Poesia - Cláudio 3Quimeras - Eu, O Bom E O Ruim
June 30, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Eu, O Bom E O Ruim
Eu e meu teatro
Eu e o mundo
Eu e minhas pinturas
Eu e meus sonhos
Eu e minhas poesias
Eu e a loucura dos homens
Eu e minha dança
Eu e a rotina diária
Eu e minha musica
Eu e os gritos de fome
Eu e a mímica do arlequim
Eu e meu silêncio
Eu, o bobo da corte.
Eu, o bom e o ruim.
Eu a arte e a vida.
Poesia - C.Talesman - Ex-Cultura
June 30, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Ex-Cultura
Se é uma busca. Por que do passado?
Para atingir o novo, uma vanguarda é caminho
Deixa que passado passe
Deixa que o pensamento do passado passe
Deixa que o pensamento em se manter no passado passe
Deixa que todos os pensadores de pensamentos em se manter no passado passem
Porque o meu amor é pelas coisas novas
Declaro assim nascida
Minha ex-cultura contemporânea
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Depois Da Curva Do Vento
June 29, 2012 - No comments yetContinua a vida depois da curva do vento
Continua ao lado, espremido e calado
Continua doído esse infinito lamento
Se não sara ou se não some
Mas pelo menos eu tento
Continuo calado ouvindo o som aqui dentro
Se eu entendo e ignoro, não sei! Não me lembro
Não tenho certeza, mas fico atento
Acho que sei onde encontro
Depois da curva do vento
Continuo levando essa dor, esse carma
Continuo inquieto, só você me acalma
Continuo cansado me levanto e deito
Carrego nas costas e cravado no peito
Seguindo comigo essa dor que ostento
Até onde não sei!
Depois da curva do vento
Continuo ti perdendo, não desisto e aguento
Se ti perco fico fraco, com medo
Mas logo me lembro onde ti acho nesses dias, nessa vida
Depois da curva do vento
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Psych
June 29, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Psych
Aplausos para o louco
Que transforma seus delírios em poesia
Aplausos para o louco
Que tem seus versos como companhia
Aplausos para o louco
Que nunca chora calado
Aplausos para o louco
Que sempre esteve ao seu lado
Aplausos para o louco
Que pinta com os dedos verdade no muro
Aplausos pro louco
Que converte sua vida em um quarto escuro
Aplausos para o louco!
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Asfênixia
June 29, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Asfênixia
Renascer das cinzas será a única opção?
Sinto um calor agonizar e minha garganta em chama
Pergunto:
Será o calor de quem me odeia? ou o calor de quem me ama?
Ah! a mim não enganas, medíocre nota sem acorde
A mim não enganas
Ouço-te em meu repouso antes mesmo que eu acorde
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Passeando Pelo Passado
June 29, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Passeando Pelo Passado
Como o brilho da lua não toca minha pele
Como a cura do vírus ainda não foi previsto
Assim são os gestos que de mim repelem
Assim é o poeta que aqui tens visto
Nada mais do que penso relaxa minha alma
Nada mais do que sinto retoma aquela velha lembrança
Assim como o consolo do alquimista não me acalma
Aquele sonho que eu tinha já não é mais esperança
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Diário De Um Esquizofrênico
June 29, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Diário De Um Esquizofrênico
Acordo com pães dormidos
Tomo café com aquela negra companhia
Percorro o corredor empoeirado
E ouço o rastejo do desânimo
Seguindo meus passos trêmulos e homeopáticos
Abro as portas do mundo
E sinto as trevas que lá fora dominam
Desejo bom dia aos dementadores
Que com seu beijo devorem as últimas lembranças
Que eu tenho de quando eu era criança
De quando eu era inocente
Sem luxuria, sem avareza
Sem ira, sem vaidade
Sem fome extrema, sem inveja
E sem essa preguiça de viver
Sem essa preguiça que impossibilita
Qualquer poeta de escrever
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Xeque-mate
June 29, 2012 - No comments yetPoesia - Cláudio 3Quimeras - Xeque-mate
Hoje percebo que sou só mais um peão no tabuleiro
Sou só mais um rato escalando as Torres de cartas marcadas
Sou só mais um sendo pisoteado pelos Cavalos do Choque
Sou mais um a presenciar os assédios dos Bispos
Sou mais um mendigo no meio de Reis e Rainhas da burguesia
“Sou só mais uma peça no jogo da vida esperando o cheque mate"
Tools of Change Frankfurt Conference 2012
June 27, 2012 - No comments yetA Feira de Frankfurt e O’Reilly Media trazem oportunidades de networking, com palestras e assuntos envolventes. O TOC Frankfurt acontece pelo quarto ano para aprofundar questões sobre a mudança contínua da indústria de publicações, avaliação de novos modelos para produtos digitais, e assim ajudar os profissionais a melhorarem seu negócio. Com o tema “De transição para a transformação - o ecossistema nas novas edições”, mais de 30 sessões irão abranger os recentes debates sobre e-books padrões, preços, metadados e inovações da cadeia de suprimentos.
Anote na agenda: dia 9 de outubro.
Endereço: Frankfurt Marriott Hotel.
Horário: das 8h30 às 18h00.
Faça sua inscrição: até 31 de julho.
Acompanhe a programação completa do TOC no site: http://tocfrankfurt.com
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Conselho Nacional De Política Cultural Informa: Prorrogação Do Prazo Para Inscrições A Eleitores E Candidatos
June 27, 2012 - No comments yetConselho Nacional De Política Cultural Informa: Prorrogação Do Prazo Para Inscrições A Eleitores E Candidatos
O prazo para cadastramento de eleitores e candidatos aos Colegiados Setoriais e Plenário do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC foi prorrogado até o dia 8 de agosto de 2012, conforme Portaria publicada no Diário Oficial da União de ontem, 25/06/12.
É muito importante que os profissionais da área do livro e da leitura se cadastrem como eleitores para a escolha dos delegados estaduais, que por sua vez formarão o colégio eleitoral nacional para a escolha dos membros dos Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.
O Colegiado Setorial tem como competência debater, acompanhar e fornecer subsídios para a definição de políticas, diretrizes e estratégias relacionadas ao setor de Livro, Leitura e Literatura. Os representantes da sociedade civil para o próximo mandato do Colegiado Setorial serão eleitos no Fórum Nacional Setorial de Livro, Leitura e Literatura, conforme processo eleitoral publicado pela Portaria nº 51 da Ministra de Estado da Cultura.
Acesse o link da plataforma virtual do processo eleitoral do CNPC: http://www.cultura.gov.br/setoriais
Saiba sobre o Plano Nacional de Cultura aqui.
ANL Abre Inscrições Para Sua 22ª Convenção Nacional
June 27, 2012 - No comments yetA Associação Nacional de Livrarias (ANL) divulgou a programação da 22ª Convenção Nacional de Livrarias, que acontecerá em São Paulo nos dias 6, 7 e 8 de agosto, no Hotel Holiday Inn. O evento acontece dias antes de ter início a 22º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 9, que ocorrerá no centro de exposições Anhembi, ao lado do hotel. O tema deste ano da convenção será “A ética e as novas dinâmicas no mercado livreiro”. Para ver a programação completa e fazer inscrições, acesse o site da entidade aqui.
