Nesta seção, discutimos os projetos em andamento da equipe de Comunicação Fora do Eixo.
* Prêmio Alt Fest ! Poesia - Patrocínio Fliporto - Até 20/out
October 17, 2011 - No comments yet- Prêmio Alt Fest ! Poesia * Inscrições Gratuitas até 20 de outubro https://www.facebook.com/event.php?eid=237014813012714
- https://www.facebook.com/photo.php?fbid=266007453437915&set=a.162956723742989.28126.100000859869599&type=1&theater
- http://fliporto.net/blog/premio-alt-fest-poesia.html
Doces Torrones Presidenciáveis e os Novos Horizontes
December 4, 2010 - No comments yetpor Octávio Schwenck Amorelli
dia 25 de Novembro de 2010. 21 horas.
Velvet Pub.
dois DJs.
duas Bandas.
Branco & Schwenck discoteram a noite toda com jazz, metal, pop, hardcore e uma feijoada búlgara....
rolou até um N'Sync em homenagem a pré-adolescência dos presentes...
e que púbico legal cara....
as pessoas dançavam tudo e os bêbados elogiavam as várias vertentes musicais exploradas...
foram duas horas de som rolando...
eis que sobe ao palco uma das bandas mais legais da atualidade brasiliense.
Turrón Presidencial fez um show avassalador
a interação que banda gera com seu público é profissional e aconchegante.
os músicos tocam na maior leveza e oferecem isso ao público...
mas não só isso...
eles oferecem também torrones e discos a platéia.
oferecem simpatia e belas versões de clássicos....
Aquele momento que Antonio de Luna sentou com seu violão e falou sobre Led Zeppelin...
executou uma canção do LZIII....
belíssima por sinal....
veja aqui mais fotos do Turrón Presidencial: http://www.flickr.com/photos/turronpresidencial/sets/72157625393307999/show/
O turrón se mostrou uma sábia escolha do rock brasiliense....
fico deveras agradecido por terem aceitado o convite do Esquina para esta noite!
encerrado o show do turrón os DJs retomaram seus trabalhos num compromisso árduo de manter o ânimo do público....
mas foi possível....
Nevilton e Tereza nos ajudaram bastante nessa ação....
e alguns minutos depois vem a LAFUSA...
pro rock de Brasília os caras dispensam apresentações....
seu som é conhecido, faz sucesso e é admirado...
e agora lançando seu segundo álbum "Novos Horizontes"
Os lafusa estão com um show mais pesado... e mais romântico(?!) acordes pesados e cheios de distorção, uma bateria marcando o caos e a destruição os Lafusa fizeram um show cheio de sentimentos e distorção mas sem ser piegas, ou emo... ou broxante.... Lafusa cantou a vida cheia de som, fúria e amor no palco do velvet pub com direito a em encarnar um momento U2 um show que garante a vontade de ouvir o disco...
aliás façam isso no www.lafusa.net

e se vocês nunca viu um show do Turrón Presidencial faça isso no Evento que o Esquina está apoiando: Festival Rolla Pedra!!!!!!!!!!
www.rollapedra.com
o Turrón abre os shows do dia 11 de Dezembro!!!!!
FUTURÍVEL - A Cultura é agora!
November 16, 2010 - No comments yetGil lotou o Auditório do Ibirapuera. Num show, outras sonoridades e várias experiências.
O show foi tão bom quanto esperado. O Gilberto Gil, como chave mestra do concerto, uniu os polos convergentes do evento. A banda Princesa do Agreste conquistou o público com a humildade do som do pífano e mostrou que a cultura regional é pop nas metrópoles. Dj Tudo foi excelente e roubou a cena quando, como maestro, orientava alegremente os músicos.
Já a banda Macaco Bong foi a cereja do bolo guardada por último, mas não pro final, que deu o gosto rock in roll agridoce para o espetáculo.
Gil e “os meninos” mostraram seu entrosamento no palco e sua atenção mútua, construindo um som bonito e complexo. VDJ Scan incrementou o prato com imagens, gravadas e ao vivo, com efeitos de transposição, tornando o show multimídia.
Gil revisitou várias de suas músicas, inclusive Tropicalistas, mesclando com a sonoridade de cada um de seus parceiros de palco. Teve Cérebro Eletrónico, Bat Macumba, Aquele Abraço entre muito mais.
