Poesia - C.Talesman - O 2º Mundo Sem Bibliotecas
August 30, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O 2º Mundo Sem Bibliotecas
1. Povo
Recebe tua miséria
Mês a mês é uma fome
Dia a dia é uma tristeza
Que consome o cérebro
É um falta de ar no hospitl
É um guerra civil sazonal
É um sentimento de andar de lado
É um sorriso no mês do espetáculo
2. Governo
Aprecia o teu reinado democrático
Onde o analfabeto é prioritário
Em mudar o mundo com o voto comprado
É um desvio de fluxo singular
É uma mantenimento da campanha deseducacional
É um patrocínio à arte imbecil
É uma pesquisa mentirosa no jornal
É o uso do tráfico de armas, drogas e informação
3. Manifestação
Festeja a tua ação
Sem o príncipe de Maquiavel
Achará graça e impedimento
É um tédio em pouco conhecimento
É um desconhecimento dos órgãos de cobrança
É um anarquismo de envergonhar Bakunin
É o não contato com o alien do Ministério Público
São uns idiotas brincado de falar verdades
Sem pedra angular, que nem bêbados
4. Gênios
Eles não existem mais
Por aqui, quando a biblioteca morreu
Deixaram de nascer
Nunca mais veremos um Chopin, Russerl
Nem uma cabeça de Platão
Porque as Ordens resolveram-se
Pela harmonia com a corrupção
Esquecer junto com o Mundo
Bolsa Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2012
August 27, 2012 - No comments yetBolsa Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2012
BOLSA INTERAÇÕES ESTÉTICAS – RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS EM PONTOS DE CULTURA 2012
Rua da Imprensa, 16 – 6º andar / Setor de Protocolo – Castelo
Rio de Janeiro – RJ
CEP 20030-120
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Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 9ª Edição - 2012
August 27, 2012 - No comments yetPrograma Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 9ª Edição - 2012
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redenacional9@funarte.gov.br
Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico e Artístico em Música 2012
August 27, 2012 - No comments yetBolsa de Aperfeiçoamento Técnico e Artístico em Música 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
A Funarte publicou, no Diário Oficial da União do dia 16 de agosto de 2012, quinta-feira, o edital da Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico e Artístico em Música.
Módulo A: oito bolsas para cursos/estágios no Brasil com duração de três a seis meses, no valor de R$16 mil;
Módulo B: 10 bolsas para cursos/estágios no Brasil com duração de seis a doze meses, no valor de R$ 31 mil;
Módulo C: oito bolsas para cursos/estágios no exterior com duração de três a seis meses, no valor de R$ 35 mil;
Módulo D: 10 bolsas para cursos/estágios no exterior com duração de seis a 12 meses, no valor de R$ 65 mil;
BOLSA DE APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO E ARTÍSTICO EM MÚSICA
Rua da Imprensa nº 16 sala 1308
CEP: 20030-120 − Rio de Janeiro – RJ
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- (16/08/2012) Ficha de Inscricao_Bolsa Funarte de Aperfeicoamento Tecnico e Artistico em Musica
- (16/08/2012) Formulario de apresentacao do projeto_Bolsa de Aperfeicoamento em Musica_2012
Telefones: (21) 2215-5278 / 2279-8109 / 2240-5151 / 2279-8601
Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2012
August 27, 2012 - No comments yetBolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
Categoria A: Bolsa Estímulo à Criação Artística, que contemplará 10 projetos
Categoria B: Bolsa Estímulo à Produção Crítica, que contemplará cinco projetos
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Mais informações
Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua (Circo, Dança e Teatro) – 2012
August 27, 2012 - One commentPrêmio Funarte Artes Cênicas na Rua (Circo, Dança e Teatro) – 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
2) Avaliação, também feita por comissão específica, formada por seis membros, sendo cinco especialistas em arte circense e um da Funarte, que a presidirá. são os seguintes os critérios a serem adotados pela Comissão de Seleção: excelência artística do projeto, sua criatividade e inovação, qualificação dos profissionais nele envolvidos; sua viabilidade prática; e coerência do cronograma e do orçamento propostos
3) Análise da Documentação Complementar – consulte o item 7.3 do edital para mais informações
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Mais informações
circo.funarte@gmail.com
Tel.: (21) 2279-8034.
