ter dado pouca atenção durante todo aquele tempo.
E os amigos da Lady Lanne, que uma vez me abrigaram em sua casa, em sua cidade, em sua própria fatia de realidade, agora estavam ali, um reencontro, um breve olá, uma marreta pronta a cair sobre nossas cabeças.
E caiu.
Perguntei as horas. Estava perto. Aquilo ia acabar, e já começava a perceber pensamentos do cotidiano contaminando minha cabeça. Mas faltava o último grande show.
Electrodomesticks.
Há uma semana, eu fui num show delas e fui surpreendido por uma enorme quantidade de novas músicas. E ontem, nos últimos minutos do Martelada, elas voltaram. Entre as antigas (que eu não sei cantar, mas sei GRITAR!), ondas de ansiedade quebravam e me levavam de um lado pra outro, entre a tentativa de conhecer e ganhar intimidade com aquelas novas jóias, e a espera, que, agora, parece eterna, pelas novas gravações.
E foi isso aí.
Encerrou-se aquele round dessa luta, dessa guerra, da nossa guerra contra e a favor da nossa época. Estamos em 2011, e o peso de uma data no canto de uma carta é o que nos deixa admitir que o tempo está passando. Somos os gladiadores da nossa época, viajando, pulando de arena em arena, procurando nas feras que nos encaram não só a sobrevivência, mas o espetáculo, um prazer fugaz, como a rápida passagem do sol pelo céu do dia. Mas que vale mais que nada neste mundo.
Afinal, estou errado?
Filed under: Acontece, MARTELADA
A arte da ferraria do rock n’ roll
May 30, 2011 - No comments yetSe algum dia alguém escrever sobre a minha vida, quero que digam, em algum ponto, que tudo o que foi bonito também doeu.
Ainda não entendo a forma como damos sentido às coisas, mas para cada conjunto de eventos, gostamos de pensar em ciclos, que se abrem, que se fecham. Ciclos de anos, dias, horas. Assim, buscamos dar sentido aos acontecimentos. Estes dois dias passados se desdobraram diante dos meus olhos, pernas, boca e órgãos vitais, e formaram um ciclo, que começou e acabou. E não tenho certeza se é da natureza humana procurar nas coisas um sentido maior, mas deve ser o que eu estou fazendo.
Eu cheguei naquela casa, que tem abrigado nossos sonhos feitos matéria há algum tempo, depois de ser descolado de um universo de 90 mil pessoas. Meu coração já batia mais rápido, e eu sabia que as próximas horas seriam muito boas. À medida que o tempo foi passando, as pessoas lá chegavam, sem parar, vindas de outros lugares, carregando seus sonhos feitos matéria.
E começou.
Era rock n’ roll de salto alto perto do palco. O primeiro dia explodiu com cada banda que subia. Eles deitavam sobre nós suas vozes, a vibração de suas cordas e pequenas lascas de suas baquetas. E houve o ponto em que eu me vi no topo da montanha, olhando para baixo, como que voando, observando de longe o monumento que edificávamos à medida em que o tempo passava. A galera do Gallo Azhuu foi meu ponto de ebulição, o momento em que, no meio da jornada daquela noite, que já tinha me presenteado com as grandíssimas Johnny Flirt e Vitrine, eu derreti completamente, sendo desmaterializado, me tornando devaneio puro. Com Catorze, deslizei mais para perto do final, naquelas músicas já conhecidas (coisa engraçada essa de conhecer as músicas de alguém sem saber precisar pontos, sem ter uma noção certa de quando aquilo começou). E embora não tenha conseguido o final que esperava com Johnny Suxxx & the Fucking Boys, aquela noite terminou, e, como devia ser, não consegui adormecer facilmente depois do longo caminho até minha casa.
De repente acordo, momentos antes da minha chegada no Cult 22. A chegada ao lugar é a hora em que algo acontece comigo, que borra minha visão. Um acordar kafkaesco. Um profundo estranhamento, um passeio pela fina borda entre realidade e meus conflitos. As pessoas são de plástico, esperando ganhar vida lá dentro, à medida que eu as olho. Os drinks e a cerveja nunca são fortes o suficiente, e parece que eu tenho que esperar ganhar de volta algo que dê valor à realidade. Senão eu estaria aprisionado pra sempre, eu acho.
E a segunda noite estava começando, e, simultaneamente, estava caminhando em direção ao seu final.
E a grande felicidade de se surpreender com uma banda, daquelas que você ouve em casa e diz “boa”, mas quando ganha corpo no palco você se pergunta “o quê?” ou qualquer arranjo igualmente débil de palavras que, colocadas juntas, te fazem parecer um idiota porque você DEFINITIVAMENTE não estava preparado para aquilo. Triturados pelo Coração foi um chute direto na porta, e fizeram valer os minutos que se esvaíam daquele nosso sonho.