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Humano’scrito
June 26, 2012 - No comments yetHá sombra de dúvida em cada mancha de tinta
Há uma história em cada traço naquela pele
Tem sempre uma frase que eu admiro
E pinto no muro da minha mente
Destrincho as idéias que ao mundo jogam
E descubro o que nos impede
Impede de crescer, de fluir
Impede de sonhar, impede de viver
E acima de tudo nos impede de sorrir
Humano simples não serei mais
Quero ser a nota mais agravante
Quero ser as cordas que vibram no tempo
Quero ser humano’scrito de um verso da poetante
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Uma Palavra: Uma Missão
June 26, 2012 - No comments yetÉ uma alma
Cada frase
É uma vida
É uma agonia
Que a cada verso
Se acalma
De escrever
Ao mundo
De escrever
O mundo
De traduzir segredos
De um ser medíocre
Humano imundo
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Sem Palavras
June 26, 2012 - No comments yetTudo vejo. Tudo ouço
Naves vem e vão e só eu fico plantado nessa vida
A vida passa o mundo muda
Tudo muda e eu mudo fico
Sinto frio, sinto sede, vejo a fome e ouço gritos
Que percorrem as paredes
Sinto angústia, sinto tudo
A vida passa o mundo muda
Tudo muda e eu mudo fico
Toco em cordas frias
Toco acordes frios, toco a vida
Passo a vida em longos passos
A vida passa o mundo muda
Tudo muda e eu mudo fico
Todos andam, todos correm
Grandes vão e ninguém vem
Tudo sobe e ninguém desce
A vida passa o mundo muda
Tudo muda e eu mudo fico
Tudo quero e nada tenho
Tudo ouço, tudo vejo
Mas nunca claramente
Tudo penso e nada passa
Nessa “suja-clara” mente
Nada disso me conforma
Cai o muro, cai as gêmeas
Tudo cai tudo levanta
A vida passa o mundo muda
Tudo muda e eu mudo fico
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Encarecidamente
June 26, 2012 - No comments yetNos delírios da criança ingênua que sou
Nas asas do pássaro que há muito voou
Lá ainda pernoita a alegria de um povo carente
A ganância de um povo doente
A tirania, a nobreza
Toda loucura da minha mente
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Na Varanda
June 26, 2012 - No comments yetDo nosso tempo de menino
Dos nossos banhos ao lado do boto malino
Das histórias contadas ao vento frio da varanda
Das idéias e sonhos que surgiam de todas as bandas
Dos dias tristes que vivemos
Dos dias felizes que ao Pai louvemos
Das pedaladas contra o vento
Do olhar caído e ciumento
Saudade doque vivemos
Que saudade daquele tempo
Mas o tempo não volta
É o que sabemos
As horas aqui ficarão
Felicidades ao menino homem
Vida longa ao meu irmão
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Verso Esquecido
June 26, 2012 - No comments yetSer humano imundo
Cheio de falhas
Verme pecaminoso
Cheio de dúvidas e truques
Mas sou justiça que não falha
As nuvens brancas que não vou ver
O doce aroma que não vou provar
Se não sabias o que eu queria
Aquela música vou tocar
Longe da tua presença
Longe dos teus ouvidos
Longe dos meus sonetos
Dos meus versos esquecidos
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Clarice
June 26, 2012 - No comments yetNão adianta cantar se a lua não vai ouvir
Não adianta chamar se aquela luz não irá vir
Não adianta gesticular se sua mão não pode conter
Não adianta chorar. Não adianta escrever
Não adianta regar se as flores não desabrocharão
Não adianta cuidar da rosa se ela machuca o coração
Não adianta pensar na vida se em um sopro ela sumirá
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Imitando Aquela Música
June 26, 2012 - No comments yetO que seria uma ótima imitação de viver?
Saberei hoje como é dançar sobre as folhas secas até amanhecer
Ouvir da brisa que não sou mais
Sentir no orvalho aquele leve gosto de paz
Embalar-me nas nuvens que singram esta pequena rua
Buscar em meu medo aquela sensação da presença tua
Guardar na memória aquele sorriso sem graça de desprezo
E acordar dos delírios que há muito estou preso
Poesia - C.Talesman - A Revolução Na Fábrica De Vento
June 26, 2012 - No comments yetVento como muda
Por isso desistimos
De segui-lo agora
Nós somos fabricados
Nós mesmos somo o vento
Nós podemos destruir tudo
Nós nos tornamos umas tempestades
Umas bem internacionais
Do que aquelas que nos dominam anteriormente
Poesia - Cláudio 3Quimeras - À Luz Da Lua
June 26, 2012 - No comments yetNo ofegar do vento frio da manhã calma e nebulosa
De que teria mais saudade?
De nada disso lembraria se sua presença não me assombrasse
Sem suprimentos e fadigado busco no orvalho forcas
Busco aquela sensação de beijar os lábios teus
Rolo na grama verde e úmida para talvez sentir
Seu abraço fresco depois de um banho em meio à madrugada
Madrugada em que vivia os mais reais sonhos
E declamava sonetos a lua que iluminavam por entres as brechas da palha nossa rede amarela
E nas embaladas gostosas sussurrava canções que junto ao som dos grilos
Eternizaram-se nesse poema
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Dias De Insônia
June 26, 2012 - No comments yetSeguindo o canto, a fina chuva
Ou o remanso onde a canoa faz acurva?
Aplaudindo seus atos, seus devaneios
Traduzindo o sorriso da bela índia
Ouvindo o ruflar das asas do colibri meigo
Ou talvez eu ache em caminhos alheios
Poesia - Cláudio 3Quimeras - Da Selva (Ao Anibal Beça)
June 26, 2012 - No comments yetNo lindo sorriso da selva embalada
Dançarina lusitana dos ventos vem
Sussurrando um dedilho. Tão afinada!
Repousa no manto de seiva
No balanço da rede apressa
Um ritmo fônico de acalanto
Como o tom de um sonho a Beça
Aprendi amá-la
Aprendi senti-la
Escrever os versos
Que o poeta da selva Cintila
Poesia - Hugo Lima - Tríptico: Ou Poema De Três Asas
June 25, 2012 - No comments yetJoelhos, salsa, lábios, mapa
Fogo, vestido, cidade, areia
Mulheres, mercúrio, noite, fábrica
Engenheiro, letra, grito, aspas
Som, radar, peixe, k
Copo, muro, livro, tábua
Neve, borboleta, vírgula, estátua
Martelo, sono, rosa, porta
Cara, retrato, canal, álcool
Pavões, glicínias, abelhas, faca
Corpo, pedra, silêncio, água
Castiçal, Silveira, linho - e:
-------------------------------(p
---------------------------------a
-----------------------------------l
------------------------------------a
--------------------------------------v
----------------------------------------r
-----------------------------------------a
-------------------------------------------s)
Poesia - Hugo Lima - Cidadezinha Qualquer Revisitada
June 25, 2012 - No comments yetPrédios entre avenidas
Mulheres entre vitrines
Trânsito calor radar
Um homem vai depressa
Uma ambulância vai depressa
Um ônibus vai lotado
Depressa... os táxis avançam
Eta vida vesga! meu Deus
Poesia - Hugo Lima - System Fields
June 25, 2012 - No comments yetHost Name
Free Space
Logon Domain
Boot Time
System type
Default Gateway
Service Pack
Subnet Mask
Time & Space
Poesia - Hugo Lima - Fixa-ação
June 25, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Fixa-ação
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever &
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever &
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
Até o corpo me eximir de qualquer culpa!
Escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
& escrever & escrever & escrever & escrever & escrever
Até os dedos macularem a fuga!
Poesia - Hugo Lima - Gárgula: Ou Das Fic(xa)ções Do Corpo
June 25, 2012 - No comments yetO animal morto dentro de mim.
Suas unhas cravadas no meu peito.
O sangue coagulando.
Cheiro de carne apodrecendo.
Era o sonho
E dentro dele
A forma de Deus
Fic(xa)ção 2:
A matéria revoando as palavras
A criatura encrustrada nos meus olhos
A língua em chamas, o corpo em fúria:
"Deus é uma faca de dois gumes"
Os demônios espalhados pela sala
Suturações no umbigo
A boca luminosa engolindo seus imensos buracos de água
O animal creófago e sanguissedento:
Era fêmea
E dentro dela
A cólera de Deus
"A faca não corta o fogo"
Os olhos vermelhos, cheiro de sangue pisado
Gárgula de águas escaldantes
A pele se desprendendo
Crianças e demônios espalhados pela casa:
Era o corpo
E dentro dele
A legião de Deus:
"Quem não tem alma possui um olhar infinito"
Evento - Psicotrônico 2 - Estação Cultural Arte & Fato - MAO/AM - JUN/28
June 25, 2012 - No comments yetCom:
Luneta Mágica
DJ Luana Aleixo
Data: 28/JUN/12
Local: Estação Cultural Arte & Fato.
Endereço:
Rua 10 de Julho, nº 443 (Em frente ao Teatro Amazonas). Centro. Manaus - AM.
Horário: 20:00 hs
Entrada: R$5,00
Poesia - Roberta Callegari - 06.jpg
June 25, 2012 - No comments yetPoesia - Roberta Callegari - 06.jpg
Falo que tenho que parar de fazer drama
Penso que tenho que sorrir mais
Falam que sou muito triste
E que não vejo a beleza da vida
Vivo em mundo estranho
Sou a ovelha negra em tudo
Amar. Tenho medo
Coragem. Tento ter
Felicidade. Aparece quando quer
Chorar. Rotina
Mentir. Sempre
Poesia - Roberta Callegari - Temes A Vida Ou Os Que Vivem?
