Poesia - Cláudio 3Quimeras - Da Noite Pro Dia
July 31, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Da Noite Pro Dia
Porque é assim que eu te vejo
Porque é assim que eu me lembro de você
É assim que eu sonho com você
Com o brilho do teu sorriso
Que me faz sonhar
Me faz rolar em uma nuvem de canduras
É assim Lua, é dese jeito que te tenho
A mais belas entre os astros
Desse vasto universo aqui dentro
Chamado coração
É assim que eu sinto aquele abraço apertado
É assim que eu sinto aquele suave cheiro da mata em manhãs frias
É assim que eu sinto aquela neblina
Que afaga a lembrança estonteante
Dos momentos que ainda nem vivi com você
É assim que eu acordo suado
É assim que eu acordo enrolado
É assim que eu te vejo e te sinto
Mas acordo e me vejo sem você do meu lado
Poesia - Hugo Lima - Discurso Do Método
July 31, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Discurso Do Método
Tinha uma pedra no meio do caminho
Logo, existo
Poesia - Hugo Lima - Poetr3'piet'ra
July 31, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Poetr3'piet'ra
Rioquecorre
Lar go &
Profuuun do
Deeply in side
Emimcorreorio
Denso ex
Tenso e
L A R G O
Rioquecorre
Rionãomorre
AbraçAomar
Abra-seAomar
Rioymar, sim
Rio&mar(sem)
FIM.
Poesia - Hugo Lima - Trânsito II
July 31, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Trânsito II
Comissão Nacional de Incentivo À Cultura (CNIC) Abre Inscrições Para Novos Membros
July 31, 2012 - No comments yetComissão Nacional de Incentivo À Cultura (CNIC) Abre Inscrições Para Novos Membros
O Ministério da Cultura abre inscrições para novos membros da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) no biênio 2013/2014.
A CNIC é um órgão colegiado composto por representantes do estado e da sociedade civil organizada responsável por analisar e opinar sobre as propostas encaminhadas com o objetivo de obterem apoio e incentivo fiscal através da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet).
A área do livro, leitura, literatura e bibliotecas tradicionalmente tem representantes no segmento Humanidades.
Ao todo, são 21 vagas (7 titulares e 14 suplentes) para representantes de entidades associativas de setores culturais e artísticos e das representativas do empresariado.
Os interessados devem preencher o formulário aqui.
E encaminhar a documentação, digitalizada, para o e-mail:
editalCNIC@cultura.gov.br.
Para mais informações, escreva para:
cnic@cultura.gov.br
Ligue (61) 2024-2137.
Oou leia o edital aqui.
Concurso - Amazon Sat Cultural de Roteiro
July 31, 2012 - No comments yetConcurso - Amazon Sat Cultural de Roteiro
O Amazon Sat quer revelar os cineastas da Amazônia.
Mostre sua criatividade e participe do primeiro concurso:
No Portal Amazônia: http://migreme.net/1lia
No Instagram: http://migreme.net/1lib
Poesia - C.Talesman - A Greve Do Controle Remoto
July 31, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Greve Do Controle Remoto
A poeira apaga os sonhos
A fumaça esconde a verdade
O inexistente é real
Quem seremos nós
Após esta exposição diária de artes?
Quem seremos nós
Se nos desligarmos da vida
Do controle remoto coletivo?
Quem seremos nós?
Quem seremos nós
Se deixarmos de nos iludir
Com palavras terceirizadas?
Talvez ainda pessoas
Julgadoras a partir da base
De nosso próprio conhecimento
De nossa própria experiência
Poesia - C.Talesman - No Que Você Está Pensando, Anar?
July 28, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - No Que Você Está Pensando, Anar?
Unidos contra o Estado
Enquanto houverem manifestações
Que assumam que deterão a Polícia
O mundo continuará em status quo de caos
Excessivo de sangue e intolerância
Já unidos contra o Estado
Enquanto houverem manifestações
Que assumam que fiscalizarão o Estado
Denunciando-o em todo o seu organismo
O mundo continuará em um progresso
Excessivo de justiça e igualdade
Poesia - Hugo Lima - Klimtografia
July 28, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Pronominais
July 28, 2012 - No comments yetConvergência de pronomes pessoais
Em uma única palavra:
euvocê
vocêeu
Mistura, hibridização, contaminação recíproca
De um pelo outro, de eu por você, de você por eu
Numa coisa só: êxtase do objeto
Síntese ideal do desejo
Instrumento de negociação para ações
De uma alteridade incorporada, em fuga
Poesia - Hugo Lima - Amor
July 28, 2012 - No comments yetSua forma me deforma me derrama me desata
Me desfaz me desarranja me corrói me desbasta
Me dissolve me distorce me desintegra me compacta
Me fragmenta me desfibra me desfia me desgasta
Me destoa me descurva me descola me desnuda
Me desvia me desmaterializa me desloca me destaca
Me recorta me reparte me costura me desmembra me retrai
Me contrapõe me desatina me contradiz me arrebata
Me desajeita me desagrega me desampara me carrega
Me desaponta me descontrai me desvaria me desarma
Me desarruma me desordena me desengana me desasna
Me descabela me descarna me descarrega me desbrava
Me decifra me descobre me desenha me colore