Prêmio Funarte de Música Brasileira 2012
August 27, 2012 - No comments yetPrêmio Funarte de Música Brasileira 2012
2) Avaliação da Comissão de Seleção – de caráter eliminatório e classificatório, de todos os projetos habilitados na etapa 1;
3) Análise documental – verificação, eliminatória, da situação fiscal e documental dos proponentes dos projetos selecionados.
Veja detalhes sobre o processo de avaliação, a Comissão de Seleção e seus critérios nos itens 8, 9 e 10 do edital.
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Mais informações
Centro da Música (Cemus)
Tels: (21) 2215-5278 / 2279-8109 / 2240-5151
E-mail: cemus@funarte.gov.br
XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012
August 27, 2012 - No comments yetXII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO
Centro de Artes Visuais / Funarte
Rua da Imprensa nº 16, 13º andar, sala 1303 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
CEP 20030-120
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marcferrez2012@funarte.gov.br
Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 5ª Edição
August 27, 2012 - No comments yetPrêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 5ª Edição
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
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premiomav.fnc@funarte.gov.br
Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna/2012
August 27, 2012 - No comments yetPrêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna/2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
A Fundação Nacional de Artes – Funarte publicou, no Diário Oficial da União, de quarta-feira, 15 de agosto de 2012, a portaria referente ao edital do Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna. Com investimento total de R$ 6 milhões, o Prêmio vai contemplar 82 projetos em três categorias: A)Circulação de espetáculos; B) Atividades artísticas – artistas consolidados e C) Atividades artísticas – novos talentos. Podem participar associações, cooperativas, companhias, coletivos, grupos ou empresas de natureza cultural, além de artistas independentes. Os prêmios variam entre R$ 40,5 mil e R$ 100 mil.
Categoria A: Circulação de Espetáculos
Categoria B: Atividades Artísticas – Artistas Consolidados
Categoria C: Atividades Artísticas – Novos Talentos
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Mais informações
danca@funarte.gov.br
(21) 2279 8014
Prêmio Funarte Petrobras Carequinha De Estímulo Ao Circo/2012
August 27, 2012 - No comments yetPrêmio Funarte Petrobras Carequinha de Estímulo ao Circo/2012
INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 1º DE OUTUBRO DE 2012
Foi publicada, na quarta, 15 de agosto, no Diário Oficial da União, a portaria referente ao edital do Prêmio Funarte Petrobras Carequinha de Estímulo ao Circo / 2012. Serão contemplados 159 projetos voltados para a área de Circo, em sete categorias: Circos de lona, Mérito artístico, Números, Espetáculos, Eventos, Formação e Pesquisa. O aporte financeiro é de R$ 6 milhões.
Av. Rio Branco, 179 / 7º andar – Centro
Rio de Janeiro (RJ)
20040-007
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Mais informações
circo.funarte@gmail.comTel.: (21) 2279-8034
Poesia - C.Talesman & Layanne Raquel - Fada Digital
August 23, 2012 - No comments yetO ambiente eram pessoas
Dentre muitos, esbarrei
Em um poesia de virada
E de oi e abraço bem apertado
Caminhamos afastando-se das pessoas
Sentindo tão bem
Vim ver se tu estavas online
Para te contar que te encontrei em um sonho
