<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Isis Maria's RSS feed</title><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera</link><description>Isis Maria's content published at Fora do Eixo</description><item><title>Programas de Vivências do Fora do Eixo.</title><description>&lt;div style="text-indent: 264px; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;p style="text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Este ano o Fora do Eixo, junto à Universidade FdE, deu início aos programas de Vivências e Imersões, que acontecem nas sedes dos coletivos que integram a rede ou também em períodos de festivais e eventos. O programa proporciona a formação teórica e prática de várias pessoas da rede. Mais de 30 Coletivos, como o Cardume Cultural, Ajuntaê, RedeCem, Veneta e Lumo, já passaram pela experiência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;As ‘Danis’ e a Marielle deram um show de bola - nada que já não tinhamos visto antes - mas tudo válido pra gente lembrar que não estamos sozinhos nisso, a rede é maior do que nossos maiores sonhos, e vai crescer e crescer... “ relata Clara Mancuso, do Coletivo Ajuntaê, de Campinas/SP, após a imersão na Casa Fora do Eixo SP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Todos que tem participado das vivências e imersões têm se mostrado muito satisfeitos com os resultados. “Realmente a CAFESP é extremamente importante para os agentes da rede. Entramos na casa de um jeito e saimos de outro, cheios de experiências, trocas bacanas e muita vontade de fazer mais e mais na nossa cidade. Em menos de 2 meses é minha 2ª vez na casa (a 1ª foi a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #222222; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;imersão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; do Coletivo Megalozebu em abril e agora a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #222222; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;imersão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; do Clube de Cinema&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;) e isso me rendeu um ritmo muito m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;ais intenso de trabalho e de consciência de que as ações da rede precisam muito do apoio de cada ponto Fora do Eixo para fazer a roda girar por todos nós. Eu super apoio as imersões da CAFESP!”, diz Michelle Parron, que hoje mora na Casa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: #ffffff; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“Foi um momento muito importante de compreensão do fluxo da casa e de pensar em como trazer mais ferramentas usadas la para o Aparelho Coletivo, principalmente nos aspectos que encontramos mais semelhanças: circulação de bandas (hospedagem solidária, atendimento, eventos), distribuiçao de produtos em um epaço da sede e na banquinha, etc. Como pauta, descutimos também o Sistema Marciano de Trocas. E já em São carlos, fizemos uma reunião de planejamento para a moeda com o Massa Coletiva, e encaminhamos a gestão compartilhada dela. Em uma reunião com a Lenissa, discutimos também a importância de explorar formas de entradas para a sustentabilidade financeira do coletivo, e do grande potencial de todos os coletivos FDE em editais!” Fernanda Martucci, do Aparelho Coletivo, ponto da Música Fora do Eixo em São Carlos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A Feira da Música de Fortaleza também aderiu ao edital de vivências neste ano. A selecionada, através de um edital aberto pelo Fora do Eixo no primeiro semestre do ano, foi Jéssica, integrante do Lumo Coletivo (Recife/PE). A feira também está incentivando a produção de videos diários que relatem como está sendo a pré-produção do evento. Um dos primeiros videos foi produzido pela Jéssica, que conta um pouco sobre seu período de vivência na Feira. &lt;a href="http://www.youtube.com/user/Redecem#p/u/5/zbw54yRijVw"&gt;Assista ao video&lt;/a&gt; e acompanhe o &lt;a href="https://docs.google.com/document/pub?id=12n6VHrWXcS2KXMthT9IgjAEJnh3h3-AoVMmyllEtZQg"&gt;Relatório de Imersões e Vivências Fora do Eixo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 21:53:43 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/programas-de-vivencias-do-fora-do-eixo.</link><guid>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/programas-de-vivencias-do-fora-do-eixo.</guid></item><item><title>Lançamento do livro “Ecos do Sol nascente”</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Isis Maria&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;No dia 4 de outubro, como mais uma das atividades que abriram a semana do&lt;/span&gt;&lt;a href="http://festivalcontato.wordpress.com/sobre-o-festival/"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000099; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; vertical-align: baseline; text-decoration: underline;"&gt; Festival Contato&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;, aconteceu no Espaço 7 o lançamento do livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;“São Carlos (SP) no escurinho do cinema 2: Ecos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;do Sol Nascente”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;,  de Marco Antônio Leite Brandão. O livro é o segundo de uma série  composta por 5 títulos e fala do cinema japonês e suas exibições na  cidade. O primeiro é sobre as exibições entre 1897 a 1997. A séria  estuda a memória e história do cinema em São Carlos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://lh4.googleusercontent.com/7jLw9rCA3pFEunFugSscX0MdD-WUClg3lP4lhvdWRp3LNl2GqXcj-4n2lXzOFpLOkn_jyUgd8pA_NunyzLVRPlKXN_d4DDueT0fnM85w4GJRQf8YP4QUIh2hrNVkyNg" height="480px;" alt="" width="621px;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Foto Felipe Corípio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Munida  de gravador, caneta e papel, me juntei aos amigos do Massa Coletiva e  desci a ladeira da rua Sete de setembro rumo ao lugar do  lançamento/conversa. Me atrasei, mas ainda não tinha começado (ufa!)