Me desdenha me constrói me embaraça me realça
Me dilacera me rasga me cura me salva
Me lambuza me abusa me abençoa me batiza
Me anula me configura me espreme me dilata
Me desterra me desgraça me decanta me disfarça
Me distingue me reforma me desanda me arrasta
Sua forma me disforma
Poesia - Hugo Lima - Nenhuma Resposta
July 28, 2012 - No comments yetE nenhuma resposta
Acordo com palavras em meia boca
Passo dias pela metade
Abro as janelas da casa
Penso na solidão dos homens
Uma cidade infinita aos meus olhos
E nenhuma resposta
Releio correspondências
Rabisco páginas, arranho discos
Pinto as paredes de branco
Mancho as paredes de azul
Penso na ingratidão dos deuses
E nenhuma resposta
Escrevo poesia com coisas
Contemplo o beijo de Klimt
Percebo vazios na sala
Falo intransitivamente
Entro e saio de mim mesmo
Me viro do avesso
E nenhuma resposta
Fora Do Eixo Comunica 44
July 27, 2012 - No comments yet
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Poesia - C.Talesman - Chagall, Faz-me Um Favor
July 26, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Chagall, Faz-me Um Favor
Para de respirar o que não existe
Para de pintar
Espírito atormentador
Prisioneiro do amor
Deixa a humanidade morrer
Deixa o teu quadro queimar na escura imortalidade
Poesia - C. Talesman - Cracker Posterior
July 26, 2012 - No comments yetPoesia - C. Talesman - Cracker Posterior
Originalidade, um dado não visto
Pela humanidade que dormiu nos estudos
Enquanto programas trabalham no descanso
Em um cérebro de gênio, filósofos
São meros detalhezinhos,
No seu sistema único de teorizar
Modificar esse código te fará feliz
Mais que um erudito desencriptado
Poesia - C.Talesman - Absurdistas
July 26, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Absurdistas
Eles invocam palavrões para a caixa
Eles (con)torcem(-se) para outros estados
Eles querem escudarias de longe
Se fosse fosse preciso
Apoiariam outro contra si mesmos
Apenas para ver a raiva de um terceiro
Eles encontram-se com O Escuro e A Irracionalidade
Às vezes, eles matam em ritual de sangue
A Humanidade considera normal
Poesia - C.Talesman - A Religião É Uma Panóptica
July 26, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Religião É Uma Panóptica
Presos ao gene de deus, eles migram
De ignorância a ignoração
Dos conceitos filosóficos de verdade
Como se o mundo ilusório fosse a vida
Como se precisássemos ser observados
Para obter salvação pessoal dentro de paredes
Poesia - C.Talesman - A Desilusão É Um Osso
July 22, 2012 - No comments yetForam cassadas pelo cheiro
No chão, como cachorros
Assim somos
Procuradores oficiais do desgosto
Buscando emoções enterradas
Naquele buraco, o das (des)ilusões
Poesia - C.Talesman - O Destino Do Origami Mal Dobrado
July 22, 2012 - No comments yetPor todos os meses que pode
Não o fez ou fez pouco
Com um sorriso no rosto
As rugas criadas do chefe
Foram substituídos com cremes
Esfoliantes e rejuvenescedores
Por uma pele nova para se dobrar
À medida do chefe
Todo papel é substituível por outro
Mais dobrável, fiel e pró-ativo
Papel arrependido não chora
Porque não pode molhar
RPG - Livro De Tradição: Adeptos Da Virtualidade
July 20, 2012 - No comments yetRPG - Livro De Tradição: Adeptos Da Virtualidade
Reprogramando a Realidade em Bytes
Hackear computadores? Isso é passado. Por que hackear computadores quando você pode bater a própria realidade - a linguagem de programação do universo está projetada no Avatar de cada mago. Diferente de outros magos, os Adeptos da Virtualidade não estão contentes em apenas buscar a iluminação - é tempo de atualizar o sistema operacional do universo, mesmo que isso arrisque destruir o programa atual.
Clique aqui para baixar o Livro de Tradição: Adeptos da Virtualidade.
Fonte: jogadores de Papel
RPG - Estranha Fome
July 19, 2012 - No comments yetRPG - Estranha Fome
Hoje percebo que realmente é importante ler os clássicos, não apenas por serem clássicos, por serem parte constituinte (por vezes fundante) da história de determinada ideia. Em tempos de Mundos das Trevas, Storytelling, Réquiem, Destituídos, Despertar, novos ares sopram no cenário punk gótico (ou gótico contemporâneo), trazendo outros modos de narrar. Mas serão mesmo novos? Será que a leitura dos clássicos não poderia nos explicar um pouco o transcurso de ideias que levou a essa guinada (ou retorno) ao horror pessoal?
Para ensinar a gurizada e agradar os velhinhos, os Jogadores de Papel trazem um clássico para a língua portuguesa: Estranha Fome. Seu horror pode parecer bastante primário, mas ele busca lidar com a introjeção da luta em lidar com impulsos internos e quase incontroláveis, a fome que se abate sobre sujeitos recém transformados e largados no mundo sem eira nem beira, sem nenhuma explicação. Enfim, Estranha Fome é uma história que merece ser narrada, principalmente para jogadores maduros que fogem da barbárie e da sanguinolência gratuita e banal e se engajam nas atitudes mais introspectivas e reflexivas de seus personagens. Aproveitem.