45 73 74 61 76 61 20 61 6e 64 61 6e 64 6f 0d 0a 55 6d 20 6c 75 67 61 72 20 73 65 6d 20 6f 6e 64 65 0d 0a 4f 20 61 6d 62 69 65 6e 74 65 20 65 72 61 6d 20 70 65 73 73 6f 61 73 0d 0a 44 65 6e 74 72 65 20 6d 75 69 74 6f 73 2c 20 65 73 62 61 72 72 65 69 0d 0a 45 6d 20 75 6d 20 70 6f 65 73 69 61 20 64 65 20 76 69 72 61 64 61 0d 0a 45 20 64 65 20 6f 69 20 65 20 61 62 72 61 c3 a7 6f 20 62 65 6d 20 61 70 65 72 74 61 64 6f 0d 0a 0d 0a 43 61 6d 69 6e 68 61 6d 6f 73 20 61 66 61 73 74 61 6e 64 6f 2d 73 65 20 64 61 73 20 70 65 73 73 6f 61 73 0d 0a 51 75 61 6e 64 6f 20 73 65 6e 74 61 6d 6f 73 20 70 72 61 20 63 6f 6e 76 65 72 73 61 72 2c 20 61 63 6f 72 64 65 69 0d 0a 53 65 6e 74 69 6e 64 6f 20 74 c3 a3 6f 20 62 65 6d 0d 0a 56 69 6d 20 76 65 72 20 73 65 20 74 75 20 65 73 74 61 76 61 73 20 6f 6e 6c 69 6e 65 0d 0a 50 61 72 61 20 74 65 20 63 6f 6e 74 61 72 2c 20 71 75 65 20 74 65 20 65 6e 63 6f 6e 74 72 65 69 20 65 6d 20 75 6d 20 73 6f 6e 68 6f
55 6d 20 64 69 61 20 71 75 65 6d 20 73 61 62 65
Poesia - C.Talesman - A Opinião Dura Uma Noite
August 23, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Opinião Dura Uma Noite
Enquanto todos ganham
Uma olheira
O artista ganha
Uma arte nova
Como a opinião dura uma noite
E a arte é eterna
Enquanto não desaparecer
Ser artista é isto:
Abusar da insônia
Poesia - C.Talesman - A Comédia Nunca Resolverá O Mundo
August 23, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Comédia Nunca Resolverá O Mundo
A comédia nunca resolverá
Nada: os idiotas riem
Da vida porque não tem conhecimento
Para mudá-la
É uma virada alegre
Diferentemente do Coringa
Poesia - C.Talesman - A Retirada Da Pedra Da Paz
August 22, 2012 - No comments yetPoesia - Daniel Alcazar - Com Levandowski, Todo Mundo Leva
August 22, 2012 - No comments yetPoesia - Daniel Alcazar - Com Levandowski, Todo Mundo Leva
Nesta patifaria de política que existe
No Brasil todo mundo tá Levandowski
Os políticos Lewandowski a grana
Do povo e são encobertos
O funcionariado público está Levandowski
O movimento de valorização da classe
E a sociedade em geral, no meio
Deste panelão, está Levandoswki
A culpa pela imensa podridão
Poesia - C.Talesman - WikiLeaks Ou O Coração Sem Cor
August 20, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - WikiLeaks Ou O Coração Sem Cor
Julian, nós te amamos
a União matrimonial com teu movimento
aLegra os nossos dias na solidão
a Insurreição contra os indiscriminados
Aumenta nossa Constituição de Justiça
Nisso tramamos
Assim no escuro, nós quebramos crimes ocultos
Até Saciarmos nossa escuderia
Sábio foste tu em um tempo de ilusão
Ansioso pela vitória dos menores
Negativo aos inescrupulosos lordes do dinheiro
Entregaremos a ti a vigília, a ajuda e o Nobel da Paz
Programa - Petrobrás Cultural 2012 - Seleção Pública De Projetos
August 18, 2012 - No comments yetPrograma - Petrobrás Cultural 2012 - Seleção Pública De Projetos
Esta área busca patrocinar a produção literária de escritores de ficção e poesia, com inteira liberdade de formas e gêneros, que já tenham demonstrado consistência, originalidade e potência criativa em trabalhos anteriores.
Verba total: R$ 1 milhão
Valor máximo por projeto: R$ 60 mil
Período de realização: entre julho de 2013 e junho de 2015.
Poesia - C.Talesman - A Liberdade Da Pussy Riot
August 18, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Liberdade Da Pussy Riot
Jean Paul Sartre ficou chateado
Poesia - C.Talesman - A Espera É A Meta Dos Fracassados
August 18, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Espera É A Meta Dos Fracassados
A vida, o sentimento, a vontade
O estudo, a inteligência, a mudança
A Filosofia, A Ciência, o trabalho
O que seria o mundo
Se o esperássemos acontecer?
O que seria de nós
Se esperássemos como meta?