June 25, 2012 - No comments yetSomos fantoches da nossa própria criação
Sobre a gaiola que a cada dia que passa
Fica mais e mais apertada como se
Poesia - Roberta Callegari - 05.jpg
June 25, 2012 - No comments yet27 atraída
17 mentalmente ligada
16 a ilusão de menina santa
Paixão completada por solidão
Poesia - Roberta Callegari - 04.jpg
June 25, 2012 - No comments yetSono, domina meus pensamentos
Não consigo pensar ou defender uma ideia
Sinto-me idiota e estupidamente feliz
Não há motivos ou inspirações
.Sempre assim
Poesia - Roberta Callegari - Carpe Diem
June 25, 2012 - No comments yetSofrer antes de saber a verdade
Desconfiar de detalhes
Lutar, pois está sozinha
Vida tentando não ser perdida
Alma tentando avisar sua mente que você está bem, é apenas um fase
Solidão querendo parceiros
Cérebro tentando adivinhar o futuro
Corpo recusando carinho
Alma pedindo amor
Adolescência complicada
Perdida? Tentando não ficar
Correndo atrás do sucesso
Vodka. Red Label
Tentando se animar
Acordar. Ressaca. De tudo
Bipolaridade? Não chega a tanto
Temos limites. Limites que eu tento deixar de lado. Limites que eu finjo não ver
Não existir
Liberdade
Viver ou morrer?
Amigos ou solidão?
Escrever ou falar?
Carpe Diem
Poesia - Roberta Callegari - 02.jpg
June 25, 2012 - No comments yetPaixão errada
.Abstinência
Obsessão sem nexo
.Maluca
‘Dei-lhe tudo
Nada me resta’
Alma frágil
Casca dura
Quero lhe de volta
Sem medo
Sem receio
Sem timidez
Desde o começo
Poesia - Roberta Callegari - 03.jpg
June 25, 2012 - No comments yetSua voz está guardada dentro do meu coração
Fazendo o chorar a cada batida de insegurança
Um dia você voltará a ser meu?
Jogada à beira da estrada esperando por você
Caminhoneiro legal aquele que me embebedou
Estou pronta pra ti
Venha e me faça sorrir
Poesia - Roberta Callegari - 01.jpg
June 25, 2012 - No comments yetAnfetamina para me manter acordada
Diante de um público que espera ver meu fracasso
Felicidade chega a ser algo proibido
Onde você vive o próprio inferno
Almas esquecidas pela vida
Sempre com um sorriso amargo
Onde esconde tanta desgraça e tristeza
Raiva é a única que me acompanha
Sem reclamações. Sem cobranças
Confortável e sedutora
Foi assim que me conquistou
Sinto-me enojada e suja
Não tem mais volta
Poesia - Arllen Lira - Lacrimático
June 24, 2012 - No comments yetO ser humano naturalmente advém do aquático
Grande parte do seu corpo é água
O ser humano naturalmente também é apático
Grande parte da sua alma é mágoa
Lamúrias do sentimento líquido que escorreu pelas mãos
De quem viu um grande amor partir
E com isso sumiu também seu coração
As ondas dos eventos originam-se nas pequenas coisas em meio ao grande mar vida
O que por muito tempo foi cura agora é também ferida
Calo-me em meio a demasia da tristeza do porvir
Paro de chorar já com pena de mim
Já obstasse meu processo de autodestruição
Que se iniciou no momento que eu nasci
Que se paralisou no momento em que te conheci
Que se acelerou no momento em que te perdi
Já me perdi de tanto querer me achar
Às vezes acho que nem sou deste mundo
Sou filho de uma outra raça, leal, justa, amorosa e sincera
Não pertenço a esta raça humana, que magoa, mente e trai
Tenho vergonha da minha condição humanóide
Tenho vergonha detsas atitudes fraternais, factóides
São dos olhos que escorrem os líquidos mais preciosos emitidos por uma a pessoa
As lágrimas!
Então lacrimeja a lavanda de toda esta tristeza
Molha-me, olha-me... Lava-me!
Poesia - Arllen Lira - Nós Unidos Em Comum
June 24, 2012 - No comments yetSó um ser humano que um dia saiu do lixo
Pode ser divino e mundano e andar em qualquer nicho
As estrelas ofuscarão seus olhos pra perder sua essência
Mas terá toda a ousadia, esperteza e malevolência
Vagarás entre a plebe e o rude em seu destino
Passarás como um pobre, (ou) rico, quase um menino
Lembrarás das brasas (brasilis) que aquecem tua alma
E saberás que pra vencer, tem que ter calma
Sentirás saudade da alegria da humildade
E darás valor ao que é poder estar feliz até tarde
Voltarás a tua terra com um aprendizado de um rei
E saberás de onde vem toda e qualquer lei
A lei que reveste e equilibra o homem (frouxo)
E conscientiza todo e qualquer ser (louco)
Vagarás vigiado até o limite do ocidente
E terás a certeza de que no amor és crente
Na liberdade, na igualdade, na ansia da felicidade
Sua vida será um livro..
Contrariando o mal
Ojerizando o capital
E pra sempre..
Valorizando o social!
Nunca nós perdemos
Sim! (vencer..)
Nós podemos!
Poesia - Arllen Lira - Dia Da Saudade
June 24, 2012 - No comments yetPoesia - Arllen Lira - Dia Da Saudade
É manhã
Reviro-me e me encontro perdido em algum lugar
Já nem conto mais as lágrimas que me trouxeram aqui
Só sou grato por elas, que me fizeram estar vivo
Para poder acordar
Banhavam-me o desejo de morrer, de desistir
Refrigério que postergou a vida
Na solidão da alma ferida, abandonada e desacreditada
Não escrevo mais em rimas, apenas escrevo
Não escrevo em português, escrevo aqui, aqui mesmo
Escrevo para você, ler
Enquanto cai a chuva
Ela molha a vida e a alma pede calma
Pois pode ser que ainda irei erguer o troféu
Deste jogo que é julgo e que me fez réu
Das conquistas que eu ganhei e não pude levar
Pois ganhei, mas também perdi
Dor já nem faz mais sentido
É câncer na alma de um corpo ferido
Paixão que se derreteu em desejo e não passou disso
Nunca será amor
Enlouqueço ontem nos perdíamos em carros
Hoje acidentamos nossas vida
Fujo da rotina
Procuro teu carinho bom
E acabo que fraquejo
Diante dos teus lábios, no teu batom
Definhei a cada dia
E chegou a hora de não ter mais o que compartilhar
Pois tua rejeição fez este sorriso minguar
Teu sorriso de luz apagou
A porta fechou
Degraus me ludibriavam na realidade
Faziam-me descer rumo a saudade
Tendo que aceitar tua decisao inLucyda
Já não poderei tocar mais nossa música
Tudo que precisávamos era de amor
E por fim
Enfim
Para mim
Chegou o fim
Chegou o dia da saudade
Poesia - C.Talesman - Entre A Mudança (Pela Porta Nº 2)
June 24, 2012 - No comments yetPosso mudar pra sempre
O Passado, A Vida, O Futuro
Tudo aquilo que me pertence
É instrumento de originalidade
Eu incomodo o ensino em mim
Com o conceitos sobre o novo
Sei que aquele que agrada a si nunca causará
Nada além do auto-puxa-saquismo diário
E o ignorante dentro de mim tentará buscar
(Uma segunda vida inútil
Em outra dimensão qualquer
Porque uma vida inválida apenas
Não é suficiente para um minúsculo ser)
Então, irmãos
Eis que vos envio meu mandamento
Sagrado do alto da montanha:
Aquele que quiser ser salvo que leia
Vários livros de Filosofia eternamente
Até que consiga dormir com a amizade
Dentro de si
Sem ao menos pagar um sorriso a ninguém
Pelo conhecimento que criará
Serás por ti mesmo louvado
Poesia - C.Talesman - Pela Democracia
June 24, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Pela Democracia
Os ditadores nunca foram
Disfarçaram-se
De democracia hoje
Fraudam urnas eletrônicas
Usam o nome de deus
Para serem eleitos
Pelos lobistas
Para desviar milhões em dinheiro
Dos olhos dos cegos brilham:
Astrologia, voto e esperança
A democracia é o meio que os ditadores usam para manterem-se no poder e cometerem quaisquer crimes contra a Humanidade sem serem punidos.
Um bom ditador é aquele que engana o povo através da ideologia do voto.
Poesia - Eylan Lins - Tavico
June 24, 2012 - No comments yetnavega, cintilante e florida,
a Nau imortal de tua história!
Na primavera doirada de sonhos
vivestes entre flores e feridas
o maniqueísmo da vida vivida:
vestes de tua singular vitória.
No verão ensolarado da alegria
vivenciou intensamente a paixão!