Ultravespa não me deixou tão feliz quanto eu esperava, porque gostei instantaneamente do som deles quando ouvi pela primeira vez, mas a porrada não foi tão forte ali, naquele lugar, naquela hora. A Cassino Supernova apresentou seu espetáculo, e foi exatamente naquele momento que eu percebi os rostos dessa nova música, dessa nova onda que me engole de uma vez, passados quase um ano do momento que eu escolhi (?) tomar esse caminho de novas ruas. Rostos no escuro, as luzes pulsando no plano de fundo, dando brilho às gotas de suor que se acumulavam nas suas testas, nucas, e até no meu corpo, ao qual julgo ter dado pouca atenção durante todo aquele tempo.
E os amigos da Lady Lanne, que uma vez me abrigaram em sua casa, em sua cidade, em sua própria fatia de realidade, agora estavam ali, um reencontro, um breve olá, uma marreta pronta a cair sobre nossas cabeças.
E caiu.
Perguntei as horas. Estava perto. Aquilo ia acabar, e já começava a perceber pensamentos do cotidiano contaminando minha cabeça. Mas faltava o último grande show.
Electrodomesticks.
Há uma semana, eu fui num show delas e fui surpreendido por uma enorme quantidade de novas músicas. E ontem, nos últimos minutos do Martelada, elas voltaram. Entre as antigas (que eu não sei cantar, mas sei GRITAR!), ondas de ansiedade quebravam e me levavam de um lado pra outro, entre a tentativa de conhecer e ganhar intimidade com aquelas novas jóias, e a espera, que, agora, parece eterna, pelas novas gravações.
E foi isso aí.
Encerrou-se aquele round dessa luta, dessa guerra, da nossa guerra contra e a favor da nossa época. Estamos em 2011, e o peso de uma data no canto de uma carta é o que nos deixa admitir que o tempo está passando. Somos os gladiadores da nossa época, viajando, pulando de arena em arena, procurando nas feras que nos encaram não só a sobrevivência, mas o espetáculo, um prazer fugaz, como a rápida passagem do sol pelo céu do dia. Mas que vale mais que nada neste mundo.
Afinal, estou errado?
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Lucas Santtana. Novos Brasileiros. Cobertura de Thais Mallon
May 30, 2011 - No comments yetFiled under: Acontece, Audiovisual Tagged: fotos, thaís mallon
watson. 19 de maio. velvet pub. por Thaís Mallon
May 29, 2011 - No comments yetFiled under: Noites Fora do Eixo Tagged: fotos, thaís mallon, Watson
Coletivo Esquina “invade” o Cult 22 (27 a 29/5)
May 27, 2011 - No comments yetNo sábado e no domingo (28 e 29/5) será a vez da segunda edição do Festival Martelada: duas noites com 10 atrações no total, sendo seis locais - Johnny Flirt, Vitrine, Banda 14,Triturados pelo Coração, Cassino Supernova e Electrodomesticks - e quatro de fora - Gallo Azhuu (MA), Johnny Suxxx n´the Fucking Boys (GO), Ultravespa (GO) e Lady Lanne (GO) -confira a programação completa no serviço abaixo. Saiba mais sobre cada banda clicando no nome delas.
O Cult 22 Rock Bar, lembrando, abre a partir das 17h. Com telão na área externa, mesa de sinuca no piso superior e varanda, sempre com entrada franca até 21h. Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Veja quem já tocou no bar no link http://www.cult22.com/blog/cult-22-rock-bar/quem-ja-tocou-no-cult-22-rock-bar
» Noite Fora do Eixo ao Extremo
Sexta-feira, dia 27 de maio, às 22h
Shows com as bandas Scania (DF), Mugo (GO) e Device (DF)
Discotecagem antes e após os shows
Entrada: R$ 5,00 (entre 21h e 22h) e R$ 10,00 (após)
» Festival Martelada – 2ª edição
Sábado e domingo, dias 28 e 29 de maio, a partir das 20h
Festival organizado pelo Coletivo Esquina com 10 atrações brasilienses e de outros estados
Dia 28/5 - Johnny Flirt (DF), Vitrine (DF), Gallo Azhuu (MA), Banda 14 (DF) e Johnny Suxxx n´the Fucking Boys (GO)
Dia 29/5 - Triturados pelo Coração (DF), Ultravespa (GO), Cassino Supernova (DF), Lady Lanne (GO) e Electrodomesticks (DF)
Entrada: R$ 5,00 (entre 21h e 23h) e R$ 10,00 (após)
Filed under: MARTELADA, Noites Fora do Eixo Tagged: brasília, esquina, EXTREMO, INVASÃO, MARTELADA, METAL, rock
Esquina Mixtape #1
May 26, 2011 - No comments yetEntão…. mixtape….
mas hein?