Clique aqui para baixar Estranha Fome.
Fonte: Jogadores de Papel
RPG - Refúgios Dos Amaldiçoados
July 19, 2012 - No comments yetRPG - Refúgios Dos Amaldiçoados
Quase todo Membro tem um refúgio, e aqueles que não têm são muito infelizes. Desde a gigantesca mansão de um príncipe aos túneis de vapor de um Nosferatu, um refúgio diz muito sobre seu proprietários. Esta coleção de refúgios únicos volta-se para as necessidades específicas dos Membros que os mantêm e oferece conselhos sobre como incorporá-los numa história.
Refúgios dos Amaldiçoados Inclui:
* Um fólio de refúgios interessantes que caracterizam os Cainitas que os habitam
* Dicas para Narradores e jogadores sobre como usar os refúgios de seus personagens em histórias
* O novo Antecedente: Refúgio, que ajuda a quantificar este recurso único e indispensável.
Os Jogadores de Papel apresentam seu mais novo empenho,Refúgios dos Amaldiçoados. Material indispensável para Narradores que pensam em ambientar suas histórias nesses cenários e narrar histórias, inclusive com personagens mortais, em locais misteriosos e terríveis.
Clique aqui para baixar o livro.
Fonte: Jogadores de Papel
RPG - Revelações da Mãe Sombria
July 19, 2012 - No comments yetRPG - Revelações da Mãe Sombria
Até mesmo os filhos de Caim a temem: Lilith, Rainha dos Condenados. Ela é a Rainha Sombria que irá surgir e anunciar o fim do mundo. Explore a até então ignorada lenda de Lilith, e descubra os cultos secretos de Lilith que têm existido através dos tempos. Descubra uma nova versão vampírica do mito de criação e adivinhe o que a noite ainda pode oferecer.
Esta é a versão dos Jogadores de Papel para este eterno clássico da cultura vampírica. Mas por que foi necessária uma outra versão?
Os Jogadores de Papel, em contato com ROR, concluíram que a antiga versão continha muitos erros de tradução, por vezes contrariando a ideia original dos autores, o que por si só já exigia uma intensa revisão dos textos traduzidos. Partindo dessa premissa, os Jogadores realizaram uma revisão, com a inestimável consultoria de Bianchinni em assuntos ocultos. Além disso, a diagramação escapava bastante da proposta original, não havendo a diferenciação de fontes onde se fazia necessária tal distinção, evidenciando as "diferentes mãos" que escreveram a obra. Vale lembrar que os créditos da tradução original foram mantidos, reconhecendo o esforço de seus autores.
O resultado foi a publicação que ora apresentamos, em duas versões: a "versão em PDF para leitura digital", para quem costuma ler no computador e prefere um formato mais dinâmico; e a "versão em cadernos", voltada para aqueles que gostam de curtir o folhear da obra física.
Esta última versão, orientada pelo talentoso ROR, é disposta em oito cadernos: 7 cadernos com 8 folhas, e 1 caderno com 6 folhas. Estes cadernos devem ser impressos frente e verso e reunidos para a confecção do livro físico, seguindo indicações de encadernação com fios disponíveis na rede.
Acompanha a "versão em cadernos" a capa inteiriça produzida por ROR, contando com incríveis efeitos gráficos que aproximam-na fielmente do original em inglês.
Para baixar a "versão para leitura digital", clique aqui.
Para baixar a "versão em cadernos", clique aqui.
HQ - Vampiro: A Máscara - Toreador
July 19, 2012 - No comments yetHQ - Vampiro: A Máscara - Toreador
Toreador é uma Comic (HQ, Quadrinhos) que se passa no universo de Vampiro A Máscara.Esse é o tipo de trabalho que vai saindo aos poucos, na verdade uso para sair da rotina das traduções dos livros.
De qualquer maneira ele vai evoluindo aos poucos e com muita calma, não tenho ideia de quando teve início e estamos postando um trabalho que na verdade fica em segundo plano na agenda de traduções. Mesmo assim não foi tratado com menos importância.
O formato de arquivo CBR pode ser reproduzido por softwares utilizados para ler os Quadrinhos, tal como Comics ou CDisplay.
Para baixar o arquivo CBR clique aqui!
Para baixar o arquivo PDF clique aqui!
Tradução - Noites De Profecia
July 19, 2012 - No comments yetTradução - Noites De Profecia
Quem matou Baba Yaga? Como o Succubus Club se virou após a guerra com os Lupinos de Chicago? O que os caçadores fizeram na sociedade vampírica? Como está a invasão Kuei-jin na Costa Oeste americana? Estes mistérios e outros aguarda por você.
Um compêndio de histórias, Noites de Profecia atualiza os inúmeros enredos atualmente em curso no Mundo das Trevas de Vampiro. Seja que o Narrador escolha integrar uma destas cinco histórias na crônica de seu grupo ou simplesmente usar o livro como uma atualização da linha do tempo, fica a seu critério. No final, cada grupo afeta as Noites Finais.
