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 Festival Quebramar
09/11/2009

Rudja Catrine | Coletivo Palafita | Macapá (AP)

foto por Ricardo TD


Uma grande e amarela lua minguante, o rio Amazonas, o vento fresco e a enorme Fortaleza de São José de Macapá como pano de fundo. Eram estes os elementos que formavam a paisagem na qual o primeiro dia da II edição do Festival Quebramar aconteceu.

 

O festival, ainda em sua primeira edição, foi apontado na revista Bravo! como o quinto mais promissor no país. A evolução em relação ao ano passado é visível: palco e som fodas, mais de seis horas de shows que deixaram o público curioso, animado e satisfeito.

 

Tudo começou com o rock anos oitenta da Degrau Norte, seguindo com os garotos da Fax Modem que (se) divertiram com seu punk highschool. A Godzilla (na foto acima), além de seu público entusiasta, instigou os participantes de fora do estado que ainda não os tinham ouvido, foi a boa surpresa do dia. A Samsara Maya, como sempre, competente.  

 

A primeira atração não amapaense da noite foi a paraense Sincera, que tocou o seu hard core indie com ótima performance e uma energia que parecia infinita. Pra mudar um pouco o ar das coisas a Profétika entrou em cena, selvagem e forte, animou até quem já estava cansado da maratona de shows e deu um gás para esperar o que ainda estava por vir.

 

Uma das mais esperadas da noite foi a paraense Delinqüentes, com mais de 20 anos de estrada e um público já fiel, era de se esperar um show incrível, e foi mesmo. Um show grande, imponente e um dos melhores do festival, sem dúvida. Foi lá das bandas de Roraima que parou em Macapá uma banda que é puro hard rock, estilo popular nas terras tucujús. O Mr, Jungle mandou ver nos solos e deixou todo mundo satisfeito com o show. 

 

Quase no final da noite de show, a galera meio desanimada, eis que surge uma alegria e energia vinda de alguma outra dimensão perdida por aí. A Mini Box Lunar (na foto abaixo) protagonizou o show alegre que fez com que a banda se tornasse uma das mais promissoras do Norte do país. Mesmo sem seu baixista Sady, que sofreu um acidente em umas das mãos, a banda animou e ainda contou com a participação festiva dele no palco como “dançarino”, que foi a gracinha da noite.


foto: arquivo

 

Os Facas Voadoras deu um show que deixou um gostinho de quero mais. Habilidosos em seus instrumentos, a presença de palco do power trio  liberou muitos feromônios rock n’ rolls que atingiram todos os gêneros, levantou o público e botaram todos a pular, dançar e cantar.

 


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Comentários desta notícia

3 Comentários para esta notícia

Rudja Santos
11.11.2009 09h35m
Bom, as informações que estavam erradas no site da RS, já foram corrigidas e o mais importante é a divulgação do evento em um veículo tão importante. =)

Diego Rodrigo Damaceno
09.11.2009 19h50m
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/macapa-indie-quebramar/

Diego Rodrigo Damaceno
09.11.2009 19h48m
Realmente, o Festival Quebramar foi fantástico. Gostaria de parabenizar a organização e ao Coletivo Palafita, que na representação do Otto, Alexandre, Jenifer, Heloana, a equipe de som, Azul(PA), enfim, toda a moçada responsável por todo esse sucesso!!! O Quebramar II deixará saudades tanto pra nós das bandas quanto para o público. Agora vem o lado engraçado da história, pelo menos pra gente que somos espectadores, porque para o protagonista da história foi um verdadeiro papelão. Antes de lerem esse meu comentário, vcs deveriam ler a resenha que o Sr. Humberto Finatti fez sobre o Quebramar. Como pode, o cara não viu nem 15segundos dos shows das bandas. É um ser abençoado que tem o dom de prever os shows...eu heim!!! 1ª pérola: “o rock oitentista do rondoniense Ultimato”....ôrraaa sôr!!! Super anos 80...parecem até com o The Cure!!!! Eu queria mandar um salve pos meus zámigo do Ultimato!!! E por favor, colecionem essa resenha pra vcs terem boas histórias pra contar no futuro!! 2ª pérola: “o baixista Sady, com o braço enfaixado (por conta de um corte profundo sofrido em um acidente durante um show) não pôde tocar e...” Uai!!! Aposto dez vinténs que o Sr. Finatti nem sequer trocou 2 frases com o simpático Sady. Que nos contou em uma conversa informal que foi um acidente realmente, mas aconteceu em sua casa mesmo, quando um espelho quebrou e cortou sua mão esquerda. Ai ai ai...mas vamos nessa que tem mais! 3ª pérola: “...foi o destaque de uma noite que também teve bons momentos com... potente hip hop do cuiabano Linha Dura, banda na qual toca o guitarrista Kayapy, do hoje conhecido Macaco Bong.” Porraperaímeirmão!!! Aê o Sr. Finatti vai acabar escrevendo um livro de fábulas...só faltou acrescentar uns unicórnios, dragões e castelos medievais. Para quem estava lá no Quebramar, sabe que infelizmente o Linha Dura não pôde ir, e se tivessem ido teriam botado pra foder mermo e o Kayapy teria trabalhado pra caramba como sempre os caras do Macaco fazem. Sr. Finatti, respeite a revista que vc trabalha...é uma pena vc encher a boca pra dizer que é jornalista da RL somente quando vc quer tirar proveito disso. E respeite tbm nós aqui do Norte, Nordeste, Centro-Oeste...já não somos mais aqueles que trocavam ouro por espelhos.


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