Mixtape é aquela fita que o rapaz grava pra moça com músicas que ele gostaria de escutar!
Mixtape é aquela coletânea que um DJ prepara para uma festa.
Mixtape é aquela prática que cada pessoa faz uma e depois troca com outras pessoas.
O esquina Mixtape #1 é a prova da diversidade.
cada produtor do esquina escolheu uma música… ou duas… e falou sobre ela…. é uma música importante… ou bonita… ou apenas boa…..e essa idéia de lançar uma mixtape é colocar aqui pra você leitor… pra você que se interessa no esquina saber o que ós gostamos de ouvir… que som nós vamos por para vocês ouvir nos nossos festivais, shows, nas nossas festas… nos nossos podcasts….
essa MIXTAPE comprova a miscelênea dessa galera… temos Thrash e Folk…. e rock dos bons!
ouça as músicas, baixe o pacote no link a baixo… leia o que escrevemos sobre elas!
aproveitem!
BAIXE A MIXTAPE AQUI Ó Esquina Mixtape #1.rar 26Mb
ou aqui ó Esquina Mixtape #1.rar 26Mb
Isa escreve sobre “Cachaça” e “Semaforos”
Não ando ouvindo muitas coisas específicas ultimamente, só algumas músicas soltas andam vindo à tona. Mas hoje acordaram com Vanguart na minha cabeça.
VANGUART – Semáforo.mp3
Não vou falar de uma, mas de duas músicas. E seus respectivos e excelentes videoclipes.
VANGUART – Cachaça.mp3
Dia desses tinha esse trecho de música grudado na cabeça, e nada mais: Só acredito no semáforo, só acredito no avião – que por sinal, depois que finalmente encontrei a música, descobri que cantava errado. Quando esses trechos pontuais ficam na minha cabeça fico agoniada. Preciso desesperadamente descobrir que música é essa. Não lembrava de quem era e nem sabia cantar direito. Só sabia que era boa, que tinha um toquezinho folk rock e que tinha um videoclipe muito bom..
Não demorei muito pra encontrar no meio de umas quase vinte e duas mil músicas: era Semáforo, da Vanguart. Se tinha clipe legal, era Vanguart. Sei disso desde que vi o clipe de Cachaça, a música que me apresentou à banda, juntamente com o clipe.
Ótima produção audiovisual e ótima canção, assim fica difícil não gostar dessa banda, a despeito da minha péssima memoria.
Fernando fala sobre “The Road”: Com a pegada certa e na medida que um bom rock deve ter…
GANDHARVA -The-Road.mp3
Pedro fala “I´m not contagious”: “música extremamente bombante, pra colocar no carro, no quarto, na banheira, etecéteras. it’s got that kindda sound that knocks you down, down down… =D”
CHROMEO – I´m Not Contagious.mp3
octávio diz sobre “bounce”: “ah cara é manero né pq tem um clima anos 1970 mas com a pegada moderninha dos anos 2000, é uma puta musica boa pra abrir o disco…. os timbres são bem secos… o vocal é sujo e sem-vergonha. glu glu yeah yeah…!”
DANKO JONES – Bounce.mp3
Nina diz sobre “Carcaça”: “Na minha opinião, uma das bandas de metal mais promissoras atualmente. Eles conseguiram encaixar letras em português com um instrumental viceral e bem executado. Essa música faz parte de um promo lançado pela banda pra divulgar o CD novo que está para ser lançado. Vale a pena escutar. Mas tem que ser no talo!!”
DESALMA – Carcaça.mp3
BAIXE A MIXTAPE AQUI Ó Esquina Mixtape #1.rar 26Mb



SEMANA QUE VEM TEM MAIS!
Filed under: Podcast Tagged: danko, esquina, Esquina Mixtape #1, gandharva, indie, mixtape, pop, rock, VANGUART
Esta noite – resenha da noite fora do eixo com watson, fleeting circus e club silencio.
May 20, 2011 - No comments yetPra começar do início.
Eu acredito no acaso.
Pode parecer bobo, e até talvez seja, mas a primeira resenha que eu escrevi foi sobre o Watson.
Sobre aquele disco que eu ganhei de um amigo, que eu escutei uma vez, depois outra, depois outra. E depois ele foi tocando, simplesmente, e eu comecei a cantar junto. Depois, quando eu ia nos shows, eu cantava. E eu me sentia, de alguma maneira, conectado com toda a cena. Eram amigos que tocavam em uma banda.