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fai.ufscar.br/contribuintedacultura/espaco.asp"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000099; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; vertical-align: baseline; text-decoration: underline;"&gt;Espaço 7&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt; é um Ponto de Cultura do e, como explicou Fátima, coordenadora  do ponto, foi todo construído com material proveniente de demolição,  dando aquele ar de casa antiga. Uma luz amarela e uma vitrola deixavam o  lugar, que tem esse nome porque fica na rua Sete de setembro, mais  gracioso e aconchegante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Às  19h40 (mais ou menos) Marco abre a noite fazendo um retrospecto do  cinema em São Carlos e junto com ele, Alexandre Kishimoto, antropólogo,  que estudou o cinema japonês no bairro da Liberdade, em São Paulo, e  escreveu o prefácio do livro. Alexandre faz uma apresentação de sua  pesquisa, mostrando fotos e curiosidades, além das relações do cinema  japonês com a informação dos imigrados e com o cinema marginal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://lh5.googleusercontent.com/i1nQCY7WRa-io4N0xE5MSc5k8-P5cWFJFEBjonFUnCoQbNvuvDHi1FtxpIqBvMDjou0AahuKud9RAYnsKKKPOZZHdbFssxTCfJyCvUxXLTgYrivhumo2RCTSHenVMR4" height="512px;" alt="" width="341px;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Ricardo, diretor artístico do Contato, Alexandre e Marco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;foto Felipe Corípio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Marco  foi professor de história e frenquentou a “Sessão Maldita”, marco do  cineclube da cidade e foi se formando ali, até organizar às sextas-feiras a “Sessão Morcego”, no CAASO no fim da década de 70, após as  aulas do período noturno. Alexandre, além de antropólogo e pesquisador, é  integrante do GRAVI, Grupo de Antropologia Visual da Universidade de  São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Assim  como em Água Vermelha, provei mais uma das iguarias sãocarlenses: suco  de limão com hortelã, torta e um bolo de cenoura com cobertura de  chocolate, bem levinho. Sucesso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Espaço 7 Kitchen Style!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;Após as falas e dúvidas, munidos de pipoca, assitimos alguns dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;“Sonhos” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;de Akira Kurosawa encerrando mais uma noite de Pré Contato. Vou acabar esse festival gorda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 Oct 2010 14:00:04 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/lancamento-do-livro-ecos-do-sol-nascente</link><guid>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/lancamento-do-livro-ecos-do-sol-nascente</guid></item><item><title>Nostalgia lúdico 3D interativo ou o dia que fui ao Cine São Roque</title><description>&lt;p&gt;Só conhecia as sessões do Cine São Roque de ouvir falar. Não morando em São Carlos fica difícil né. Então, na sexta feira, 1° de outubro, numa das atividades que antecederam o Festival Contato, fui fazer minha estreia e em 3D com o Vaudeville do século &lt;span class="caps"&gt;XXI&lt;/span&gt;! Sempre imaginei como seria o contato e a proximidade com as crianças, o trabalho desenvolvido com elas e não só o produto, a exibição de filme pela exibição de filme. Embarquei num ônibus na UFSCar e dei início a minha viagem, que compreendia também a viagem até o distrito de Água Vermelha, a cerca de 15 Km da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes, à moda de Água Vermelha, e por necessidade, fui comer e descobri que ali milho é o prato especial – sopa, cozido, pamonha, curau &amp;#8211; Água Vermelha kitchen sytle. E tudo delícia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por causa da chuva a exibição mudou da praça para um lugar fechado, onde o público, em sua maioria crianças, muito agitadas e ansiosas, corriam, conversavam, esperando começar. Luzes coloridas davam um caráter espacial e então, com os óculos em mãos, perto das 20h assitimos “Trabalhando por amendoins”, com Tico e Teco, um Walt Disney tradicional. Rolou uma nostalgia ver aquelas crianças, fiquei comparando as minhas reações com as delas, além do filme, personagens presentes na minha infância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então a nave chegou para apresentar a próxima atração: um filme da década de 50, que começou a ser exibido há dois anos e uma chuva não deixou terminar. Então, numa oficina de dublagem as crianças deram um novo final. “O monstro da lagoa negra” na verdade, só quer um amor e que o americano não venha “zoar o seu barraco” aqui!