Namorou a lua e muitas estrelas
e, como sol imponente, reinou!
No outono frio da vida de outrora
caiu a última folha seca, sem vida
deixando uma saudade grotesca
no coração triste e vazio da aurora..
No inverno intenso da saudade
agasalhou-se no baú da memória
teus conselhos, tua luz e glória
que hoje vinga como semente boa
no solo fértil e rútilo do jardim anil
das tardes quentes e noites frias..
Faltam 8 Dias Para Encerrar As Inscrições Do Prêmio Jabuti
June 22, 2012 - No comments yetLiceu De Artes E Ofícios: Cláudio Santoro - AM - Abre 1044 Vagas Para Cursos Culturais
June 22, 2012 - No comments yetCom o objetivo de estimular o estudo nas mais diferentes áreas artísticas e oferecer à população amazonense um espaço para integração cultural e qualificação nas áreas dos respectivos segmentos, o Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro (LAOCS) abre inscrições para os cursos livres dos Núcleos de Música, Dança, Teatro e Artes Plásticas. O período de inscrições inicia nessa segunda-feira (25) e vai até sexta-feira (29), no horário de 8h às 17h, no Bloco F – Sala Multimídia, Centro de Convenções – Sambódromo. As inscrições são gratuitas e a iniciativa é do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura.
Ao todo são 1044 vagas disponíveis para crianças jovens e adultos distribuídas nos cursos de Piano, Baixo Elétrico, Teclado, Guitarra Flauta Transversal, Musicalização Infantil, Baby Class, Iniciação a Dança Dança Moderna, Dança Urbana, Jazz, Iniciação Teatral, Interpretação e Encenação, Teatro Infantil, Iniciação ao Desenho, Materiais da Natureza, Iniciação a Pintura, Desenho de Humor, Percussão para Surdos, Balé para Cegos, Coral para Surdos e Coral Adulto.
No ato da matrícula o aluno deverá estar munido de 01 (uma) foto 3x4, 01 (uma) cópia do RG, 01 (uma) cópia do CPF ou 01 (uma) cópia da Certidão de Nascimento no caso de menores de 18 anos, Declaração Escolar para os estudantes ou 01 (uma) cópia do Certificado de Conclusão Escolar para os não estudantes. No caso de menores de idades, os responsáveis deverão ter em mãos 01 (uma) cópia RG, 01 (uma) cópia CPF, 01 (uma) cópia do Comprovante de Residência.
Saiba mais sobre o Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro
Inaugurado em novembro de 1997, o Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro tem como principal meta desenvolver, aperfeiçoar e explorar o talento de crianças, jovens e adultos, estimulando-os no que se refere à atividade artística.
Nesse intuito, oferece gratuitamente, os serviços como, Cursos Livres e de Formação Artística nas áreas de dança, artes cênicas, música popular e erudita, artes plásticas e visuais com a finalidade de adquirir mão-de-obra especializada modificando o perfil dos profissionais em face da nova ordem de trabalho exigido pelo mercado.
VAGAS DE CURSOS PARA 2012
NÚCLEO DE MÚSICA POPULAR
TURNO: MATUTINO
CURSOS: Piano
VAGAS OFERECIDAS: 53
FAIXA ETÁRIA: A partir de 9 anos
CURSOS: Baixo Elétrico
VAGAS OFERECIDAS: 70
FAIXA ETÁRIA: A partir de 9 anos
CURSOS: Teclado
VAGAS OFERECIDAS: 60
A partir de 9 anos
CURSOS: Guitarra
VAGAS OFERECIDAS: 40
FAIXA ETÁRIA: A partir de 9 anos
TOTAL: 223
NÚCLEO DE MÚSICA ERUDITA
TURNO: VESPERTINO
CURSOS: Flauta Transversal
VAGAS OFERECIDAS: 21
FAIXA ETÁRIA: 10 a 14 anos
CURSOS: Musicalização Infantil
VAGAS OFERECIDAS: 24
FAIXA ETÁRIA: 10 a 14 anos
TOTAL: 45
NÚCLEO DE DANÇA
TURNO: MATUTINO/VESPERTINO
CURSOS: Baby Class
VAGAS OFERECIDAS: 37
FAIXA ETÁRIA: De 4 a 6 anos
CURSOS: Iniciação a Dança
VAGAS OFERECIDAS: 188
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
CURSOS: Dança Moderna
VAGAS OFERECIDAS: 47
FAIXA ETÁRIA: De 13 a 25 anos
CURSOS: Dança Urbana
VAGAS OFERECIDAS: 66
FAIXA ETÁRIA: De 13 a 25 anos
CURSOS: Jazz
VAGAS OFERECIDAS: 54
FAIXA ETÁRIA: De 13 a 25 anos
TOTAL: 392
NÚCLEO DE TEATRO
TURNO: MATUTINO/VESPERTINO
CURSOS: Iniciação Teatral
VAGAS OFERECIDAS: 52
FAIXA ETÁRIA: A partir de 13 anos
CURSOS: Interpretação e Encenação
VAGAS OFERECIDAS: 49
FAIXA ETÁRIA: A partir de 13 anos
CURSOS: Teatro Infantil
VAGAS OFERECIDAS: 51
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
TOTAL: 152
NÚCLEO DE ARTES PLÁSTICAS
TURNO: MATUTINO/VESPERTINO
CURSOS: Iniciação ao Desenho
VAGAS OFERECIDAS:41
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
CURSOS: Materiais da Natureza
VAGAS OFERECIDAS:44
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
CURSOS: Iniciação a Pintura
VAGAS OFERECIDAS:50
FAIXA ETÁRIA: A partir de 13 anos
CURSOS: Desenho de Humor
VAGAS OFERECIDAS:49
FAIXA ETÁRIA: A partir de 13 anos
TOTAL: 184
CURSOS ESPECIAIS
TURNO: MATUTINO/VESPERTINO
CURSOS: Percussão para Surdos
VAGAS OFERECIDAS: 19
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
CURSOS: Balé para Cegos
VAGAS OFERECIDAS: 05
FAIXA ETÁRIA: De 7 a 12 anos
CURSOS: Coral para Surdos
VAGAS OFERECIDAS: 11
FAIXA ETÁRIA: A partir de 12 anos
TOTAL: 35
CORAL
TURNO: MATUTINO
CURSOS: Adulto
VAGAS OFERECIDAS: 13
FAIXA ETÁRIA: A partir de 18 anos
TOTAL: 13
Fonte: Secretaria Estadual de Cultura do Amazonas
Poesia - Hugo Lima - Três Tempos (Ou Ninibiografia Do Fogo)
June 21, 2012 - No comments yetE quando nascemos, o sertão era um campo minado
E quando crescemos, nada mais valia
E quando chegamos, enfrentamos um barravento
E quando fugimos, estávamos à sós: sem gado e sem chão
E quando esquecemos, as lembranças nos saudavam
E quando voltamos, vimos a terra revolvida
E quando choramos, tivemos nossas almas remexidas
E quando lutamos, nada mais fazia sentido
O círculo estava fechado e éramos perseguidos por Antônio das Mortes
E quando sentimos, um poeta escreveu:
“ó querido Glauber, consumiu-se em seu próprio fogo.”
E quando tentamos, a terra estava em transe
E quando morremos, seus olhos permaneceram aqui
II.
Agora somos controvertidos
Agora escrevemos e pensamos cinema
Agora somos elementos subversivos
Agora queremos uma arte engajada ao pensamento
Agora pregamos uma nova eztetyka
Agora bebemos em Nietzsche e Schopenhauer
Agora em que cinema você acredita?
Agora temos uma palavra de ordem
Agora nossos negativos viraram filme
Agora temos um “Pátio”
Agora nossos olhos tem 16mm
Agora trocamos um carro por Arriflex 35mm
Agora ensinamos Truffaut a fazer cinema
Agora somos violentos e fetichistas
Agora esbanjamos a beleza satânica da mulher
Agora temos um cinema novo
Agora estamos nus diante do abismo
Agora somos só eu-você e Glauber
III.