E depois vieram outras bandas, e outros amigos que tocavam em outras bandas.
Ontem foi minha primeira participação em Noite Fora do Eixo como membro do Esquina. Outros amigos. E não existe quem não saiba a grandeza de se poder realmente conhecer uma pessoa, suas peculiaridades, as pequenas contrações dos seus músculos – num sorriso, num olhar, numa palavra. Afinal, procuramos tanto, e nos dizemos tão perdidos no meio das respostas que nos dão, mas se existir um sentido na vida, ele deve ser encontrado por algumas pessoas enquanto elas procuram qualquer outra coisa.
Procuram por outra cidade pra viver, por exemplo. Eu senti as veias do meu pescoço saltarem enquanto eu gritava as letras, que já nem lembro como aprendi. Pensei nas bifurcações do caminho enquanto olhava o rosto do Filipe, torcido, os olhos fechados com um filme passando lá dentro. Esta cidade vai sentir falta de uma das bandas mais talentosas destes anos, as pessoas vão sentir falta da pessoa. No trânsito, ninguém vai notar um carro a menos, e mesmo os mais observadores não devem perceber uma janela a menos com a luz acesa quando a noite cai no Planalto Central.
No final das contas, são todos moleques, brincando de fazer música, vendo o mundo brincar de girar, até que alguém é jogado pra fora. Me sobra um disco, que toca de vez em quando no meu som, no meu carro.
Que aparece de repente na memória, e um trecho de letra passa a fazer mais sentido. Ontem foi um grande show de despedida, de “até logo”, de “não esquece de voltar”.
Meu début, a casa cheia, as melhores vibes em tanto tempo. Outras pessoas de outra cidade, um EdMadness que me oferece uma cerveja, algumas visitas inesperadas, ruas e ruas de encontros e desencontros, e clichês amorosos, e outras duas bandas incríveis, e mais cerveja, e gritos, sorrisos e lágrimas.
O batera do Fleeting Circus moendo aquele setzinho do Velvet (nada é melhor para alguém com coração fraco – como eu – do que sentir aquele tanto de pressão sonora).
O Club Silêncio fritando aquele som sem sentido, sensacional, absurdo até onde valem os detalhes.
Enfim, passou.
Ficou, mas passou.
E eu não penso que as coisas voltam.
Mas elas definitivamente tendem a melhorar se a gente seguir em frente.
Filed under: Noites Fora do Eixo, Opinião Tagged: club silencio, fleeting circus, noite fora do eixo, pedro branco, resenha, Watson
Noite Caga Sangue 2011
May 19, 2011 - No comments yetA sexta-feira (20/5) será do hardcore com a Noite Caga-Sangue Trash, que carrega a marca de um dos mais importantes festivais do gênero no Distrito Federal. No palco, as presenças ilustres do Galinha Preta, uma das mais divertidas e festejadas bandas da nova safra do rock brasiliense, e – diretamente do Espírito Santo - a convidadaMerda, liderada por ninguém menos que Fábio Mozine, do cultuado Mukeka Di Rato. Na abertura, a novata e explosiva Rebel Shot Party, da baixista, vocalista e produtora Bianca Martim (ex-Bulimia, Pulso e selo Prótons). Tudo com discotecagem de Caju Clash.
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Noite Caga-Sangue Trash
Sexta-feira, dia 20 de maio, às 22h Shows de hardcore com as bandas Galinha Preta, Merda (ES) e Rebel Shot Party
Discotecagem antes e após os shows com o DJ Caju Clash Entrada franca até 21h. Após: R$ 10,00 |
Filed under: Festas & Shows Tagged: caga sangue
Esquina apresenta FESTIVAL MARTELADA 2011
May 19, 2011 - No comments yet#MAIOÉMÊSDEMARTELADA
Filed under: MARTELADA Tagged: #MaioéMêsdeMartelada
PROGRAMAÇÃO OFICIAL FESTIVAL MARTELADA 2011
May 17, 2011 - No comments yetSalve galera!!! Depois de muita demora e nos desculpem por isso, está fechada e confirmada a programação do FESTIVAL MARTELADA 2011!!
SÁBADO 28/05
Johnny Flirt – Brasilia/DF (banda TNB)
Vitrine – Brasilia/DF
Gallo Azhuu – São Luis/MA (banda TNB)
Catorze – Brasilia/DF
Johnny Suxxx and the Fucking Boys – Goiânia/GO
DOMINGO 29/05
Os Triturados pelo Coração – Brasília/DF (banda TNB)
Ultravespa – Goiânia/GO (banda TNB)
Cassino Supernova – Brasília/DF
Lady Lanne- Anápolis/GO
Electrodomesticks – Brasília/DF
Sendo banda TNB, as escolhidas pela curadoria através do Toque no Brasil.