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A participação infantil é na piração: eles reagem a tudo, da apresentação dos personagens (tripulantes?) da nave, ao filme, às pessoas, às fotos, a tudo, eles não param. Destaque para o Michel, que acompanha as sessões, mobiliza o público e interage com as visitas com uma natureza e proximidade de anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dando sequencia à noite, o clássico “Disque M para matar”, também em 3D, e aqui pessoalmente tenho que dizer que foi muito legal (por mais clichê e raso que pareça). Fechou com muito estilo a sexta que antedece o Festival Contato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa para as próximas visitas da nave está grande para essa forasteira, que até pensou em pedir uma carona.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 23:52:22 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/nostalgia-ludico-3d-interativo-ou-o-dia-que-fui-ao-cine-sao-roque</link><guid>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/nostalgia-ludico-3d-interativo-ou-o-dia-que-fui-ao-cine-sao-roque</guid></item><item><title>Coletividade em cheque</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Diferente de ter salário, compartilhando esforços, dores e delícias, caixa coletivo é nova maneira de encarar o trabalho e o dinheiro. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Há cerca de 10 meses o &lt;a href="http://www.enxamecoletivo.org/"&gt;Enxame&lt;/a&gt; nasceu aqui em Bauru/SP como um coletivo de produção cultural, que trabalharia na perspectiva de trabalho do Fora do Eixo, com base no estímulo, na troca, fazendo com que todos os envolvidos na “coisa” fossem parte da “coisa” toda, do começo ao fim. E por isso, precisávamos de muitas mudanças: como encarar o trabalho, as pessoas, o que cada um entendia do processo, o que ainda precisava ficar claro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E dentre essas mudanças, a principal era a relação com o dinheiro, de onde ele vem, e como ele é gasto/ investido e, o mais importante, seu uso consciente de acordo com a necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Nos foi então apresentada uma ferramenta que faz com que você pense o dinheiro sendo usado por todos que trabalharam por ele e não acumulando em prol de um só: o caixa coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Nas palavras de &lt;a href="/caroltokuyo"&gt;Carol Tokuyo&lt;/a&gt;, do &lt;a href="/massacoletiva"&gt;Massa Coletiva&lt;/a&gt;, ponto de referência da regional São Paulo, que fica em São Carlos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: italic; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“o Caixa Coletivo nada mais é do que um caixa único do Ponto Fora do Eixo, gerido coletivamente. Nesse sistema, é priorizado o bem estar e a realização dos projetos do coletivo, não havendo divisões quantitativas de recurso entre as pessoas que integram os Pontos. Ou seja, todos os custos e demandas individuais dos integrantes são custeadas pelo Caixa Coletivo, porém não existe a remuneração dos membros do coletivo por meio de salários.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O dinheiro é de todos, mas a sua aplicabilidade que é o mais interessante: ali, compartilhados os gastos e ganhos, seu uso é de acordo com a necessidade de cada um. Aqui saliento que o compartilhamento tem que ser inteiro, tanto do que você consome quanto do que você ganha e traz pra dentro do caixa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E isso aumenta o potencial do coletivo porque lhe dá poder sobre seus investimentos, já que não se baseia na divisão de um salário, mas no custeio das necessidades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Essa é a sacada do que o dinheiro significa: ele é o meio pelo qual você obtém o que precisa pra viver, então a “distribuição da renda” do caixa se dará assim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Sustentando&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Um facilitador para o Enxame e para outros coletivos, como o Massa Coletiva, que nos acompanha de perto, é a ter uma sede, onde morem membros do coletivo, assim, você consegue desenvolver o caixa com redução de gastos, já que os aluguéis são um só, casa e local de trabalho. Isso dá força e poder ao coletivo, que fica responsável por pensar o todo e não apenas um. Essa junção de pessoas, rendimentos, experiências levam à melhorias no processo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E o tal dinheiro, vem de onde? Do trabalho, oras. Os coletivos prestam serviços e desenvolvem projetos de onde obtém renda. E entra em prática outra ferramenta de auto gestão compartilhada: &lt;a href="https://spreadsheets0.google.com/ccc?key=t-MTXQfJ8NDdrKMVsmHr2tg&amp;amp;hl=pt_BR#gid=0"&gt;tabela de serviços e produtos&lt;/a&gt;. No Enxame, temos comunicadores, bartenders, músicos, gente que faz gravação, curadoria musical. Essas pessoas trabalham e prestam esses serviços de acordo com um valor, que pode ser pago em dinheiro ou em&lt;a href="https://docs.google.com/View?id=dhrs7m5m_711gcf4xkdx"&gt; moeda complementar&lt;/a&gt;, trocando por outros serviços. Assim, se eu troco uma assessoria de imprensa por almoço - tudo claro, devidamente negociado, sistematizado e de acordo com valores que não desdenhem o trabalhador - com um restaurante da cidade, eu já não tenho gastos com isso. E o restaurante usa meu trabalho por um produto, que eu compraria com a moeda corrente que ele me pagaria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: center; margin: 0px;"&gt;&lt;img src="/articles/0025/2253/marcianos.jpg?1285446592" alt="Marcianos" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: center; margin: 0px;"&gt;Marciano, a moeda complementar do Massa Coletiva&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin: 0px;"&gt;