Resumindo todo contexto do governo de transição no show do nosso ex-ministro da cultura com a banda ícone "artísta igual pedreiro" mostra que o show foi e ainda é impressionante, histórico e político. Marco fundamental na cultura brasileira daqui em diante.
Watson, um bom disco em 2010.
November 5, 2010 - No comments yetpor Pedro Branco
Em 2010, ano de Copa do Mundo e Eleições, ouvi dizer que uma banda da cidade estava lançando um disco. Watson. Uma pequena banda de Brasília – nossa capital – que se lançou à cruzada que é gravar um disco em 2010. O disco reúne 12 faixas originais, que passeiam pela trajetória da banda, iniciada em 2002, quando a primeiríssima formação da banda disparou um processo que culmina no lançamento de seu primeiro álbum justamente este ano, já tão preenchido (já que esta cidade encosta, inteira, à beira da estrada para ver qualquer caravana passar, e depois volta ao tédio da superquadra, da lei seca e dos mesmos e vazios dias da semana). [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8002oLxgSDQ] Se Brasília é assim tão pequena, como deixamos passar tão despercebido o som produzido por estes 4 músicos fantásticos? Talvez seja porque todo bloco sabe o quanto tem pra saber, e ninguém sabe ir além do bairro em que foi criado. Talvez seja até por isso que nós (digo, vocês), brasilienses, enchem tanto a boca pra dizer que a cidade que nos cerca não tem identidade, não tem cultura, nada pra fazer. OK, não tem mesmo nada pra se fazer. Mas nós sempre vivemos com isso, e a cada geração que entra, os problemas parecem os mesmos, porque toda estrada parece igual, mas não é. E ainda bem que não é, porque é desse tédio e do sentimento de crescer em uma cidade adolescente que brotam as letras do vocalista e guitarrista Miguel Martins. Não acredito em bons poemas: a poesia é algo como um gás, que se pode pegar emprestado, soprar na superfície de qualquer folha de papel na tentativa de impregnar dela as palavras que escolhemos – e que depende só do quão fundo conseguimos respirar. É assim, de um fôlego só, que as letras, simples e poderosas, nos atingem por sua sinceridade, força, e por, às vezes, beirar o banal de todo dia, nos parecendo, assim, estranhamente familiares.
Os arranjos são cuidadosos e detalhistas: não ficam devendo nada a grandes bandas, e, embora possamos facilmente associá-los a algumas de suas fontes de inspiração, o Watson cria para si uma indumentária sonora bastante peculiar, que rasga a roupa a golpes de palheta, tentando descobrir sua identidade. Assim como Brasília, afinal, uma adolescente em crise, que todo mundo diz que não tem nada pra fazer, mas que eu acho que já está na idade de sair quebrando tudo e tirar leite de pedra pra se divertir, porque tão dizendo que falta cultura nesta cidade, é porque tá todo mundo caçando alguma caravana pra ver, ao invés de viver, crescer e, quem sabe, morrer BRASILIENSE. De verdade. Não ligue a TV.
Não leia os jornais.
Use.
Abuse.
Esprema.
Ouça.
Ouça “Quitinete”, “Notícia do dia 3” e “Bolero”, na minha opinião, os pontos altos do disco. “Quitinete” tem um riff fantástico, todo redondo (e pop), mas não deixa de dar espaço a um som mais experimental, como também em “Notícia do dia 3”, um quase noise, que me fez pensar em Sonic Youth (aliás uma constante discreta ao longo de várias faixas do álbum) porque tem um peso muito interessante e aquela pegada riot rock dos anos 90. “Bolero” já é mais tradicional, uma baladinha mais estilo “Creep”, mas a letra é fantástica. Aliás, pela letra eu ressalto “Emitivi apresenta”, algo como um manifesto bem claro a respeito da forma como as coisas acontecem no mundo da música, cuja antítese talvez seja “Tupanzine” (uma fotografia batida em um show fracassado?), uma realidade muito mais próxima do cenário musical de Brasília, hoje.
O disco é muito interessante, e nele se percebem momentos muito claros em termos de amadurecimento musical. Nele se encontram a força que impulsionou o Blur, a pegada dançante de Franz Ferdinand, a influência forte do pós-punk. Os elementos estão à procura de identidade. Mas é uma trajetória fascinante.
o disco da Watson se encontra disponível no site oficial da banda. http://www.bandawatson.com.br/
congresso FDE e Jambolada. Uma boa viagem.