COISAS A FAZER EM PARIS
1.Mudar de apartamento
2.Escrever um livro
3.Provocar um Barravento
4.Comprar um navio
5.Inventar o Cinema Novo
6.Redesenhar a América
7.Arfar com os Bouquinistes
8.Revolver a Terra em Transe
9.Minar o Louvre
10.Recriar a ortographya
11.Lançar um manifesto
12.Incinerar Truffaut
13.Beber Perrier Joüet
14.Brindar com Deus e o Diabo
15.Saldar a Revolução
Poesia - Hugo Lima - Prato Do Dia
June 20, 2012 - No comments yetSalomão ao molho tártaro
Adorno recheado com Foucault
Creme de Nietzsche com lentilhas
Deleuze fatiado com Artaud
Tartar de Drummond aromático
Filé de Oiticica com legumes
Pizarnik com azeitonas e aspargos
Hilst com pimenta, sal e Rimbaud
Acompanha:
O sulco de todas as vozes
Poesia - Hugo Lima - Canto VIII
June 20, 2012 - No comments yetEm dois ou três
Versos sobre a
Alegria
Emily Dickinson
Desatou cem nós
Do meu dia
Poesia - Hugo Lima - Canto I
June 20, 2012 - No comments yetLiteratura não é documento
Insisto em registrar acontecimentos
Autobiográficos
Escrever estimula a imprecisão
Não sou fiel aos fatos
Ficcionalizei a vida
Poesia - C.Talesman - E O Sono Sumiu De Nossas Vidas
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - E O Sono Sumiu De Nossas Vidas
O dia simplesmente chegou
Nós somos os escolhidos
Por não termos mais vida
Diurna virou a noite
Nós, super-humanos
Evoluímos para um estágio
Anti-sono: história japonesa
Agora podemos viver bem mais
Sem o sono que virou poesia
Não existe além de instantes
São olhos abertos e flashes
Após quatro anos sem dormir
Poesia - C.Talesman - Elysiums Explosivos Não Fazem Pow!
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Elysiums Explosivos Não Fazem Pow!
Os revolucionários são santos/terroristas
Os defensores da democracia são santos/terroristas
Portanto, os bin ladens são santos/terroristas
Portanto, os e.u.a.s são santos/terroristas
Mas os idealistas fingem que eles não são santos/terroristas
Sem pecado, sem óleo para encher o tanque do carro
Sem óleo para incendiar os elysiums explosivos que não fazem pow!
Sem enterros milagrosos porque não tem corpo espalhado
Sem salões secretos e mentirosos indo de Leste ao Oriente Médio
Do Médio ao Oeste eclipsado um rastro fictício de pólvora
Implantada por si próprio para parecer obra do outro
Uma poeira branca surrupiada de outros ares
Poesia - C.Talesman - A Realidade No Sonho Do Outro
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - A Realidade No Sonho Do Outro
Quando você puder olhar longe
Depois do seu próprio brilho no olho
O que tudo verá é a verdade causada
Não pela falta de sonho no outro
Não
Chegamos aqui por causa de sonhos
Os motivos das risadas de nossos antecessores
Os últimos calaram-se pós-apagão final
Os sonhadores também se foram
Permanecem seus sonhos como realidade
Sim
O sonho de ontem é a realidade de amanhã
Mas hoje é necessário não se iludir nas mentiras
Isso garimpado, a verdade governará em propaganda
Fora de uma porta do idealista
Poesia - C.Talesman - Sobrevivi Ao Facismo, Mas Ao Facilismo
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Sobrevivi Ao Facismo, Mas Ao Facilismo
Nem mim, nem Bill Gates
Sobrevivemos a escolher
Preguiçosos, eu não sou o Google
Mas você também não é
A fonte de conhecimento universal
Talvez, eu seja/miojo
Liquidificador de ideias
Não é assim que se monta o original?
Os improvisos são minha qualidade
Vamos então para a posteridade
Cultista do fácil, seu idiota
Deixando a rima para troféus de lado
Eu sobrevivi ao facismo filosofal
Haverá alguns que nunca
A poética agradecerá um dia
A falta de querência de um aplauso
Poesia - Mário Orestes - Lei Do Cacetete
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - Mário Orestes - Lei Do Cacetete
Ditadura enrustida
Abastece exterminadores
Esquadrões legalizados
Cadeados de horrores
Quanto custa a liberdade?
Qual é o preço do advogado?
Quem está sob imunidade?
Qual é a parte do delegado?
Todo policial é bandido
Poesia - Mário Orestes - Fobia
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - Mário Orestes - Fobia
Fobia da cultura
Fobia da censura
Fobia da fartura
Fobia da loucura
Fobia do facismo
Fobia do racismo
Fobia do simplismo
Fobia do egoísmo
Fobia do Apartheid
Fobia da verdade
Fobia da mentira
Fobia da fobia
Fobia da família
Fobia dos amigos
Fobia dos inimigos
Fobia de mim mesmo
Poesia - Mário Orestes - Ortodoxia
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - Mário Orestes - Ortodoxia
Dívida expandida
Filantropia falida
Cultura alternativa reprimida
Amazônia dividida
Toda cidade tem periferia
Vendendo corpo de menina
Jesus te odeia!
E eu não tenho nada com isso
Família falsa instituição
Passada geração a geração
No olhar da televisão
Igreja tem pseudo ideal
Capitalismo extremo radical
Socialismo anti social
Jesus te odeia!
E eu não tenho nada com isso
Ninguém nunca impedirá
O ladrão de roubar
O estuprador de estuprar
E o homicida de matar
Violência sempre existirá
Em qualquer lugar
Jesus te odeia!
E eu não tenho nada com isso
Poesia - Mário Orestes - Nau Perdida
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - Mário Orestes - Nau Perdida
Dividindo resquícios de sub-vida
Para perpetuar uma salvação
Obscuro confuso com paz rompida
Sem ter como consolar o seu coração
Paraíso sonhado não concedido
Por autarquia fantasma da geração
Medalhas condecoradas, seus inimigos
Levaram sua liberdade a uma castração
E quis lutar esquecendo que era uma nau perdida
E quis tentar a sua insistência na contra-mão
E quis jogar as cartas marcadas d’alma ferida
E quis curar de vez por todas sua solidão
Poesia - Mário Orestes - O Castelo Tétrico
June 20, 2012 - No comments yetPoesia - Mário Orestes - O Castelo Tétrico
No abismo vazio
Dentre outros vivia
Letárgico sombrio
Solitário tinia
Neste desespero
Algo faria
Nervoso tempero
Meu ódio paria
Forças reuni
Um plano tracei
Almas colhi
Corpos roubei
Todo ato planejado
Meu medo extingui
Com sangue no cajado
Um castelo ergui
Virei soberano
Comandava e crescia
Especialista em dano
A cada pranto sorria
O domínio era forte
Toda mente roubava
Destruição e morte
A fronteira buscava
Na cegueira do poder
Desleixei para o amor
Que se fez nascer
De semente a flor
Quando dei por mim
Não pude mais calar
Tal sublime motim
Vi meu império parar
Proliferação vivificante
Do rebento imberbe surtir
Contrário o domínio errante
Fez meu castelo cair
Busquei no exílio
Abrigo tosco pra mim
Hoje vivo vestígio
De solitário e triste fim
Poesia - C.Talesman - Você Não Está Preparada Para O Chute Da Cabra
June 19, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Você Não Está Preparada Para O Chute Da Cabra
Talvez não fui santoTalvez fui bobagens
Talvez eu pague no cartão
Os créditos do carma
Talvez construa uma opção
Onde sonhos do passado são enganadores
Como retornos à expiação dos pecados
Já fiz isso
Não sei mais o que pode acontecer
Depois de ser por meses humilhado
Até entender que não precisava mais
Hoje, sofrer é um desejo apagado
Eu sempre tenho uma imagem
De vida melhor do que o desastre
Presente que me faz chorar/sorrir
Então, não deixo me maltratar
Para satisfazer ego sinistro de alguém
Se eu pudesse sonhar uma coisa:
Ser feliz sem o sofrimento do outro
Sonharia com dores no coração
Pois você não está preparado
Para descobrir traições
Não está preparado para verdades
Para o chute da cabra
E seus hematomas de anos
Poesia - C.Talesman - Ocaso Da Universidade Pública
June 17, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Ocaso Da Universidade Pública
1: Professores
Era uma revolução por capital
Mascarada como hq da Marvel
Uma história contada pelo ponto
De vista mentirosa da ficção
Para enganar um governo
Para ludibriar o povo implorando por seu apoio
Enquanto eles não oferecem nada
A greve são férias pagas
Enquanto os professores trabalham
Nas faculdades particulares ganhando
Muito dinheiro: eles querem mais
Os gollums querem o fim da universidade federal
E assim cumpriram sua parte
2: Anarquismo
Como a Reforma Francesa
O anarquismo inspirado no passado
Uniu-se a Maçonaria uma vez mais
Para cumprir seu papel de destruição
Dessa vez, da Instituição do pensamento
Livre foi degolado em uma greve geral
Tornando a revindicação dos professores ilegal
E o Estado pôs um fim na universidade federal
E voltou seus olhos para as faculdades privadas
E assim cumpriram sua parte
3: Política
Os maçons governamentais, a base do Estado
Ordenou a mídia paga que calassem
Enquanto criam mentiras para o debate
É chegada a estação eleitoral
O fim da universidade é o cheque-mate do vitorioso
Ela precisa terminar para que o político lucre