Em algum lugar
Alguém sonhou diferente
Poesia - C.Talesman - Auto-ofensa
August 17, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Auto-ofensa
Rs
Recebia todas as madrugadas
Rs
Pelo seu intelecto e ativismo
Rs
Por cada frase que dizia
Rs
Por cada revolução que fazia
Rs
Quando resolveu a usar a vingança poética
Kk
Aquilo de transformar idiotas em poesia
Kk
Aquela que ria, sentiu-se vitimada
Kk
Acusando aquele que a ensinava
Kk
De uma imensa grosseria
Kk
Assim são os seres humanos:D:
Ingratos e filhos da.. rs
Gargalham de tudo kk
Poesia - C.Talesman - O Meu País Presta. Ou Você Que Não Presta Ao Meu País
August 17, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Meu País Presta. Ou Você Que Não Presta Ao Meu País
Com seu pessimismo, poser da Filosofia
Quase religioso, mantendo inconscientes coletivos
Pela luta da liberdade de opressão
Assim muitos lutam próximo de mim
Sem nunca conseguir apoio
O meu país é rico, eficiente e inteligente
Para mantermos isso precisamos
Rapidamente de sua retirada
Para um país longínquo
Onde a corrupção seja não visível
Não por causa da falta de estudo do povo
Mas pela sua imensa capacidade de rir
O meu país presta, senhor
Você que nunca prestou ao meu país
Aqui seu passaporte, não de exílio
Mas que seja feliz onde achem bonito
Discursos de um bandido abertamente
Pela liberdade, estarei lhe esperando
Com munição para separar-lhe os átomos
Caso venha novamente ameaçar a paz coletiva
De cidadãos que só querem o bem
Porque não deixarei mais que um seja
Agente da morte de vários
Nós paramos de rir e assumimos um lado:
A defesa do nosso povo
Dream Theater - A Nightmare To Remember
Poesia - C.Talesman - Nem Toda Poeira Se Faz Necessária
August 15, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Nem Toda Poeira Se Faz Necessária
Dos planetas que conjuntos de asteroides
Um encontro de choques é descobrir:
Mesmo na eletromagnetividade
Algumas poeiras ficam de fora
Poesia - A Fidelidade É Para Os Fracos
August 15, 2012 - No comments yetPoesia - A Fidelidade É Para Os Fracos
O que é a verdade para a História?
Se ela é contada pelo lado ganhador
De debates e guerras
Onde é que nos formamos?
Senão na qualidade de observador
A nossa faculdade é a aceitação
A não ser que a pintura se quebre
A não ser que você se rebele
Da fidelidade que tem a essa única fonte
Um gênio capta tudo em si mesmo
Um gênio seca tudo de outros
Poesia - C.Talesman - Subitamente O Mundo Despertou Com Uma Luz Oriental
August 15, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Subitamente O Mundo Despertou Com Uma Luz Oriental
Ser humilde
É para os infiéis
De Nietzsche
O homem que matou
Deus e o Ocidente
Pode ver o quanto podemos
Ser felizes e livres
Sem mestres invisíveis
Poesia - C.Talesman - Os Filhos De Banksy
August 15, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Os Filhos De Banksy
Assim como o justiceiro mascarado apaixonA
Na medida em que na rede é espalhado um poléN
Os amigos da Teoria Existencial do Caos NomeadO
No anonimato na Namíbia ou CaymaN
Ynteligentes com a coletividade hdmixY
Marcharemos contra os ricos de encontro a maquiageM
Obrigado, irmãos, obrigadO
Unidos com ímã planetário em forma de U
Salvadores da Real Liberdade dos Grupos HumanoS
Fora do Eixo Comunica: Circuito Amazônico De Festivais Independentes
August 15, 2012 - No comments yet![]() |
|
festejoberadero
wordpress.com
novembro de 2013
Saint Laurent du Maroni (GUF)| Atipa Reco
ContatoProdução e Assessoria de Imprensa Casa Fora do Eixo Amazônia Contatos Caio Mota - Coordenador Circuito Amazônico de Festivais Independentes caio@foradoeixo.org.br 91 9109-6258 |
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Poesia - Lincoln Moreira - Devaneio N º2
August 10, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Devaneio N º2
E eu olhei tua face e vi que universos se criavam
Fui jogado contra a parede e vi que o sussurrar
Do silêncio na noite e nos ventos, era o grande mistério
Encostei minha face nas estrelas e senti o gosto do universo em formação
Peguei os versos e desfiz como em dança desatinada
Nem a poesia se fez nesse momento. A poesia parou
A poesia esteve, mas não se manifestou. Fitou-nos
Toquei no antro dos antigos profetas que me sussurravam já sem paciência:
É ela! É ela! É ela! É ela! É ela! É ela! É ela! É ela! É ela!
