II Fórum de Cultura Digital - diário de bordo
November 19, 2010 - 2 comments
Entre os dias 14 e 17 deste mês de novembro estive em São Paulo para participar do II Fórum de Cultura Digital. Durante o voo o comissário de bordo já avisa o que está pro vir "vamos iniciar a descida para São Paulo, preparem-se para uma zona de turbulência". A viagem foi super tranquila e fui muito bem recebida pelo pessoal do fórum, que me encaminhou para o hostel Okupe. Fiz o check in e sai para encontrar o pessoal do Circuito no Escritório Amerê. É sempre muito bom rever os Fora do Eixo!
O dia seguinte, foi o dia do Parque do Ibirapuera! Aproveitamos a tarde livre para visitar a 29ª Bienal de São Paulo. Perambulei durante horas sentindo experiencias que despertavam sentimentos, reflexões, críticas, enfim... coisas complicadas de descrever em palavras.
Ali pelas 5 horas, todos Fora do Eixo se encontraram ao lado do auditório para uma primeira reunião. Haviam 60 de nóis em sampa. Foi interessante conhecer novas caras mesmo depois da presença em peso do Circuito para o Congresso em Uberlândia. Termina a reunião.
É hora de entrar no auditório para ver o FUTURÍVEL, momento histório da música brasileira, que reune uma miscelania da cultura nacional, colocando no mesmo palco Gilberto Gil, Princesa do Agreste, Macaco Bong, DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar e VJ Scan. Destaque para a regencia do DJ Tudo, que fez a produção musical do espetáculo.
Depois de ver tanta arte, é hora de trabalhar! Começa o Fórum, momento de todos iniciarem a articulação e mandar o rap do circuito. Hora de encontrar todo mundo, fazer parcerias estratégicas, aproximar dos novos coletivos. Expliquei pra galera do Alona como funciona o Card entendi como funciona a cena do Espírito Santo, participei de vários debates.
Os temas dos debates oficiais eram os mais variados possíveis, mas três teclas eram sempre batidas: banda larga, acesso e conteúdo, que são na verdade o que tornam possível a existencia da Cultura Digital, onde a banda larga é a estrutura por onde navega o conteúdo. Duas grandes polêmicas estão por toda parte: o controle do conteúdo disponível e o acesso a internet. A internet, como conhecemos hoje, tem um acesso livre ao seu conteúdo, porém existe um movimento que tenta limitar este acesso, trazendo um enorme prejuizo para a Cultura Digital. Se isso acontecer, vamos dar um enorme passo para tras. Seria muito burro... Sobre o acesso, ressalta-se a importancia de um programa de banda larga em todo o país, para que a internet chegue também as classes mais baixas da sociedade, que hoje têm o acesso facilitado pela existencia de lan houses, as quais, contraditoriamente, são vistas como antros de perdição.
A Cinemateca, onde aconteceu o fórum, é um lugar fantástico. Um antigo matadouro transformado em espaço cultural de alta tecnologia. Para o evento foram criados espaços que proporcionavam a integração e o nivelamento das pessoas, num conceito transversal que estimulava o debate.
No último dia tive uma queda de pressão e acabei não fazendo a tour para a loja Fora do Eixo, na Galeria do Rock, como havia planejado, e fui acolhida na casa da Mari. Conversamos o dia todo sobre o planejamento do Goma para 2011. À noite, espera de 3 horas no aeroporto, e volta pra casa. Chego bastante estimulada, com saudade da familia, do Goma e querendo dar logo o F5 da viagem para os gomeiros.
Os caminhos do MIU
November 3, 2010 - No comments yet
Esta tarde fizemos uma reunião com o MIU na Casa Verde, nova sede do Coletivo Goma. A conversa foi bem bacana. O caldo vai engrossando. Agora entram mais dois colaboradores para o portal: Gabriel Tino e Rafael Vaz.
Todos estão muitos estimulados, e querendo produzir cada vez mais. Discutimos sobre a sistematização do MIU e criamos o seu primeiro Compacto.Tec.
Conheçam o portal: http://portalmiu.blogspot.com/
biba, que apelido é esse?
September 28, 2010 - 3 comments
ahahahahahha
quase morri de rir!
este apelido é mesmo polêmico. na verdade já tentei me livrar dele várias vezes mas meus esforços foram todos em vão. não tem mais jeito. sou biba.
mas porque biba? será um travesti?
na verdade não tem nada a ver com isso. não sou gay (sem preconceito nenhum!)
a história do apelido na verdade é bem singela.
todos sabem que em minas gerais as coisas acontecem mais no diminutivo e tudo começa por ai.
eu nem me lembro dessa história, mas minha mãe me contou e disse que foi assim:
minha avó, mineira que era, me chamava de debinha e eu, criança tolinha, repetia: bibinha. daí no meu super raciocinio infantil deduzi que bibinha era o diminutivo de biba, então este deveria ser meu nome. comuniquei a todos da familia que a partir daquela data eu me chamaria biba e não atenderia mais por débora. só biba. todos acharam uma gracinha e logo adotaram o apelido, que na época (ou em ibiá) não tinha nehuma conotação.
enfim, a mutação foi essa: debora - debinha - bibinha - biba.
sem mistérios.
PCULT pesquisa Investimento dos Governos Estaduais e do Distrito Federal na Atividade Cultural
September 28, 2010 - No comments yet
Pesquisa - O grupo, formado por 4 pesquisadores representantes dos empreendimentos culturais, trabalhou sobre dados secundários produzidos e publicados pelas Secretarias de Fazenda (ou Finanças) dos governos estaduais e do Distrito Federal nas suas páginas na internet, em atendimento á Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga a publicação bimestral dos RREO - Relatórios Resumidos de Execução Orçamentária (RREO).