- Segredos ocultos do Mundo das Trevas, incluindo cinco histórias e uma linha do tempo plenamente explicada da história vampírica moderna
- Histórias adaptáveis a qualquer grupo, desde neófitos até anciões
- Uma chance de seus personagens moldarem o futuro do Mundo das Trevas
Clique aqui para baixar o livro do acervo dos Jogadores.
Fonte: Jogadores De Papel
Rede Brasil De Festivais Independentes
July 18, 2012 - No comments yet
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Fora do Eixo Comunica #43
July 18, 2012 - No comments yet
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Poesia - Hugo Lima - Essenciais
July 18, 2012 - No comments yetPara a metamorfose: lagartas e borboletas
Para fugir da representação fixa da realidade: camaleões e seus disfarces
Para impelir os seres e as coisas: movimento das águas e dos ventos
Para a revolução: vendavais, terremotos, ciclones e tempestades
Para a criação: germes, sementes, mudas e brotos
Para a renovação: coração, faíscas e fogo
Poesia - Hugo Lima - Ping-Poem
July 18, 2012 - No comments yetVersão #1
Tradutor
Ar: montanhas
Hebr: peixes
Yidd: intérpretes
Jap: tsunamis
Ar: alma
Hebr: terra
Yidd: casa
Jap: silêncio
Ar: pedra
Hebr: correnteza
Yidd: vórtice
Jap: fronteiras
Poesia - Hugo Lima - Por Onde Andará Dora Gray?
July 18, 2012 - No comments yetPelos poemas que li
Pelos livros que queimei
Pelos signos tatuados pelo corpo
Pelos filmes que não vi
Pelos discos que arranhei
Pelas mãos, pelos pés, pelo rosto
Pelo reflexo no espelho
Pelas saídas de ar
Pelos buracos nas paredes do meu quarto
Pelas cartas que escrevi
Pelos objetos que encontrei
Pelas verdades que ficaram por contar
Pelas janelas que abri
Pelas plantas que reguei
Pelas Orquídeas, Hortências, Sempre-Vivas
Pelas casas que demoli
Pelos pulsos que cortei
Pelos bilhetes que agora estão rasgados
Pelas promessas que não fiz
Pelas vezes que voltei
Pelas madrugadas que saí sem avisar
Pelas família que eu não quis
Pelos amigos que matei
Pelos segredos que não foram revelados
Pelas coisas que ouvi
Pelas marcas que deixei
Por tudo o que eu sei e está guardado
Pelas saudades que senti
Pelos gritos que abafei
Pelo tormento que sempre me leva a perguntar
[D-e-s-e-s-p-e-r-a-d-a-m-e-n-t-e]:
- Por onde andará Dora Gray?
Poesia - Hugo Lima - Diária-Mente
July 18, 2012 - No comments yetDiária mente : palavras movediças
Diária mente : o tempo que não para
Diária mente : dias, tardes e noites
Diária mente : fortuitos pensamentos
Diária mente : o mesmo itinerário
Diária mente : poemas sobre a mesa
Diária mente : semanas, meses e anos
Diária mente : trezentos mil e-mails
Diária mente : cincoenta graus
Diária mente : calçadas, avenidas e aviões
Diária mente : amores que encontro na esquina
Diária mente : cafés, livros e cigarros
Diária mente : 220 volts
Poesia - Elias Balthasar - *
July 15, 2012 - No comments yetAbrahadabra
Se não "falo"
O Mundo
Acaba
Poesia - Elias Balthasar - Plágio De Jim Morrison
July 15, 2012 - No comments yetEu sou o rei serpente
Posso fazer
O que vier à mente
Poesia - Manaus Da Depressão - Pra Ler Enquanto Come Brôa Esperando O 212
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - Manaus Da Depressão - Pra Ler Enquanto Come Brôa Esperando O 212
Apenas mais um fim de tarde
Na rotina, nada anormal
Sentado aqui estou
Num banco de concreto do terminal
Uma senhora passa na minha frente
Arrastando cinco criancinhas
Será que ninguém nunca falou pra ela
Dum troço chamado camisinha?