Poesia - Lincoln Moreira - Mono-amor
August 10, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Mono-amor
Eu estou bem
Nada mais pode acontecer
Pra algúem que morre silenciosamente
Sofrimento mudo. Meu amor é um monólogo
Eu estou bem
Nada mais pode acontecer
Sem chão, vou caminhando
Nada mais pode acontecer
Eu sei o que tenho que fazer
Nada mais pode acontecer
Tarde demais
Nada mais pode acontecer
Eu estou bem
(Eu minto muito bem)
Mono-amor
Poesia - Lincoln Moreira - Devaneio N°3
August 10, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Devaneio N°3
Em meu peito queima a chaga
A doer o negro amor
O coração pesado, de chama amarga
Arrastado floresta adentro
Espinhos venenosos a escorrerem
Das entranhas fatigadas em tormentos
O sangue lúgubre mortal dos prazeres
No crepúsculo de Prometeu
Mártir sem pensar, palavras
Fora do lugar
O amor confundido em clepsidras
De morte - coração pesado -
Floresta adentro é arrastado
Embebecido de conhaque e cidra
Desconhecida, mórbida... jardim de Hades
Pesares em ódio subestimado
Amor de outrora pelos ares
Poesia - C.Talesman - Futuro Contínuo
August 9, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Futuro Contínuo
Quando voltar, pega a saudade
Que eu guardei em meu quintal
Para esquecer um pouco
Como é bom ver
Teu sorriso de luz
Quando voltar, pega a esperança
Que eu guardei nos meus sonhos
Para esquecer um pouco
Como é boa a realidade
Dos teus cabelos
Quando voltar, pega o amor
Anterior a tua partida
Volta no tempo
Com uma volta
Em um futuro contínuo
Poesia - C.Talesman - O Buraco Da Riqueza
August 7, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Buraco Da Riqueza
Os diamantes brilharão nas gargantilhas
As madeiras servirão de escultura milionária
O ouro alimentará a inveja dos dedos
O petróleo abastecerá as pick-ups 4.0
O gás natural abastecerá a exploração de crianças
Nas fábricas de aumentar buracos
Falsa paz
Construída com sangue
Há exploração
Pelo crime organizado internacional
O povo africano é oprimido
É mantido em cativeiros
Estando livres ou não é um exílio
Sem o básico, os africanos morrem:
Assassinatos, fome, guerras civis
Estupros, humilhações, mutilações
A tortura do terror e os buracos vão aumentando
Poesia - C.Talesman - Destino: Voo Da Morte
August 5, 2012 - No comments yetA c a i x a l a r a n j a
N o s p r é d i o s
P ó s - r e v o a d a
D o s m i l a v i õ e s
C h o r o d e u m l a d o
A l e g r i a d o o u t r o
V i n g a n ç a o u r e v o l u ç ã o?
Poesia - C.Talesman - Aokigahara
August 5, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Aokigahara
Pela honra do seppuku samurai
A Floresta Suicida é assombrada hoje
Pela vergonha e medo de outros
Que dolorosamente desistem para encontrar
Alguma paz ou uma fita de volta
*AOKIGAHARA - SUICIDE FOREST
Poesia - C.Talesman - Os Poetas Reciclam O Mundo
August 5, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - O Mundo Que Eu Vi
August 5, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - O Mundo Que Eu Vi
Esta é Santos como você nunca viu
Do lado de dentro do balneário
Praias lotadas
Jardins monumentais
Turistas barulhentos
Café paulista
Jardim de orla
Maior do mundo
Num salto de paraglider
Do alto do Morro do José Menino
Cafeterias italianas
E um lírico milk-shake de café
Casarões azulejados
Super-feijoada paulista
Cidade quieta
Antiga
Deve-se chegar com a alma leve
Virar-se pássaro
Sentar-se e ver a vida passada passar
No calçadão, a mureta sinuosa
Acompanhar o traçado irregular da pérgula
Formigas gigantes para vestir de boneca
Café carioca
Alforria dos escravos
Cassino Mont Serrat:
A jogatina dos endinheirados
Santistas mascarados
Santos está em qualquer mapa do mundo
Pela saudade dos que se foram
Pela alegria dos que chegam
Pela beleza dos que ficam
Era o fim
Três vidas: café, modernidade, farofa
Farofeiros santistas
Copacabana Palace paulista
Porte monumental e os lindos vitrais estão lá
Palacetes decrépitos
Trens do valongo
São paulo railway
As mil e uma noites
Do essencial kama sutra
Fonte inesgotável de prazer
Ilusões perdidas
Cristal da boêmia
O paulista é uma beleza
O paulista tem um céu irrestrito
Santos virou-se de costas pra si mesma
Santos virou-se de costas pro mundo
E é assim o mundo que eu vi
Meigos balanços infantis
“Eu fui na fonte do Itororó
Beber água, não achei
Achei bela morena
Que no Itororó deixei”
...