Com as faculdades privadas, com seus laranjas
Sem representar o povo é o retorno
À ganância de status da idade
Das trevas na Era Contemporânea
E assim cumpriram sua parte
4: Sociólogos
Os sociólogos não se opuseram pelo contrário
Eles observaram e estudaram
Eles apoiaram com ofensas contra os anti-greve
Categorizam-nos como deterministas
Mesmo sabendo do fim próximo
Eles apoiaram os professores contra o Estado
Enquanto o povo dormia nas festas
Enquanto o povo vagava sem esperança
Sem o conhecimento da universidade
Somente um gênio sobreviveria
E assim cumpriram sua parte
5: O Povo
O povo foi enganado pelos senhores do Um-anel
Foram três triângulos de inverdades
Quando naquele ano, o país caminhou
Para o grande ocaso do conhecimento
Sem nem mesmo terem tentado
Uma primavera árabe-brasileira
Enquanto voltam tristes de ônibus para casa
Um eclipse foi postado
E assim cumpriram sua parte
Poesia - Everaldo Nascimento - Maturidade
June 17, 2012 - No comments yetPassos lentos, olhares atentos
Juntos, num só caminha
Verdadeiros heróis da vida
Livros abertos a ensinar
Corajosos, destemidos
Em seus desafios a vencer
Com seus lindos e ricos anos
Demonstram força nesse viver
E assim, eles me inspiram
A querer esse lindo amor
Que é dom supremo e divino
Vida alegre no salvador
Pois a fonte desta força
Nunca acaba e nem tem fim
Se renova a cada dia
Vida abundante! Eu quero pra mim
Poesia - C.Talesman - A Dita Dura
June 13, 2012 - No comments yetCom uma missa de 48º ano
Poesia - C.Talesman - O Drama É Reacionário
June 13, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Drama É Reacionário
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Enquanto estivermos dispostos às críticas
Isso é bom. Mas não apenas a elas
É preciso ir além e dobrar caminhos
Distante da bola vermelha o
Trabalho é uma fonte de inspiração aos outros
Longe de uma prática de choros
Reacionário é o drama que nos impede
De nossa capacidade e de alcançar o limite
Da paciência dos outros
Fora do Eixo Comunica: Site Do Percurso Da Cultura Na Rio +20
June 13, 2012 - No comments yetFora do Eixo Comunica: Rio +20 - #2
June 13, 2012 - No comments yet
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Poesia - C.Talesman - Era Uma Vez Um Amor 2.0. Ou Um Duelo De Magia
June 13, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Era Uma Vez Um Amor 2.0. Ou Um Duelo De Magia
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Era uma vez, um amor gerado por magia
Era uma vez, um que encantava, outro repelia
Era uma vez, um duelo de magos na ruela
Era uma vez, os círculos mágicos distintos
Era uma vez, um que era 9º grau, outro não era
Era uma vez, uma estória fracassada de uma lis
Era uma vez, uma que murchou por ser abandonada
Era uma vez, um amor 2.0 construído pela internet
Era uma vez, a evocação da compreensão
Era uma vez, uma mulher cansada de apanhar da vida
Era uma vez, um brilho no novo nos olhos da alma
Era uma vez, um encontro às cegas
Era uma vez, a evolução de dois círculos
Poesia - C.Talesman - Não Há Outra Escolha Senão
June 12, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Não Há Outra Escolha Senão
Há perigo em dormir com teu cheiro
Eu gostaria de ter tomado teu perfume
Ele pertence a outro coração e tu sabes
Que tem medo de partir porque tem medo
De partir os anos de sofrimento
Há sofrimento em dormir com teu sorriso
Morno é o antidepressivo que te salva
Suprimindo os sentimentos esquecidos
Para não chorar, fazemos o inexplicável
Há quem invoque o passado com nome de anjo
É um demônio destruidor de confianças
Na sobrevivência, ele extermina tudo
Do horizonte até outros universos de nós
Há quem se iluda de dia e deixe a vida passar
Por noites incompreendidas
Há quem termine as dores de um mal
No dia dos namorados
É uma lei da vida ser feliz perante tudo
Não há outra escolha senão um sorriso mais forte
De que toda palidez que nos habitará apenas hoje
Amanhã será tarde a força como um sonho
*Legião Urbana - Clarisse
Poesia - Menina Muié - O Fulano (Ao Anderson Maciel)
June 11, 2012 - No comments yetEmbora não haja motivos (eu tenho)
Lhe tenho como amigo
Embora não haja razão
Lhe tenho em meu coração
Embora não tenha sucesso
Meu desejo cresce a cada verso
Embora minha super carência
Lhe peço paciência
Embora o meu fracasso (em definir a distância)
Lhe dou a esperança
E lhe dou todas as faces
De meu sonho que especula
E abolimos a cidade
E vadeamos a ciência, mar de hipóteses
A lua fica sendo nosso esquema de um território mais justo
E nessa fase gloriosa
De contradições extintas
Eu e Fulano abrasados
Queremos. Que mais queremos?
E digo ao Fulano: amigo
Afinal nos compreendemos
Já não sofro, já não brilhas
Mas somos a mesma coisa
(Uma coisa tão diversa
Da que pensava que fôssemos)
*Com citações e adaptações do texto de
Carlos Drummond de Andrade, (O MITO) de A Rosa e o Povo
Poesia - P.H.Oliveira - Desespero De Um Hipocondríaco
June 11, 2012 - No comments yetPoesia - P.H.Oliveira - Desespero De Um Hipocondríaco
Sombras de um passado
Atormentam-me diariamente
Em pensamentos difusos
Sombrias madrugadas
Neste silencioso quarto e escuro
Preso em meu mundo de absurdo
O que me resta fazer?
Se tudo que desejo em vida parece tão distante
Falta-me um toque de razão, emoção e prazer
Preso e dependente de medicamento
Sem ele não sei como viver
Só me restam essas palavras
Meio à tristeza e lamento
Loucuras, e viagens em pensamentos abstratos
A pior coisa no mundo é ser dependente deste fármaco
Diazepam, também como a droga da felicidade
Hoje, já quase não fazendo efeito nenhum
Cada dia mais depressivo
Meu Deus! preciso de liberdade
Poesia - Windson Gomes - Deixe-me Só
June 11, 2012 - No comments yetSó(.) quero ficar só
Sozinho(.) comigo mesmo
Companhia? Não!
Conselhos? Também não!
Deixe-me em paz
É minha(.) somente(.) minha esta dor
Apenas me olha de longe
E perceba que me sinto bem assim
Aplico a anestesia em mim mesmo
Em pouco tempo esta dor vai embora
Perceba também que eu não choro
Não gemo
Não clamo
Não reclamo
Nem uso dor pra receber amor
Poesia - Arllen Lira - Persistência
June 11, 2012 - No comments yetDias lindos que se foram
Amor levado pelo tempo
Desgastado, sepultado em lamento
Persiste na minh'alma inconscientemente
Talvez pela beleza de tua doçura
Lembrarei de você constantemente
Não pelo que vivemos
Mas pelo que sentimos
Pois estava acima do bem e do mal
Vai além do infinito. É atemporal
Por você posso esperar a vida toda
Perdido, só consigo entender que te amo
É algo grande, tremendo, sobre-humano
Poesia - Menina Muié - Meu Guia
June 11, 2012 - No comments yetPoesia - Eduardo Santhana - Acalanto
June 11, 2012 - No comments yetSe for pra ser teu desencanto
Não quero chorar
Os olhos do teu pranto
Se for pra ser teu acalanto
Quero entoar
O gesto do meu canto
Pra ser tua harmonia
Ser tua nesta noite calma
Pra ser tua alegria
Tua melodia que ecoa da alma
Pra ser tua poesia
Um bom motivo do meu sonhar
Na tua voz serei cantiga
Dos sentimentos de me encantar
Serás o verso que transpira
Serás a minha fantasia
E eu serei a tua lira
Que toca amor do teu amar
Poesia - Tony Saunier - Cavaleiro Das Andanças
June 11, 2012 - No comments yetPoesia - Tony Saunier - Cavaleiro Das Andanças
Noturno, despeço-me do caminho
Forjado de primavera. Sozinho
Sei do muito que fiz por merecer
Ou do incerto abandono por não ter
Persisto. Cavaleiro das andanças
Que cavalga em imponente esperança
Entre montes e planuras, jardins
E pântanos, dragões e querubins
Como quando em armadura se entrega
Resistente, desafiando a dor
Vem a necessária hora da partida
Mas, vi-me em amedrontado torpor
Porque a emoção precisa ser servida
Da verdade, que a solidão se nega
Poesia - Isai Adegas - Vertiginosa
June 10, 2012 - No comments yetPor mais que eu tente entender
Como funciona sua cabeça
Como funciona esse querer
De não querer
Por mais que eu tente entender
Como funciona esse seu jeito
De me querer e depois mais tarde
Não querer
Por mais que eu tente entender
Como funciona seu coração
Como funciona essa vertigem
De ilusão
Eu não irei compreender
As densas formas do amor
Do seu amor
A sua forma de amar
E amar, e amar
Poesia - C.Talesman - O Assassinato De Um Político Corrupto
June 9, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Assassinato De Um Político Corrupto
Roma assassinou o
Corrupto imperador e
Trouxe a Ordem à
França assassinou o
Rei esnobe e
Trouxe a Ordem à
Maçonaria assassinou
Robespierre e
Trouxe a Ordem ao
Nietzsche assassinou deus
E trouxe a Ordem ao
Nosso país,/. o que falta
Além de um assassinato?