Pra completar chega o Praciano
Falando alto em cima desse kombão
Não consigo entender nada
Sorte dele que eu não tenho um "três-oitão"
Poesia - Manaus Da Depressão - Mais Sensato Que Martha Medeiros
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - Manaus Da Depressão - Mais Sensato Que Martha Medeiros
Céu limpo, ensolarado no balde
Bem longe aquela nuvem acinzentada
Deus, se tu existes mesmo
Converta isso numa chuva bem considerada
A negada do rip-rap vai chiar
Afinal, o barraco não tem estrutura
Mas viver com esse calor constante
Desse jeito, o bom-humor não perdura
Braço de caminhoneiro e pele encardida
Honestamente não sei o que é pior
E antes que alguém venha me contestar
Tenho certeza que nessa eu não estou só
Poesia - C.Talesman - O Mesmo Aqui
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Mesmo Aqui
O mesmo é tão diferente quanto o de ontem
Nos acostumaremos amanhã
Virá um novo mesmo ali
Nos alegraremos com o mesmo (de) novo
Até que ele fique um mesmo fingindo
Poesia - C.Talesman - Sacrifício-ritual
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Sacrifício-ritual
O entristecido corta as mãos
Com dedos no aço de cordas:
Libera os solos de guitarra
Quem (h)ouve é feliz
O ritual se invoca
Poesia - C.Talesman - Alegoria Da Pirataria
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Alegoria Da Pirataria
Compartilhou os versos pedaço a pedaço
Dançou com intensidade nas garrafas de rum
Comemorou o sucesso pela desfragmentação
Pelo mundo, nenhum desconheceu o trabalho
Sem pagamento fizeram comércio ecomercial
Teu nome se espalhou pelas ondas
Em todas as línguas, uma obra grandiosa
Teve o trabalho de tomar para ti os lucros
Pelo montante, todos quiseram um pedaço teu
No download do computador
Alcançou o primeiro baú de milhão
Do reconhecimento em vida
Por ser o navio pirata
Poesia - Lincoln Moreira - Cristal Gelado De Enigma Ocultos
July 13, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Cristal Gelado De Enigma Ocultos
Você é qualquer coisa como o anoitecer dos sentidos
Qualquer coisa como a brisa fremida de clepsidras
Inerte em meu peito persiste a idéia do infinito
Seus olhos são meu poema, porém, breve é a vida
De certo somente a incerteza imensa
Do deserto meus ombros pesam no infinito
Penso e não ouso dizer, e a conseqüência
É meu pesar intimamente em atrito
Eu sou um sussurro anunciado e não ouvido
Meus erros evidenciados são meus verdugos
Não fujo. E meu peito estilhaçado e lívido
Palpita de leve e vai aumentando. Expurgo
De certo só mente a certeza de não sentir
Espectro languido flutuante em desespero
Penso que seria o certo sem mim você ir
Mas sou mudança e meu coração é desterro
Quero entender seu tempo apenas
Apenas
Poesia - Lincoln Moreira - Ingratidão
July 12, 2012 - No comments yetQuando for ao passado
E ver as coisas que perdeu
E quando caminhares ao acaso
Na cidade deserta
Lembras que eu te acolhi
E cuidei-te
Minuciosamente
E o que fizeste?
Tempos depois
Na cidade deserta
Me abandonaste
Poesia - C.Talesman - A Última Coca-Cola Do Deserto
July 12, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Última Coca-Cola Do Deserto
O homem começará a matar pelo Saara
Para encontrar as últimas reservas
Quem sabe assim
Os ambientalistas e os industriários e afins
Com essa briga de dar nos nervos parem
Quando não houver mais
Coca-cola potável nos rios e lagos
Como o preço está caro!
Poesia - Lincoln Moreira - Rosa
July 12, 2012 - No comments yetPara aqueles loucos suicidas de amor
Que procuram cada dobra d’uma rosa
todo um universo submerso em pétalas
Meio esbranquiçadas serenamente rosadas
Suicidas do amor que se perdem na formosa
Com toques de bruma, mas serenamente rosada rosa
Cada verso meu
É uma parte desta rosa
Amanhã talvez
Á esta hora esteja morta
Para os poetas revolucionários do amor
Que inventam todos os dias um novo amar
Para os heróis que lutam por amor
Mario de Andrade e seu verbo intransitivo!
Para os labirintos que olham a rosa e suas pétalas entrelaçadas
E por lembrar-se da amada
Das lindas e voluptuosas horas acalentadas
Delirando de prazer por ter na boca
Entre lábios Artemísticos, Vênus toda molhada
Em total delírio lambe a sutil rosa delicada
Poesia - Lincoln Moreira - Seyeu
July 12, 2012 - No comments yetProcura no mais intimo das estrelas
Encosta teus olhos na inconstância da lua
Pois que eu na ínfima ânsia de sabê-las
Saltarei do farol antigo pra encontrar minha face junto a tua
Poesia - C.Talesman - A Catarse Foi O Grito Na Mais Nobre Das Artes
July 12, 2012 - No comments yetAHHHHHHHHHHHHHHHH!
O futuro nos espera nos cantos
Do universo não existe limite
Para o alcance das Artes um mistério
Não revelado por governantes
AHHHHHHHHHHHHHHHH!
O coletividade é patrocinadora dos excluídos
As cátedras nunca mais nos ignorarão
Como anti-heróis de vidas desnecessárias
A poesia vira virou ofício bem remunerado
AHHHHHHHHHHHHHHHH!
O grito mais nobre foi a Catarse
Foi o mais nobre dos gritos
AHHHHHHHHHHHHHHHH!
Da ajuda mútua para os capitalistas
Somos loucos, por criativamente tratarmos
De um público que nos adora e grita
Junto. Sempre juntíssimo nessa purificação
Contra o silêncio
Poesia - Lincoln Moreira - Natureza Transfigurada
July 11, 2012 - No comments yetEm passos lentos e escuros heis
Como em dança desgarrada
- Esperança sempre desgraçada -
Sem que a hora passe
Sem que o amor pare
- Não era pra ter sido assim -
Em passos lentos suaves
Assim se faz Mefistófeles
Em dança lúdica e fúnebre
O caos é um bater de borboletas
O coração é em um segundo
E em um segundo foge-se do mundo
Dia sombrio e sem sentido
São daqueles que te matam a mente!
Em passos lentos a morte me acaricia
Transfigura minha lógica
Estupra minha mente!