Da fonte
Só sobrou um cano, seco
Do Itororó
só restou a lembrança
que ficou no lirismo ingênuo
Da canção infantil
E basta
Poesia - Antonio J. Cordeiro - Quantas Vezes
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Antonio J. Cordeiro - Quantas Vezes
Na rua e sentiu um perfume e
Lembrou de alguém que gosta?
Quantas vezes você olhou
Para uma paisagem em uma foto e
Quantas vezes você olhou
Para uma pessoa nas ruas e
Pensou: eu te conheço de algum lugar?
Quantas vezes você esteve do lado
De alguém e sua cabeça não estava
Ali?
Quantas vezes você já se arrependeu
Quantas vezes você lembrou dos desenhos
Animados que viu quando era Pirralho?
Quantas vezes você viu
Lembrou de algo bom?
Quantas vezes você gelou
Não tem aquela música que
Você não gostava de ouvir
Porque lembra algo que você fez
Quantas vezes você lembrou
De alguém que você quer
Poesia - Hugo Lima - Caminho-de-mesa Com Motivos
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Caminho-de-mesa Com Motivos
Bordo seu nome na pele
Com inúmeros pontos coloridos:
Em cada ponto, um motivo
Lentamente, vou te costurando
Ao meu corpo
Linha por linha, fio por fio
Ponto por ponto
Compondo, com cautela
O tecido adiposo do amor
Eis a maneira que encontrei
Para estendê-lo sobre mim
Poesia - Antonio J. Cordeiro - Eu Não Sei Viver Sem Você
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Antonio J. Cordeiro - Eu Não Sei Viver Sem Você
Quando a noite chegar
Estarei pensando em você
Se a saudade apertar
Ficarei pensando em você
Se você demorar
Sei que vou me aborrecer
Quando você me abraçar
Sei que vou me comover
Se outra garota me encontrar
Estarei pensando em você
Se o meu coração se apaixonar
Ficarei pensando em você
Volta pra mim
Tente entender
Venha pra mim
Eu não consigo te esquecer
Quando você voltar
Estarei esperando você
Se você logo chegar
Estarei surpreendendo você
Se algo errado eu te fiz
Por favor, meu bem me perdoa
Se você quiser ser sempre feliz
Aceite-me e viveremos numa boa
Quando você me desejar
Sei que vou te querer
Quando você me beijar
Sei que vou te aquecer
Volta pra mim
Eu não quero te perder
Venha pra mim
Eu não sei viver sem você
Poesia - Márcia Bueno - A Espera
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Márcia Bueno - A Espera
É um veneno doce
Que me mata tão sutilmente
A esperança – placebo da alma
Alimenta essa quimera
Que terá a duração exata
Da minha vida, dessa espera
Poesia - Márcia Bueno - Asas
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Claudemir Resende - Ilusões
August 4, 2012 - No comments yetPoesia - Claudemir Resende - Ilusões
Quantas importâncias o homem tem
Neste deserto repleto de vaidade
Ante a ignorância as loucuras vem
Para dar cores a esta estranha realidade
O meu orgulho é o espinho em minha carne
A pedra.. o gato.. o cão.. o verme
Todos somos o que somos e sem alarde
Porque somos, somos todos iguais num mesmo cerne
Estamos num mundo estonteante
Divididos em nós mesmos
Somos a diferença para nos sentir transbordantes
Da fantasia do especial.. caminhamos a esmo
O cerne de tudo está no ser
Tudo que é, sempre será todos os és, no entanto
Na minha vaidade só consigo pensar no ter
De ter a ilusão de que só posso estar me amando
Festival - 4º Festival Amazonas De Dança - 5 a 11 de AGO/2012