October 28, 2010 - No comments yettexto, videos e fotos: Octávio Schuenck Amorelli
Antes de tudo
Esse post se perde em palavras e tempo... começou a ser redigido no dia 18 de outubro e por inúmeras vezes as redes de blog bem como minha máquina se recusaram a aceitá-lo. Uma intervenção cósmica, talvez. Proibindo sua publicação. Vai saber...
Mas assim começará:
uma boa viagem.
era isso que eu esperava. Então fomos lá Fernando Jatobá, João Paulo Campo e Octávio Schuenck, do Coletivo Esquina (DF) juntos de Vanildo, do Dona Zefinha - RedeCEM e Yuri Malcher, guitarrista da Paris Rock e membro do Megafônica de Belém do Pará. 420 km, 3h30 dirigindo no uninho que minha mãe não veja isso. fiz questão de comandar a trilha sonora da viagem com Rinoceronte, Cachorro Grande, Arctic Monkeys, Tereza, Móveis Coloniais de Acajú e etc. 
Então antes das 10h da segunda-feira, 11-10, estávamos lá na Universidade Federal de Uberlândia, sede do evento, ambiente que sediou momentanemente as idéias que transformam a cultura nesse país, e em alguns outros! Eu sou o novato no Esquina, e no fora do eixo. então rolaram uns momentos: "tá vendo, aquele ali é o Pablo Capilé! " "Essa ali é a Marielle" "Ta vendo todas essas mulheres, elas são a sustentabilidade do movimento, elas encabeçam tudo" "Aquele ali é o Talles" um tanto de nomes que eu tinha apenas lido na internet . 
foi aí.
Começou o 3º Congresso Fora do Eixo e que congresso! Muitos retrospectos, muitas idéias, algumas boas outras nem tanto... mas foi bom ter essa tempestade toda... agora estamos aqui assentando as idéias com calma.
Foi muito bom ouvir Claudio Prado soltar diariamente pílulas de sobrevivência, pérolas espirituais e de vivência
"Não é a Maconha que leva ao crack. É o leite. Todo mundo começou com o leite." Claudio PRADO 2010
Ou os estados e dimensões de vivência necessários, pois há uma nova dimensão entre o tempo e o espaço: é o TESÃO. Com certeza esse cara é genial!
E é essa genialidade que habita ou pode habitar a todos que estão ligados a esse movimento.
Foram muitas revoluções por hora... Mentais... Algumas que bagunçam as idéias outras um tanto esclarecedoras... e idéias loucas.... cara... dinheiro que não é dinheiro do governo... CuboCard, GomaCard, Palafita, Lumoeda....
Agora que as idéias tão mais sólidas é possível ver que o congresso Fora do Eixo foi na verdade uma terapia de grupo, um encontro para motivar e manter o circuito. 
Mas ó... para um congresso que reuniu quase 300 músicos e produtores faltou música hein! Todos, e nessa me incluo, levaram o seguinte pensamento “ah, nem vou levar minha viola... com certeza alguém vai levar... e aí fazemos um som” Eu vi talvez um só violão no congresso com Vitoriano... e faltaram jams! Rodas! Ensaios abertos... Mas talvez faltasse tempo para tanto, e por outro lado a “falta” de música no congresso fez com que a vontade de tocar, publicar, gravar, compor aumentasse. Garanto que aumentou muito. A volta para Brasília garantiu a (re)criação de antigos projetos musicais
De qualquer forma os momentos finais do congresso foram interessantes...
E terminou muito bem, hein? JAMBOLOVE... digo.... Jambolada 2010 
CABRUERA, DOM CAPAZ, FALSOS CONEJOS, EMICIDA, OTTO, AUTORAMAS, PORCAS BORBOLETAS, CAMARONES ORQUESTRA GUITARRISTICA... 

Shows sinestésicos... cores, danças e sons... forró esferográfico, pé na porta e soco na cara, semáforos, a 300 km/h, A WebTv Fora do Eixo fez a cobertura do Festival e você pode conferir aqui
Para não dizer que o congresso não teve música, um dia antes do Jambolada o Espaço Goma realizou o que foi a sua última noite fora do eixo em sua sede
E ficam aqui alguns vídeos dessa noite:
Tereza faz um "Ilha Banango" a capella no Bar
Pós show da noite fora do eixo... e todos somos amigos....
Música nova da Tereza na Noite Fora do Eixo em Uberlândia
Foi um prazer estar nesse congresso... e vamos continuar na batalha. Saudações Esquineiras!