Aloja-se como memória e permanece
Pontualmente sem horários
Atormenta diariamente
Como em dança do caos
Assim em passos lentos
Com rosas demoníacas
E venenos de ódio subestimado
A natureza transfigurada
- Molesta minha mente -
Doces palavras são de crianças
Sem que a hora passe
Sem que eu fale alto
Não era pra ter sido assim!
Em passos lentos e escuros
A morte fala comigo
Demônio de chaves podres!
Mata meu suicídio!
Delírio de dores desgraçadas
Assim se faz Mefistófeles
A morte é um bater de borboletas
Rosas vermelhas (sujas)
Cravadas no peito que chora
Soluça de tremor e temor
- O medo de um corajoso -
Passos lentos e suaves
Natureza transfigurada
Poesia - Lincoln Moreira - Devaneio Nº 1
July 11, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Devaneio Nº 1
Tenho-te agora como o amanhecer
Embora todo esforço compulsivo
Tenha sido um leve florescer em desatino
D’uma rosa campestre já cansada sem saber
Eis aqui em mim o silêncio cortante
Unilateral, com sombras de ameaças de gritos
Importante segundo de prazer atordoante
Surreal como efeito colateral como suspiros aflitos
Porque em mim tenho-te
E tenho-te desde que a respiração primeira
Tomou de súbito minhas narinas
E, do amor dos deuses decidira
Que eu, mortal de ventres vis seria
O eleito. Dentre as cousas da terra e marinas
Embora a dimensão do pensar seja infinita
Ter-te em mente é tão devastador quanto sofrer
Mas temo-te tanto que meu peito chega a doer
Ainda sim grito pros mundos: eu te amo!
- Verdade seja dita -
Poesia - Lincoln Moreira - Sepulcro
July 11, 2012 - No comments yetPoesia - Lincoln Moreira - Sepulcro
No sepulcro frio e pungente
A face do amor se contorce
Languido moribundo a inalar
Do perfume dos perfumes a morte
(Que se faz sem se ver mas que sente)
Enterraram-no com suspiros ao ar
- Pobre boêmio do sangue de Eros -
- Morre sem sabê-lo, sepulcro frio e pungente!
Não houve pesares, nem ressentimentos
Não foi lembrada sua última quimera
A face do amor se contorce
Vês? Enterrou seu amor ainda com vida
Em pedras de poemas não lidos
Em rosas não já tácitas
Com os ossos de covardes
E vermes que de entranhas vagueia
Vê? Morre o amor como morre uma flor
Da janela, o seu quadro
Com jardins, campos e pássaros
- Flores murchando ao lado d’um velho
- Malevolência e sacrilégio!
Com seus pássaros cantando seus hinos de morte
Seu quadro antes lindo
Hoje é uma devastadora e impiedosa blasfêmia
Em nome d’um amor morto
No sepulcro frio e pungente
A face do amor se contorce
Languidos moribundos a inalar
Do perfume dos perfumes a morte
Poesia - Lincoln Moreira - Primeiro De Agosto
July 11, 2012 - No comments yet"Coração ingênuo
Deixou-se levar
Pela ilusão
D’uma mulher"
Talvez na aurora dos sonhos
Na transparência da luz dos olhos
Quem sabe numa daquelas noites frias
Quando pensamos apenas em se aquecer
Aí lembras
Que em cristais solares
Te aqueci
Poesia - C.Talesman - Passo Para U
July 11, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Passo Para U
Acredita na verdade hoje?
Trama contra ti mesmo e descobre?
Eu sou o erudito de amanhã?
Um passo com deus é um passo desesperado? Sim
Alguém há de prender esses bandidos disfarçados de líderes?
Teu amor pela justiça será maior que tua fé?
Eu sou o erudito do amanhã?