Sempre a partir das 20h no CULT22 ROCK BAR (lago norte)…em breve o flyer pra todo mundo ajudar na divulgação!
Para saber das novidades, siga-nos no twitter:
@coletivoesqiuna
@marteladafest
Novidades, surpresas e muito mais aqui no Blog do Esquina!
–
Fernando Jatobá
Planejamento e Agência
Esquina – (CFE) Brasília/DF
agencia.esquina@gmail.com
Conheça o Circuito Fora do Eixo – www.foradoeixo.org.br
Filed under: MARTELADA
vá de graça pra Noite fora do Eixo! saiba como:
May 17, 2011 - No comments yeté bem fácil
vamos lá…
vale 1 cortesia pra próxima Noite Fora do Eixo
a primeira pessoa que mencionar o Esquina no Twitter (@coletivoesquina) com resposta correta para as perguntas abaixo ganha cortesia para a Noite Esquina Fora do Eixo, no Velvet Pub em 19 de Maio!
Aonde estão os WATSON e o que eles encontram no pacote 32?
Filed under: Noites Fora do Eixo Tagged: club silencio, esquina, fleeting circus, noite fora do eixo, promoção, Watson
e a última escalação do Martelada é…
May 17, 2011 - No comments yetUltravespa
banda que já tocou aqui
conheça mais desse som…
http://www.myspace.com/ultravesppa
Filed under: MARTELADA Tagged: #MaioéMêsdeMartelada, ulravespa
the neves no grito rock brasília 2011
May 16, 2011 - No comments yet
Filed under: Grito Rock Tagged: grito rock brasília 2011, tevê esquina, the neves
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de São Luiz pro Martelada…
May 16, 2011 - No comments yetGALO AZHUU
A Gallo Azhuu (nova grafia em português psicodélico para galo azul, ou blue rooster) começou suas atividades no final de 2007, com repertório autoral, forte e autêntico, calcado essencialmente no rock’n’roll clássico e no blues. Seus integrantes (Patrick Pataugaza, Denis Carlos, Pablo Habibe e André Grolli), têm como influência mulheres, livros, bebidas e ícones como Neil Young, Deep Purple, Rolling Stones, Creedence, Beatles, Black Sabbath, Mutantes e The Band. As letras da Gallo falam sobre o cotidiano, sonhos, realidades paralelas, bebedeiras, desejos ocultos, depressão, felicidade e sexo. A Gallo Azhuu quer fazer rock até o dia em que o mundo acabar.
Filed under: MARTELADA Tagged: #MaioéMêsdeMartelada, GALO AZHUU
E no Martelada tem….
May 16, 2011 - No comments yethttp://www.myspace.com/ladylanne
Filed under: MARTELADA Tagged: LadyLanne
VIOLATOR no Grito Rock Brasília – por Thaís Mallon
May 16, 2011 - No comments yetClick to view slideshow.Filed under: Grito Rock Tagged: thaís mallon
noite fora do eixo com watson, fleeting circus e club silêncio
May 13, 2011 - No comments yetNoite Fora do Eixo – Esquina
noite de indie rock com as bandas Watson, Fleeting Circus e Club Silêncio.
A noite fora do eixo é um dos eventos que integra o Circuito Fora do Eixo, em Brasília, realizada pelo Esquina em parceria com Velvet Pub, a proposta é sempre apresentar bandas de destaque da cidade junto a bandas de fora.
As noites fora do eixo do esquina são sempre embalas pelo Esquina DJ Set, grupo de discotecagem dos próprios membros do coletivo esquina que misturam grandes sucessos do universo pop com o que há de melhor da música independente nacional.
Para a edição de Maio foram convidadas as bandas:
Watson, rock brasiliense de canções que mais parecem crônicas de quem vive na cidade. com uma trajetória de 8 anos a Watson já tocou em vários lugares do país e importantes festivais como o Porão do Rock, Grito Rock e El Mapa de todos. Em 2010 lançaram seu primeiro album intitulado “Watson”.
Fleeting Circus, banda carioca com roques que poderiam embalar estádios, apesar de bem novos os rapazes estão juntos desde 2004 e vem à Brasília divulgar seu primeiro trabalho, o EP “Dream World of Magic”.