Porque quando a Justiça é comprada
Os Direitos Humanos são vendidos
Os contratos são falsos e a
InJustiça é genocida. Mas a arma
Disparada contra o político da desordem não é
E o povo viverá por mais 100 anos
Feliz, sem o domínio de um tirano
Até que os dominadores alcancem a extinção
Mais armas deverão alcançar função
Poesia - C.Talesman - O Retângulo De Vidro
June 8, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - O Retângulo De Vidro
A ditadura nunca cessará nos corações
Das secretarias de cultura e nos sonhos
Dos pequenos e médios facistas culturais
Obteremos espelhos quebrados para brincarmos
Existem andares que te dão esperança
Existem andares que te mandam de volta
Existem andares que andam mancando
Obteremos imagens sujas de práticas falidas
Existem conselhos que não servem ao rei
Existem conselhos que não servem à nobreza
Existem conselhos que não servem ao povo
Obteremos conselhos que não servem para nada
Pois no Retângulo de Vidro, não existe lei
Assim não existe fantasia para aos sonhadores
S.O.S. - Somos Otários dos Sistemas
Poesia - C.Talesman - Eles São A Focinheira. Tu, O Canivete
June 8, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Eles São A Focinheira. Tu, O Canivete
Por mais que os nietzsches te calem
Por mais que os schopenhauers te critiquem
Por mais que os derridas te desconstruam
Por mais que os freuds te analisem
Por mais que a multidão te enlouqueça
Sempre haverá um que te louve: tu mesmo
A tua calmaria é ser cortante
Poesia - Miguel De Souza - Diálogo Com A Vida
June 7, 2012 - No comments yetÀs vezes quero mirar outro alvo
E me dizes não! E apontas minha seta
O destino a seguir, a minha meta
Que hei de atingir embora tarde, calvo
Às vezes quero seguir outra seta
E me dizes não! E apontas qual o meu alvo
O porto onde aportarei firme, salvo
E farei uma carreira de menor poeta
Às vezes sinto-me num desnorteio
Sem direção, sem bússola, sem freio
E esqueço que és feito um timoneiro
A guiar os meus passos como seta
Porque me deste a honra de ser poeta
E desta prole ser o pioneiro
Poesia - Franciná Lira - Tuchauá
June 7, 2012 - No comments yetPoesia - Franciná Lira - Tuchauá
Sou do Norte
Em minha terra
Meu pisar é forte
De tradição
Maués é o meu berço
Onde semeio, planto
Minha pele vermelha
Em meus olhos: o encanto
Sou caboclo
Sabor guaraná
Na amazônia
Sou Tuchauá
Edital De Seleção - Conselho Estadual De Cultura do Amazonas - 2012
June 7, 2012 - No comments yetO Governo do Estado do Amazonas, através da Secretaria de Estado de Cultura por seu órgão colegiado, o Conselho Estadual de Cultura, torna público a publicação do EDITAL DE SELEÇÃO, CONVOCAÇÃO E ELEIÇÃO de entidades/associações para participarem e integrarem o Conselho Estadual de Cultura.
Confira o edital completo no formato:
www.culturamazonas.am.gov.br.
Informações com a Assessoria de Planejamento: (92) 3633-1880.
Inscrição: 04 de maio a 22 de junho de 2012.
Fonte: Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas (SEC - AM)
Saiba como funciona o Conselho Estadual de Cultura:
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Fora Do Eixo Comunica: Rio + 20
June 5, 2012 - No comments yet![]() |
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Evento - Psicotrônico - Estação Cultural Arte & Fato - MAO/AM - JUN/14
June 5, 2012 - No comments yetUma festa que mistura o psicodélico e o eletrônico.
Com:
Luneta Mágica
DJ Luana Aleixo
Data: 14/JUN/12
Local: Estação Cultural Arte & Fato.
Horário: A partir das 20:00
Entrada: R$8,00
Informações: 8135-1238
Poesia - Arllen Lira - Arlequim
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - Arllen Lira - Arlequim
Ele anda triste
Às vezes parece que nem existe
Já não tem mais fé
Nem alma gêmea pra abraçar
Dar um carinho, falar
Fazer sorrir e tomar café
Parece que ele está morrendo
Sua força sumindo
Padecendo
Adoecendo
...
Mas sua alma reluta
E ela é forte, pois luta
Às vezes, parecendo um louco
Tenta fazer justiça
Pra si mesmo
Pra você
Pro outro
Mas não adianta, pois de tanto amar
Agora só ama
E chora sozinho... em sua cama
Sua alegria vai sumindo
E agora é sombra
Na luz, vai sucumbindo
Tem saudade de quando era um menino
De quando se apaixonava, era lindo
Isso já não existe mais
Somente dor... pobre rapaz
No mundo, ficou muito rico
No céu, foi até palhaço de circo
Sua lagrima é maquiada
Escorrida a tinta em seu cetim
A boca não fala mais nada
É palhaço triste
É Arlequim
Poesia - Moisés Cavalcanti - Aurora
June 5, 2012 - No comments yetCalaram-se
Cederam
Começavam, assim, os jogos do mundo cão
Jogos incertos
Asas batendo, açoitadas, furiosas
Barulhentas, servis
A história se seguia naquele deserto sem pão
No meio da nuvem de tristeza contida
Ouviu-se um choro
O tumulto cessara
Um espaço se abriu no meio dos insetos sem vida
E uma criatura
Pequenina
Se revelou entre as criaturas de vontade perdida
Parecia tão frágil que poderia se partir sem o menor esforço
Mas não se partiu
Apenas cessou o choro
Seus olhos se voltaram para o Sol sobre seu dorso
E este derramou
Uma gota de néctar
Sobre a jovem existência e o contido alvoroço
Silêncio
Cambaleou
Pôs-se de pé
Ergueu a cabeça
Asas transparentes brotaram de seus membros
Silêncio quebrado
Abriu a boca
Tomou fôlego
Os outros escutavam sua respiração profunda
Escutavam
Mas poucos compreendiam
Um zumbido cortou o ar e o pandemônio se reiniciou
O jovem não hesitou
Bateu suas asas
E desapareceu
Do alcance daquela paisagem
O jovem partiu
Em direção ao próprio Sol
Seguido por alguns poucos
Repletos de uma esquecida coragem
“O Sol derrama os favos de uma ou duas colméias a cada geração, mas nem todos se permitem”.
Poesia - Fátima Lira - Tripé Amazônico
June 5, 2012 - No comments yetNessa rica região
Privilégio de amazônida
Pisar forte no chão
É sinônimo de orgulho
É mostra de realeza
Da nobreza que somos
Somos parte da maior
Biodiversidade do Planeta
Um celeiro de variadas riquezas
Isso não te diz nada
Companheiro, companheira?
Nossa gente é bravia
Luta por uma realidade justa;
Sem falsas ideologias
O que fazer com esse gigante Tripé
De tamanho sonho amazônico?
Que reflete la alma peruana
Colombiana y brasileña
De esperanza llena
Mas com grand crueldad
Encontrase atônito
Vamos deixar, outra vez
Na Amazônia, a utopia
Fechar os caminhos
Que, com tamanho esforço
Abrimos?