Um passo com deus é um passo na corrupção? sim
Ao teu acróstico um bom sono até ser acordado até o u
Poesia - C.Talesman - A Diretora E A Fraude De R$ 1 Milhão
July 11, 2012 - No comments yetEm primeira fraude, o remorso
Em segunda fraude, a ganância
De hospital em hospital, ela passa
Com suas mãos de rata
Falindo a saúde de milhão em milhão
De funcionários, ela furtou o ódio
Para que todos distraídos não soubessem
Que ela nadava em mais milhão
No excelentíssimo ano de eleição
Começou a expulsar os que fiscalizavam
Pondo um administrador contra o outro
Transformando a sala deles em almoxarifado
Para que eles cometessem o pecado de abandoná-la
Um por ter sido humilhado
Outra por ter sofrido ação do humilhado
Assim
Todos aqueles que possuíam vínculo com o passado
Do local foram exilados
Para outras unidades
Agora ela é a ditadora de 24 horas
Para fraudar as contas da reforma
Com material e equipamento superfaturados
Seguindo a ética do crime organizado
Ela vem sendo exposta pelo passado
No jornal local que começa a expor sua saga
O Ministério Público já sabe
O que tem que saber não é conto de fadas
E as vistas cegas da Justiça
Lentamente esperam ver onde enfiarão a espada
Depois que a balança for pesada
O golpe certeiro e sobrenatural não erra:
O peculato aguarda na prisão local
Até triângulo no olho virado, vigiando
O quanto esse milhão pode causar desarmonia
À vida de mais um milhão senhores revoltosos
Poesia - C.Talesman - Em País De Anarquista Quem Segue A Ordem É Desordeiro
July 9, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Em País De Anarquista Quem Segue A Ordem É Desordeiro
Nem cavaleiros das trevas, nem agentes do caos
Nem heróis, nem vilões
Nem vontadiosos, nem ateus de si
Nem agentes da lei, nem duas caras
Nem destinos, nem acasos
Nem feridas, nem amizades
Nem piadas, nem amores
Nem guerra, nem paz
Motivadora de mudança, desordem
Nunca permanece na permanência
As vanguardas de adorno
Os governos te odeiam
Pois não te testemunham à verdade
Para a massa que não te entende
Tu não és fermento de bolo
Quando dominas o universo
Os ordeiros são jedis perseguidos
Pelos seus darth varders internos
Quando és dominada pela ordem
Os teus desordeiros são os jedis perseguidos
É uma luta infinita pela dominação do correto
(Os ditadores se disfarçaram
Em meio à Democracia para sobreviver)
Poesia - Márcio Ide - A Beleza Veloz, Série
July 4, 2012 - No comments yetNão olhes pra trás
A Beleza é por demais veloz
Porque o tempo que se gasta
Ao olhar para trás
Para a Morte
Se perde em
Sorrir pra frente
Para a Vida
Mira a tua Pureza
Não precisas mais errar
Os mesmos erros de novo, Coração
A Beleza precisa de ti
A Beleza, Delicadeza, te admiram
A Saudade... olha pra dentro
O Sorriso olha para o Outro
E o Outro sorri sem mirar
Poesia - Márcio Ide - Enamorada
July 4, 2012 - No comments yetEnamorada
Aos de alma poeta
Eu estava começando a te amar
Por tua causa
Chamei a Morte para dançar comigo
Você sacou seu punhal medíocre
Eu deixei, Amor
Deixei você me apunhalar o coração
Deixei você fugir
Eu enfrentei a dança com a Morte sozinha
Por nós
Mas eu fui pura
Assim a Morte foi a Vida para mim
Para ti foi apenas Morte
É com este carinho, que te escrevo
Não para mim, porque o sou
Mas para ti, porque te amei
E sempre te vou querer bem
Poesia - Márcio Ide - Os Mais Sinceros Sentimentos
July 4, 2012 - No comments yetPoesia - Márcio Ide - Os Mais Sinceros Sentimentos
Queira tudo
Não espere nada
Trabalhe todo teu sangue
Queime tua pureza
Não terás o que tu primeiro tanto quis
Terás mil vezes mais
Só assim terás tudo
Eu te amo
Vamos!
Poesia - Márcio Ide - Os Anjos Forjados
July 4, 2012 - No comments yetPoesia - Márcio Ide - Os Anjos Forjados
Os olhares forjados brilhantes
No fogo da vida
Os corações forjados anjos
Na tempestade das mortes
Na Guerra das Luzes
Há Fogo e há Dor
Há Beleza e há Delícia
Somos a flor forjada
Nas suas mãos
Poesia - C.Talesman - Desnecessaire
July 3, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Desnecessaire
Deixem que guardem seu nojo por nós
Em suas ricas igrejas e casas pobres
Deixem que tomem ódio por nós
Em suas ricas igrejas e casas pobres
Deixem que envenenem sua fé por nós
Em suas ricas igrejas e casas pobres
Deixem que leiam seus livros sagrados contra nós
Em suas ricas igrejas e casas pobres
Deixem que gastem horas tomados pela loucura contra nós
Em suas ricas igrejas e casas pobres
Enquanto nós estamos em nossos laboratórios e bibliotecas
Nós tornando os gênios das próximas gerações da Exo-humanidade
Poesia - C.Talesman - Nascemos Para Liderar Novos Conhecimentos
July 2, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Nascemos Para Liderar Novos Conhecimentos
É gradual à dificuldade de sangue
Deixado para trás porque ignoramos
Os leitores morrem cada vez que estagnamos
Em um conceito esquecido no Plano do Horizonte
Difícil é escolher palavras depois de 700as
A inabilidade de notar direções novas
Pelos caminhos da velocidade da luz
Vemos apenas o passado se não há concentração
Esperar dos seres humanos é incogitável
- Eles esperam de nós como se fossemos seus deuses -
Criados por nós em Constelação laboratorial
Eles mantém esperança de que viverão uma história nova
Quando partirem de suas vidas sem sentido
Nós estamos aqui para liderar conhecimentos
Novos, tão quanto uma molécula criada nesse instante
Do outro lado da Galáxia de Andrômeda
Nós nem conseguimos enxergar direito lá
Mas conseguimos guiar seus caminhos
Como um teste de Roscharch dentro de uma mente coletiva
Verão somente aquilo que quiserem
Mesmo compartilhado o que há dentro de nós
Não porque não tentamos pela ditadura
E agora pela exodemocracia
Para que sintam-se mais livres
Vocês evoluíram
Retirem os espelhos de si e vejam o futuro
Explorando os minerais da Lua e Marte
Lideraremos para que não se assustem
Nós existimos
Poesia - C.Talesman - A Nova Europa
July 2, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Nova Europa
Haverá um dia de bons salários
Lotados de funcionários públicos
Haverá arte patrocinada pelo Estado
E artistas felizes em suas produções
Haverá policiais que entenderão de leis
E manifestantes que entenderão do que falam
Haverá políticos fiscalizados transparentemente
E CPIs causadoras de suas próprias prisões
Haverão lugares arquitetados com florestas urbanas
E ativistas ambientais menos apelativos
Haverão ricos por todos os espaços
O país será o desejo dos crackers ao lado
Haverá uma economia falida
Quando as fábricas partirem para outra dimensão
Talvez não tão estável, mas com salários baixos
Como os líderes dos sindicatos
Por nosso próprio terrorismo capital
Explodiremos e seremos lançados todos
No Hades da miséria
E nossa Europa irá sofrer e terminar
Poesia - Jeane Alves - Alerta Do Comando De Greve Estudantil
July 2, 2012 - No comments yetNão há vagas
Na
Universidade Federal do Amazonas - UFAM
Falta grave, greve falta
Falta de infra estrutura, falta
Falta de concurso para professores, falta
Falta de compromisso com a universidade pública, falta
Falta plano de carreira, falta
Falta de investimento nas universidades públicas, falta
Falta de respeito com a academia, falta
Falta de responsabilidade social, falta
Falta de credibilidade nas entidades estudantis, falta
Ser serena, bela Atena
Pala Atena, nem justiça condena
Sabedoria, estrategia e arte, acrescenta
Bela Atena
“a liberdade guiando o povo”
Eugene, dizia
Que diferença?