Club Silêncio, banda de Brasília que trabalha o eletrônico e o experimental com uma pegada de roque oitentista, as influências britênicas são claras, as ilusões e desilusões em suas vidas também. A Club Silêncio acabou de lançar seu terceiro album “Amor e Terror”.
veja mais sobre as bandas:
Tevê Esquina apresenta: Club Silêncio lança “Amor e Terror”

Fleeting Circus – Fake Station

Watson – Emitivi Apresenta (ao vivo)

SERVIÇO
Noite Fora do Eixo
com as bandas Watson, Fleeting Circus (RJ) e Club Silêncio
local: Velvet Pub – 102 norte
data e horário: 19/05 (quinta) as 21h
preço: R$5 até 22h e R$10 após as 22h
Filed under: Noites Fora do Eixo Tagged: club silencio, fleeting circus, noite fora do eixo, velvet pub, Watson
Agenda: Cassino Super Nova, Besouro do Rabo Branco e HAXIXINS (SP)
May 12, 2011 - No comments yetNeste final de semana a MegaLondon produções traz a Brasília a banda Haxixins, de São Paulo.
O grupo, que é um grande expoente do rock psicodélico nacional fará duas apresentações no DF: sábado, dia 14, no Balaio Café (Asa Norte) e domingo, dia 15, na Cervejaria Caixa D’Água – Bar do Careca, na praça da CNF em Taguatinga.
Para animar as noites, as bandas brasilienses Cassino Super Nova e Besouro do Rabo Branco vão fazer os shows de abertura.
Vale a pena conferir!
Não conhece a banda?????
Dá uma sacada então:
Filed under: Acontece, Festas & Shows Tagged: agenda, balaio café, bar do careca, besouro do rabo branco, cassino super nova, haxixins, megalondon, SHOW
agenda: Bílis Negra e The Neves
May 10, 2011 - No comments yet|
Bílis Negra e The Neves
Sexta-feira, dia 13 de maio, às 22h Show com as bandas brasilienses de indie e pop/rock Discotecagem antes e após os shows Entrada franca até 21h. Após: R$ 10,00 |
Filed under: Festas & Shows Tagged: bílis negra, the neves
Tevê Esquina apresenta: Club Silêncio “Amor & Terror”
May 10, 2011 - No comments yetTevê Esquina apresenta: Club Silêncio lança “AMOR E TERROR”
com Watson, Fleetintg Circus e Club Silêncio!!
agenda: Coyote Guará e Dog Savanna
May 9, 2011 - No comments yet|
Coyote Guará e Dog Savanna
Quinta-feira, dia 12 de maio, às 21h Show com as bandas brasilienses de rock, stoner, hard rock e blues Entrada: R$ 7,00 (após 21h) |
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Sertanilia é a bola da vez no Compacto.REC de Maio
May 9, 2011 - No comments yetCompacto.Rec de maio lança SERTANILIA
Neste mês o Compacto.Rec traz o regionalismo e a cultura popular do Sertanilia, grupo que apesar do pouco tempo de existência, vem se destacando na cena musical baiana, além de já ter se apresentado fora do Brasil na Fnac – Coimbra e na Fnac – Chiado (Lisboa – Portugal).
A Banda & O Disco
Sertanília é um grupo musical que busca uma sonoridade nova e o desafio de realizar a união do erudito à música popular do sertão. Composto por Aiace Felix (vocalista), Leilane dos Santos (violoncelo), Anderson Cunha (viola, violões e bandolim), Diogo Flórez (percussão) e Tainnã Chagas (percussão) foi formado em 2010 com a proposta de fazer música essencialmente brasileira, tendo o Sertão como tema; para tanto, recupera canções, poesias sobre o sertão, além de construir um trabalho autoral que faz referência direta a esse lugar e à sua gente.
O grupo lança agora pelo Compacto.Rec o seu álbum com mais uma música extra, “Pombinha do Céu”, essa que é uma música do Sertanília composta por Anderson Cunha e é um côco, ritmo tradicional do sertão, porém, traz alguns elementos de maracatu, o que dá um ar diferente e mais vigoroso. A letra fala da dor da separação e de um amor que se foi, mas ao mesmo tempo, lembra que quando é verdadeiro, o amor não tem casa nem dono. Nunca morre, mesmo com a distância. A música faz parte do disco do Sertanília em gravação e previsto pra ser lançado no segundo semestre..
O Sertanília dialoga, musicalmente, com as heranças musicais e literárias do sertão brasileiro, vasta região que compreende o Nordeste do Brasil, o Noroeste de Minas Gerais, o Sudoeste da Bahia e o Sul de Goiás, e compõe uma música inspirada em temas e motivos próprios do universo “sertanês”, buscando referências na música tradicional do sertão brasileiro, com privilégio para o uso de instrumentos de corda e percussão.
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#MaioÉMêsDeMartelada e quem falta tocar nesse festival?!