&lt;p style="text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Parte do trabalho de implantação do caixa é a noção do outro e assim, o respeito. Teve uma situação onde tive de explicar o que é a ferramenta e ouvir uma pergunta “mas eu gosto de tomar cerveja, eu vou ter que parar de tomar?” Não, não precisa, mas precisa entender o que é necessário e o que é supérfluo, precisa tomar cerveja todo dia?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 25 Sep 2010 17:58:27 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/coletividade-em-cheque</link><guid>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/coletividade-em-cheque</guid></item><item><title>Feliz ano novo, que venham as mudanças</title><description>&lt;p&gt;Dia 8 desse mês eu fiz 24 anos, e desde então, estou com os pensamentos das "promessas de ano novo" e tem algumas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preciso ser mais raçuda. Porque mais raça não faz mal a ninguém;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preciso ser mais tolerante. E isso o @lugrilli, o Lucas, me ensinou com uma tática muito boa que consiste em não mexer no que você não entende. Exemplo: tem um balde no meio da sala? Eu não entendo o motivo, eu não tiro ele dali. Para mim não faz sentido, mas deve ter explicação, nem que seja simpatia pra arrumar marido;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu vou emplacar a oficina de jornal mural que criei na faculdade em três lugares, até o meio do ano que vem. Ela é simples e acredito que vou conseguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E isso vai fazer com que eu seja mais segura, porque eu preciso acreditar em mim nem que seja um pouquinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai, acabam as promessas, porque se forem muitas a gente não cumpre, e começam os delírios - eu vou fazer mais três tatuagens até o fim do ano. E mesmo que a lenda diga que tem que ser impar, por hora terei 6 mas ano que vem faço a sétima. Sem problemas, a não ser $$ pra pagar tudo isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ai vem as coisas que não consegui (porque balanço tem dessas coisas) :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Manter o foco. E isso acarretou em -&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falar pouco com a minha mãe. É tenso, ligar em casa, é longe, ela trabalha o dia todo, eu também. De fim de semana eu trabalho ás vezes, chego tarde e acordo tarde. Ai eu escrevo, mas fico semana sem escrever também. E ela fica chateada, eu sei. E ninguém nunca vai entender as noias que eu tenho com minha família e telefone. Se você já me ouviu falando, saiba que com minha mãe falo o dobro. E não é pouco, ah, não é mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não terminar os trabalhos no núcleo de mapeamento e pesquisa do Fora do Eixo Card. Cara, eu não sei onde foi que eu perdi a mão, e ao invés de conciliar as coisas como sempre fiz, não deu. Propus um projeto para agosto e não dei continuidade. E não quero me martirizar, mas foi muita cabacice e falta de noção na gestão. Fui fazendo outras coisas e não terminei. Não criei a comunidade que propus, não terminei o manual, não terminei, ponto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não terminar de arrumar o quintal da sede do Enxame, onde estava cuidando da composteira e de uma possível horta, o que fez com que a composteira fedesse e desandasse. Mas acho que tem salvação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pagar minhas dívidas. Sim, devo, não nego e pago quando puder mesmo. No momento, não to podendo =)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estudar, nem que fosse o mínimo, de francês. Porque eu gosto. E o Lucas ia me ensinar, mora comigo e ia ser de graça. Isso é muita cabacice também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ler. Faz quase 10 meses que eu não leio. A não ser revista, e pela internet. Eu não leio mais. E isso me chateia, sempre li muito, e gosto demais, principalmente jornalismo literário, que é o modo que me inspira escrever meus "textos comerciais". E se você pensar que o ano tá com quase 10 meses, é triste. Por que significa que eu não leio desde o Natal, quando minha mãe me deu o livro da Maitê Proença.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas das coisas que citei me incomodam todo dia, fico pensando em como consertar, e fico com vergonha, principalmente com relação à trabalho, porque sempre penso que tô atrasando o lado dos outros.  Mas também, em contrapartida, é só não parar. O fato de não ter feito algumas coisas significa que estava fazendo outras: o Enxame caminhou muito nesse último ano - projetos, parceiros, eventos, sede, demandas, e eu gosto de ver que fiz parte desses passos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só preciso voltar a dar os meus, pra que a caminhada aqui continue a passos largos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 21 Sep 2010 22:28:42 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/feliz-ano-novo-que-venham-as-mudancas</link><guid>http://foradoeixo.org.br/isismariaminera/sendo-como-posso/feliz-ano-novo-que-venham-as-mudancas</guid></item></channel></rss>
