Gil lotou o Auditório do Ibirapuera, num show outras sonoridades e outras experiências.

O show foi tão bom quanto esperado. O Gilberto Gil como chave mestra do conserto, uniu os polos convergentes do evento. A banda Princesa do Agreste conquistou o publico com a humildade do som do pífano e mostrou que a cultura regional é agrada o gosto popular nas mestropoles. O Dj Tudo foi excelente e roubou a cena quando como maestro, orientava alegremente os músicos. A banda Macaco Bong foi a cereja do bolo guardada por último, mas não pro final, que deu o gosto rock in roll agridoce para o espetáculo. Gil e “os menino” mostraram seu entrosamento no palco e sua atenção mútua, construindo um som bonito e complexo. VJ Scan incrementou o prato com imagens, gravadas e ao vivo, com efeitos de transposição, tornando o show multimídia.

Gil revisitou várias de suas músicas, inclusive Tropicalistas, mesclando com a sonoridade de seus parceiros de palco. Teve Cérebro Eletrónico, Bat Macumba, Aquele Abraço entre muito mais.

O show foi e ainda é impressionante, histórico e político. Marco fundamental na cultura brasileira.

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