August 3, 2012 - No comments yetPoesia - Márcia Bueno - De Repente Me Deu Tanta Pena
August 3, 2012 - No comments yetPoesia - Márcia Bueno - De Repente Me Deu Tanta Pena
Ela me pareceu tão inocente
Frágil e delicada como uma criança
Uma boneca de louça prestes a se quebrar
E eu a olhei sem nenhuma maldade
Um analista me disse uma vez
Que isso se chama maturidade
A capacidade de enxergar o outro
Não como um rival
Ou como alguém que lhe magoou
Ou lhe fez mal
Mas apenas alguém normal
Um ser humano
Passível de erros e acertos
Aí (pode até ser presunção da minha parte)
Me sinto tão acima de tudo
Num nível descomunalmente alto
Em que não posso ser alcançada
Só que o exagero da altura
Também me impede de ser tocada
Fadada à solidão eterna
Eu não pertenço a esse mundo
Meu deus, por favor
Me deixe voltar pra casa
Luneta Mágica Lança 'Amanhã Vai Ser O Melhor Dia Da Sua Vida'
August 2, 2012 - No comments yet1. ASTRONAUTA
2. NÃO ACREDITO
3. LARGO SÃO SEBASTIÃO
4. CINCO BOLAS DE SORVETE POR APENAS UM REAL
5. AQUI NUNCA NASCERAM HERÓIS
6. SÁBADO
7. GUARDA-CHUVA
8. MANAUS 14:00
9. EMBARCAÇÃO
10. O VENTO E AS ÁRVORES
CRÉDITOS:
Luneta Mágica:
Chico Só - guitarra, baixo, violão, efeitos
Pablo Araújo - guitarra, violão, vocal, efeitos
Diego Souza - sampler, sintetizador, programações, efeitos, baixo, guitarra, teclado, vocal, percussão, violão
Músicos convidados:
Eron Oliveira - bateria acústica
Fábio de Melo - violino
Alexander de Carvalho - violoncelo
Projeto gráfico e arte visual:
Otávio Tersi
Gravação:
Rafael Rebelo - em Manaus, Amazonas.
Mixagem e Masterização:
Moysés de Carvalho - em Buenos Aires, Argentina.
Todas as músicas por Luneta Mágica
℗&© 2012 Invern Records. Todos os direitos reservados.
Poesia - Mário Orestes - O Limite De Tudo
August 1, 2012 - No comments yetUm “pelo amor de Deus”
Não vai me salvar
O meu funeral
Perto agora está
Quem são essas pessoas que chacinam o meu simplismo?
Ofendido e culpado eu não posso responder
Olhe para mim
E me deixe falar
Quem erra consensa
Todos nós erramos
Inteligentes possuímos muita coragem no sangue
Viemos do barro? Não. Pro barro iremos
Existe limite
Pra tudo no mundo
Se você aguenta
Com licença, eu não
Carrego uma arma e descarrego em minha cabeça
Única saída. Livre homem agora eu sou
Poesia - Mário Orestes - Madrugada Urbana
August 1, 2012 - No comments yetA criança distraída
Com uma bala está caída
Fardados num carro numerado
Com prazer a violentaram
Juventude na esquina
Trocando mesma seringa
Por um trocado vendendo o corpo
Inconsciência e caráter pouco
Poesia - Mário Orestes - O Crucificado
August 1, 2012 - No comments yetPai, meu pai
Escute-me um momento
Compreenda minha dor e sofrimento
Se um dia jurei lhe servir
Durante anos, nunca lhe traí
Sei que sofri algumas tentações
Mas humano normal eu sei que sou
Enganei milhares de pessoas
Cumprindo uma ordem sua
Meu amigo, Judas eu traí
Se eu ouvisse-o não estaria aqui
Não possuo mais dignidade.
Minha mãe Maria estupraram
Me crucificou sem um motivo
E se você se considera Deus
Explica-me porque me enganou
E a fome no mundo aumentou
Poesia - C. Talesman - O Egoísmo Da Liberdade
August 1, 2012 - No comments yetPoesia - C. Talesman - O Egoísmo Da Liberdade
Seria a liberdade um sentimento egoísta?
Esplendido apenas em nós?