May 8, 2011 - No comments yetCom influência do Rock n’ Roll dos anos 50, 60 e da geração Beat, a Cassino Supernova não deixa de soar atual. A banda foi formada em Brasília no começo de 2009 e se destaca por suas apresentações enérgicas, também pelo carisma e versos que “não se contentam com os clichês do gênero”, segundo definiu o jornal Correio Braziliense.
A Cassino Supernova já dividiu eventos com nomes importantes do rock, como She Wants Revenge (USA), Eagles of Death Metal (USA), Los Lótus (ARG), Pato Fu (MG), Autoramas (RJ), Black Drawing Chlaks (GO), Mombojó (PE), Raimundos (DF), Johnny Hooker e Candeias Rock City (PE), Teatro Mágico (RJ), Nuda (PE), Facas Voadoras (MS) e Móveis Coloniais de Acaju (DF). Em 2009, com apenas sete meses de existência, o grupo foi selecionado para o Porão do Rock 2009, maior festival de rock da capital, tendo sido também convidada para a edição de 2010, em que foi eleita como atração mais esperada do evento. Tocou em outros festivais importantes como Release Alternativo (GO) e Grito Rock (DF), além de ter se apresentado em diversas cidades de Goiás e Minas Gerais.

A banda é formada por Gustavo Halfeld (Guitarra); Raphael Valadares (Guitarra), Gorfo (Vocal), Pedenrique (Baixo) e Márlon Tugdual (Bateria). Atualmente o grupo está em processo de gravação do seu primeiro CD, pelo selo brasiliense Macaco Malvado e produção de Gustavo Bill (Tiro Williams, Os Dinamites, Pedrinho Grana & os Trocados).
http://toquenobrasil.com.br/rede/cassinosupernova/
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WORKSHOP: LEIS DE INCENTIVO NA COMUNIDADE EUROPÉIA
May 8, 2011 - No comments yetfaça a cultura acontecer. estude cultura.
INTRODUÇÃO
A União Europeia (UE) é um dos principais atores mundiais no apoio ao desenvolvimento do setor cultural, artístico e criativo, tanto nos países membros quanto nos denominados “países terceiros”, não membros da UE. Estes apoios acontecem principalmente através de concursos públicos, com procedimentos bem definidos e tendo como condição base a formação de parcerias ou consórcios envolvendo instituições de diversos países. O domínio destes procedimentos e mecanismos é fundamental para conseguir ter sucesso na obtenção de financiamentos.
OBJETIVOS
- Dotar os participantes com uma visão genérica sobre o funcionamento da UE.
- Apresentar a dimensão cultural e artística na União Europeia.
- Apresentar as formas e mecanismos de participação e financiamento de projectos culturais, artísticos e criativos.
TEMAS ABORDADOS
- Introdução e apresentação
- A dimensão cultural na União Europeia
- Apresentar os programas da UE específicos para apoio as atividades culturais e artísticas
- Referir outros programas transversais relevantes
- Modelo de decisão e lógicas de funcionamento
- Apresentar o modelo genérico de instrução de uma candidatura
- Identificar problemas e barreiras ao envolvimento de instituições culturais de países terceiros em projectos europeus
- A participação de países terceiros: o caso especifico do Brasil
PALESTRANTE
Jorge Eduardo Jordão Cerveira Pinto
Director-geral da Agência INOVA.
Professor convidado em várias instituições de ensino superior, lecionando disciplinas do 1º e 2º ciclos de formação. Licenciado em gestão pela Faculdade de Economia do Porto, pós-graduado em gestão cultural pelo INDEG, pós-graduado em Comunicação, Cultura e Tecnologias da informação pelo ISCTE (Universidade de Lisboa), pós-graduado em Direito da Cultura e do Património (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) e frequenta o programa de DBA do ISCTE/Indeg Business School (Lisboa).
Autor de vários artigos publicados em revistas nacionais e internacionais, sobre patrocínio, mecenato, marketing de instituições sem fins lucrativos, economia e gestão cultural. É research member do centro de investigação em política, economia e gestão da cultura Gest-IN (ISCTE).
Desde 2000, desenvolve em Portugal trabalho como consultor em várias instituições e a nível internacional é Individual Expert EuropeAid (Comissão Europeia), Accredited Lobbyister no Parlamento Europeu, consultor do programa EuroMed e da UNESCO e membro do júri do programa Cultura.
CARGA HORÁRIA 03 horas
DATA E LOCAL
09 de maio, segunda-feira – 19h às 22h
Auditório da Biblioteca Nacional
INSCRIÇÕES
Inscrições:
Telefones: (61) 3046-0050 / 7813-6409
Realização:
Triskélion Produções, IATEC (Instituto de Artes e Técnicas em Comunicação- RJ) e Ossos do Ofício – Confraria das Artes
Apoio:
Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, Federação Nacional da Economia Criativa (FNEC), Brasília Capital do Debate – Brasília 51 Anos.