A pintura um dia, profecia
Falta, agora falta
Pega falta:
Dilma, falta
MEC, falta
Mercadante, falta
Política, falta
UNE - União Nacional dos Estudantes, falta
Pega falta
Logo falta
No livre pulso resistente, não falta
Poesia - Franciná Lira - Eu Poético
July 2, 2012 - No comments yetE sinto a poesia brotar em mim
Minhas mãos tecem redes de candura
Canções de sonhos
Desejo banhar-me nos versos!
Fazer emergir a poeta contida em mim
Colorir o branco papel
E fazer arco-íris no céu
Brisa silente em minha face
Toque sutil em meus cabelos
Faz o meu Eu poetizar
Às donselas nos esquecidos castelos!
Ah! Que sina a minha!
Industriária de mãos trêmulas
Rosas em pétalas sem cor
Para ofertar ao desamor
Deixe que eu durma e dance
Com a poesia que badala
Que salta e rodopia em meu peito
Deixe que a melodia me leve
Ao infinito do teu abraço
E eu permaneça a poeta
Dos encantos teus
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Sol E Lua
July 1, 2012 - No comments yetAstronomia, Astrologia
Nada do que me disserem vai me consolar
Serão dias e noites me separando do seu brilho lunar
O sorriso do meu amor
O seu brilho do meu calor
Serão dias a espera do eclipse do amor
Por mim, a terra toda viveria na escuridão
Viveria na escravidão, viveria em dor
Só pra eu ter mais um dia
De eclipse com meu amor
O universo nos espera, este verso nos revela
Que o mundo depende de nós
Que eu daria tudo pra te ter e não ouvir só tua voz
Vem comigo habitar outro planeta
Onde não haja sondas, radares nem lunetas
Que possam profanar o nosso amor
Mudo minha órbita
Mudo meu caminho
Mudo todo meu sistema
Só pra ter o teu carinho
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Serenata
July 1, 2012 - No comments yetAceita um chazinho, poetisa inocente?
Sente-se aqui ao meu lado
Cante aquela melodia
Aquela que a vida não mente
Bote um pra relembrar
Bote um tom pra decifrar
Dedilhe as cordas, violeiro
A poetisa vai cantar
Agora escreva-me um soneto
Em verso traga-me aquela rosa
Quero um chamego da menina
Quero um beijo em verso e prosa
Partindo, estou, doce menina
Minha casa é o mundo
Nos braços, levo minha vila
No peito aberto, um desejo imundo
Presente dengoso é presente boêmio
Um verso em prosa e um caramelo
Durmo cantando com meus duendes
Na minha casinha de cogumelo
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Alta Dose De Utopia
July 1, 2012 - No comments yetVida profana, paixão avassaladora
Roteiro da minha vida
Escrito por você, autora
Personagens de desejos céticos
De mortais loucos e patéticos
Dama dos meus sonhos elogiados por Erasmo
Só você, doce desejo que dá gosto ao meu sarcasmo
Louco devaneio
Perfeita simpatia
Feitiço combinado com alta dose de utopia
Sonho mais que perfeito
Que não quero acordar
Pequena amostra hoje tive
De como é te amar
Loucura surreal
Vida profana, paixão avassaladora
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Repouso
July 1, 2012 - No comments yetEmbalada pelo vento
Pousa em meu papel
A mais triste poesia
Motivada pela angústia
Corre em meu rosto
A mais pesada lágrima
Esse desejo medonho
Que ouriça meus pelos
É resposta da essência
Por ti exalada












































