Manifestada pelo outro é nojo e repreensão
Sinônimos do homem Contemporâneo:
Lutam para ser livres já sendo
Lutam pra manter a liberdade em si
Lutam para aprisionar a vontade do outro
Quão egoístas e estúpidos somos
Não entendemos o branco que é
A Liberdade como direito coletivo
Poesia - Mário Orestes - Ruptura Obrigatória
August 1, 2012 - No comments yetPlenitude negra
Dentro da trincheira
Tirando a paz
De um pobre rapaz
Por mais que não queira
Vai comer poeira
Se esconder atrás
De cadáver jaz
Só 18 anos
Já está matando
Morte derradeira
Pela sua bandeira
Chegou mantimento
Baixas teve aumento
Não pode sonhar
Em voltar pro lar
E no fim está insano
Se sobreviver aquele rapaz
Não terá como viver
Seu psique está em flamas
Escutando bombas e zumbir de balas
Em qualquer lugar que vá
Poesia - Mário Orestes - Por Baixo Da Manta Verde
August 1, 2012 - No comments yetDecadência em evidência
Obras super faturadas
Moralismo como imperialismo
Liberdade está cotada
Déficit público
Própria estatal
Violência militar e
Crianças no sinal
Regionalismo virou pão e circo
Poesia - C.Talesman - Onde Encontraremos O Sentido?
August 1, 2012 - No comments yetNo prazer do amor
No sopro do furacão
Na bala enterrada no peito
No rufar dos tambores indígenas
Na pureza da inocência
No pólen da rosa negra
No aroma do sangue coagulado
No meio de uma aurora boreal
Nas galáxias mais distantes
Na lágrima de uma criança
Na cor dos raios solares
Na vida que já se foi
No fio da teia de aranha
Na força do ódio
No vôo da gaivota
No gosto da vingança
No auge da agonia
Nas asas do Ícaro
Poesia - Mário Orestes - Formado Em Medicina
August 1, 2012 - No comments yetForagido de presídio
Só dormia em cemitérios
Se olhar bem nos seus cílios
Vai parar no necrotério
Manipulava a ciência
Dissecação de corpos
Disso tinha consciência
A noite é sua amante
Dia também é errante
Sangue coagulante
Seu prazer delirante
Poesia - Luiz Mitólogo - O Arrependimento Da Loucura
August 1, 2012 - No comments yetPoesia - Luiz Mitólogo - O Arrependimento Da Loucura
Tarde no rio
Na chuva
No amor
Correndo pelo campo
Escolho fugir deles
Que não sabiam, não riam
Gritavam como loucos
Rodopiando acima pelo frio saltitante
Não é fácil voltar
Nada fácil querê-lo
Chorando por lá
Eu fico sem pensar na redenção
Das árvores hão de me confortar
Ainda é tarde
Mentalizo. Mantenho
Fujo dos errantes que procuram
Meu último bem estar
Mas já é tarde, ainda tarde
Tarde
Tarde pra fugir
Tarde pra gritar
Tarde pra implorar
E continuar com todos eles até o amanhecer
Poesia - Lincoln Moreira - Poeta Alusivo
August 1, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Poeta Alusivo
Quem sou eu senão a arvore antiga da vila,
Aquela de inscrições juvenis e sombra suave
Que passa por um outono definitivo
Sou a anunciação do desespero e desse atroz
Delírio, pertenço aos contos machadianos:
Trágicos quase reais com um toque de enganos
Se alguém conseguiu alguma vez ouvir o soluço
Do meu peito estilhaçado, é porque a fria rosa
Em mim dá palpites e ilude-me no sinuoso percurso
Das fiandeiras impiedosas, com suas taças viçosas
Sou estrangeiro. Ando em terras que não sou bem vindo
Irmão do sofrimento sou .E, desse tormento
Sou sarcasticamente o felizardo à depressão dos esquecidos
Em todo o mundo ouve-se sobre um poeta que sofre neste momento
Poesia - Lincoln Moreira - Deitado Sobre Esta Nuvem Meio Cinza
August 1, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Deitado Sobre Esta Nuvem Meio Cinza
Muito além de meus sonhos
Estão os versos que outrora
Des-encontramos esparsos na aurora
Infatigável dos meus ruidosos ais
Muito além de meu corpo-apoio
Detém-se, subentendida, as canções de amor
Aquelas que nem eu, nem você nem ninguém
Que se conheça, conseguimos ouvi-la
Deitado sobre esta nuvem meio cinza
Que te anuncia o fim ilusório da dor
E traz como resmungo essa melancolia ranzinza
Que te avisa de vez em quando de seu estado
Muito além do estar está o meu peito dolorido
Dolorido dos meus além-sonhos, do além corpo-apoio




























