
Em uma época em que as informações são trocadas em tempo real mesmo nos extremos dos hemisférios, não há sentido em abraçar uma vertente musical com a desculpa de que não há nada de novo a ser feito. Portanto, guitarras com distorções e efeitos exagerados, programações eletrônicas, vocais masculinos e femininos: São essas as combinações que melhor definem o som da Stereologica, muito melhor que uma nomenclatura de rock-hype do momento.
Sob o comando do “frontcouple” Mari B. e Roberto Moura - que dividem vocais, guitarras e programações, além da produção e composição das músicas do EP - a niteroiense Stereologica é a representante do Rio de Janeiro na primeira edição do CANJA – Festival de Artes Integradas de Bauru.

O Festival Canja vai reunir uma série de manifestações artísticas: shows musicais, espetáculos e intervenções teatrais, curta-metragens, vídeo-debate, oficinas, mostra de fotografia, palestras, além de um Encontro de Pontos de Cultura paulistas, o “Entrepontos”.



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