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se #MaioÉMêsDeMartelada olha só quem mais vai tocar lá
May 7, 2011 - No comments yetO VITRINE é uma banda de Brasília formada em 2006 com influências do rock dos anos 80 e do New Wave dos anos 2000. De Joy Division a The Killers, The Smiths a Strokes, passando pelo RockBrasília.
Com sua primeira demo lançada em 2007 a banda começa a chamar a atenção da mídia especializada independente, com seu rock em português e boas letras, algumas sobre a perda da inocência, como “Às vezes admiro quem consegue mentir nos olhos/ Mas no espelho eu me recordo que eu consigo” – (Egoísmo) ou sobre a imposição da vida nas grandes cidades: “A mão que afaga e a que afoga/ A fé que salva e a fé que rouba/ Eu entro mesmo sem saber no coletivo delírio” – (Submissão) ou mesmo sobre o relacionamento cotidiano, como “Estranhos no meu quarto/ Todas parecem ser você/ Tantas voltas e eu estou no mesmo lugar” – (Zero Hora).
A banda conta com dois compositores e vocalistas, Israel Veloso e Davi Kaus. Um, guitarra base e o outro, elogiadíssimo guitarrista solo da cidade. Mark Santana e Anderson Gomes, respectivamente baixo e bateria, completam a formação.
Com uma boa repercussão e crítica sobre as composições e um show enérgico, “Egoísmo” fica entre as mais pedidas em 2008 na rádio local, Cultura FM, por dois meses, e a banda começa a rodar por festivais independentes em todo o Brasil, como o Grito Rock Brasília, Grito Rock Cuiabá, BH Indie Music, WoodGothic São Thomé das Letras/MG, Ferrock, Finca UnB, Campus Sonoro, entre tantos outros.
“Tem uma melancolia sutil nas letras, intensas sem serem pesadas, apaixonantes e quase góticas. Tudo isso permeado pelo embalo New Wave que faz querer dançar. Muito bom!” – Site Rock Brasília. “Ecos de Joy Division e rock atual em bom português e um resultado vocal perfeito!” – Igor Filus, Charme Chulo.
Em 2009 a banda passa a integrar o Coletivo Cultcha, de Taguatinga, um dos mais atuantes da cena independente do DF, participante do Circuito Fora do Eixo.
Em 2010 grava seu primeiro CD, com produção de Philippe Seabra, Plebe Rude. O disco foi gravado num dos melhores estúdios do Centro-Oeste, o Daybreak, do próprio produtor. O Técnico de Bateria foi Rodrigão Nogueira, que já produziu as baterias de diversas bandas nacionais, como Paralamas do Sucesso. Num processo que durou pouco mais de um ano entre Pré-Produção, Produção, Mixagem e Masterização. A Mixagem ocorreu em NYC no mês de setembro por Kyle Kelso, famoso no Brasil pela Mixagem de várias bandas independentes, como Superguidis. Masterização por Matt Agoglia, na www.masterdisk.com, por onde já passaram artistas de peso, como Soundgarden, Mutantes, Miles Davis, Gorillaz, entre tantos.
Em janeiro de 2011 a banda lança pelo Selo Os Armênios, de RS, o Single “Zero Hora”, com “Esther” e “Submissão” como lado B, antecipando o que será o primeiro disco, lançado ainda no primeiro semestre. No mesmo período a banda é apontada pelos principais produtores da cidade ao Jornal Hoje em Dia como uma das promessas do Rock da cidade, ao lado de nomes como Enema Noise e The Pro.
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sabia que vai ter CATORZE no Martelada?!
May 7, 2011 - No comments yetAmigos desde a adolescência, o grupo surgiu de um interesse comum de tocar despretensiosamente, apenas para se divertir. No entanto, o que era pra ser inicialmente uma brincadeira acabou se tornando um projeto sólido de uma banda que passou a amar o som que fazia nas Jam Sessions regadas a cerveja e ideias. Assim, de maneira natural, surgiram canções que há cerca de 1 ano e meio estão sendo tocadas em casas de shows de renome na capital federal. A banda vem participando também de vários festivais, sendo que o mais importante deles foi o Grito Rock Brasília 2010, organizado pelo Coletivo Esquina (grupo do qual a 14 passou a fazer parte), ligado ao Circuito Fora Do Eixo. Pergunta que não cala, o nome da banda remete ao lugar onde tudo teve início, a quadra 714 sul.
Integrantes:
Bruno Pimenta Veloso
Bruno Vieira Silva
Pedro Sudbrack
Carlos Felippe Quintanilha
Thiago Costa
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