Cuando Ella - la Amazonia -
Irá ser leal y solidária
Para con nosotros?
Onde estão os movimentos sociais?
E a Sociedade Civil Organizada
Quem a viu?
Quem levantará a Bandeira
De nuestra unión sin frontera?
Las Farques?
Los traficantes de drogas;
De niños y niñas?
Los atravesadores sin conciencia?
Los gananciosos pesadores?
Los pseudos profisionales
Que van y ven jugando
Con la nuestra inteligência
Y con la salud de nuestra gente?
Somos pueblo del Norte;
Fuerte
Mas que está na corda bamba
Da sua própria sorte
Em quem acreditar?
- O rio Amazonas - o maior do mundo
Cala o grito, o soluço
Do nosso ser profundo
A mata densamente verde
Esconde a crueldade sem limite
E com os seus emaranhados cipós
Estrangula nossos sonhos
E perspectivas
O sol brilha como os olhos
Raivosos da serpente
A mãe d’água encanta
Os que querem agir corretamente
As ondas a banzeirar esse ar frio
Banzeiram a nossa esperança de ver:
O pôr-do-sol se esconder
E dormir tranquilamente
De ver a garça da paz voar
Rumo aos novos desafios
Isso é tudo nessa região?
Claro que não! Acredite
Poesia - Ubirathan - Sem Título
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - Ubirathan - Sem Título
Não-romântico
Tão antiquado que não cabe num apunhalado quadro
Não se planta num vaso
Nem sanguíneo
Nem em véu
Não tem quem ama
Não tem anel
Só inflama
Mas não infla
É um riacho de fel
Em manhãs de mistério louco
Nos blefes de amor
A sós
Sem dor, o amor
É muito pouco
Não tem eunuco
Nem seu, nem meu
O amor é "dicór"
Sem valor
O amor planou
Poesia - C.Talesman - Último Organ In Zação
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Último Organ In Zação
Exército desorganizado é fado
Eu sou fardo até para fadas
Essa mania de anarquismo por ímpeto
Essa é a revelia pelo choque
Em Zação, a nação final
Tocou meu último órgão
Na aglutinação de um "n", morri:
Findou uma graNde batalha
Poesia - Miguel De Souza - Cavalo De Pau
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - Miguel De Souza - Cavalo De Pau
Com um cabo de vassoura
E um pedaco de punho de rede
Amarrado numa das pontas
Eu fazia o meu cavalo de pau
E montado em cima dele
Lutava batalhas longas
E vencia grandes guerras
Andava por muitas terras
Sem sequer sair do meu quintal
Andava por todo o mundo
Ia pra la do Rancho-fundo
Nesses meus pensamentos
Ligeiros
Subiam e desciam serras
Passavam por todas as terras
Sem, ao menos, sair do meu
Terreiro
E ganhavam varias medalhas
Por ter ganho grandes batalhas
Debaixo d`um sol feito brasa
E ouvia uma voz... Que longe!
Era a minha mãe chamando
Pra eu ir depressa pra casa
Poesia - Moana Linda - Chamado Amor
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - Moana Linda - Chamado Amor
Chamam-me de louco
Por te querer assim
Eu não aceito derrota
Eu vou até o fim
Estou disposto a enfrentar
Todas as barreiras para viver isso
Quem pode passar pela vida?
E não se entregar ao imenso prazer de ter um compromisso?
Loucos, tontos são vocês que vivem
Com medo de se entregar ao infinito
Ao desconhecido sentimento
Chamado amor
Poesia - C.Talesman - Dentária
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - C.Talesman - Dentária
Cool! gate pela traições das imagens
A vida mais branca e iluminada
Enquanto o Sorriso é Oral
B-eijos são mentiras
Apenas mentiras vendidas
Parar parecermos mais felizes
Enquanto contribuímos em rede
Com nossas mononucleoses
Sobraremos
Quando cedo partirmos
Poesia - Hugo Lima - Canto IV
June 5, 2012 - No comments yetPoesia - Hugo Lima - Canto IV
Acorda, meu filho, e dança
Abra as janelas como quem mora no paraíso
Não fuja dos pássaros
Faz um lindo dia lá fora
Beba um café, fume um cigarro
Aprenda sobre literatura
Com o velho Hemingway
E não tente se curar da loucura
Porque a alma é a mais bela insanidade
Poesia - Miguel De Souza - Festa Das Retinas
June 4, 2012 - No comments yetPoesia - Miguel De Souza - Festa Das Retinas
O sol espoca leve
Em tudo há um sinal de beleza
As flores num desabrochar
Abrem-se para o tempo
Num ritual divino
Da natureza
Os prados envolvem-se em perfumes
Matizes inundam o etéreo
Colibri embebido em lumes
Sorve o néctar das flores
Intacto no ar
Sem nenhum mistério
Tempo estende seu tapete
De sete cores, o arco-íris
Pássaros erguem em falsete
Seus lindos cantos
Cheios de alegria
Aos porvires
E desfila a deusa primavera
Com um charme de menina
Tendo como pano de fundo
Gorjeios entoados
Nesta festa multicolorida
Das retinas
Poesia - Rafa Carvalho - O Que Bashō, Bashō
June 4, 2012 - No comments yetHigh
Porque tudo que
ıɐɔ
Poesia - Franciná Lira - Sem Fronteiras (À Eva Edi Kiss E Ao John J.T. Taylor)
June 4, 2012 - No comments yetMares separam os corpos
Que anseiam por mais um toque
Por mais um beijo, mais um momento
Já não me lembro quanto tempo faz
Lembro-me apenas que em teus braços me perdi
No encontro do teu olhar de mar
A brisa marinha traz o cheiro de tua pele
Envolto em carícias de saudades
Teu mar de amor me chama, em chamas
Eu clamo teu nome, na fome
Do tempo e da distancia
Do amor que não conhece fronteiras
No desencontro no mapa
Encontro-te nas cartas
No sopro do pensamento
O relógio caminha lento
E eu lamento cada segundo perdido
Contido na longa espera de
Amor subtraído
Desejo banhar-me no teu paraíso marinho
Navegar nas ondas dos teus carinhos
Traçar contigo novos caminhos
Sempre juntos, nunca mais sozinhos
Poesia - Miguel De Souza - Papel (Para Olavo Bilac)
June 3, 2012 - No comments yetPoesia - Miguel De Souza - Papel (Para Olavo Bilac)
Sê como aquelas árvores antigas
Impolutas à beira do caminho
Recebendo do vento tal carinho
E oferecendo sombra a quem se abriga
Ou companhia ao ser sempre sozinho
A transitar por entre elas, amigas
As árvores tão boas quanto antigas
A esparzirem caridade p`lo caminho
Sê como Elas! Benéficas ao mundo
Ao saciar a fome do moribundo
A reinar sobre a terra e sob o céu
E mesmo empós, da serra, a ouvir-lhe o ronco
A podar-lhe rés a terra pelo tronco
Mesmo empós... Ela cumpre o seu papel
Poesia - Hugo Lima - Cicatriz
June 3, 2012 - No comments yetEu paro e penso
(E você nem vê)
O amor doendo no peito
O fogo vai queimando a carne
O cerne do poema
A palavra mal dita
"Sem saída": que assim seja
Se já não sentisse nada
Além de dor
Nem medo, grave aspereza
Esta que nos provoca
Esse mau do amor
Poesia - Márcio Ide - Renascer
June 1, 2012 - No comments yetPoesia - Márcio Ide - Renascer
Doí a Dor Maior
Me fiz a Rosa mais linda
Só para tu me ver
Poesia - Miguel De Souza - Ofício
June 1, 2012 - No comments yetPoesia - Miguel De Souza - Ofício
Quando o sol desponta
Na fímbria do monte
A natura monta
Lá no horizonte
O seu arrebol
Quando o sol a pino
No centro do céu
Um tocar de sino
Em grande escarcéu
Celebra-o em prol
Quando o sol acena
Seu último adeus
Em soturna cena
Lembrai-vos de Deus
Irmãos de escol
Poesia - Ives Montefusco - Gotas De Esperança
June 1, 2012 - No comments yetRelâmpagos no Céu
Nuvens ameaçavam sentir
As gotas que logo viriam
Era noite e a madrugada
Avisava um temporal oportuno
Caíam sobre as folhas
Bailavam sobre os sonhos
Irrigavam corações solitários
Extasiavam as plantas.
Chuva veio e lavou todo o ser
Precisado de um abraço
E tinha apenas como companhia
As gotas que o encharcavam
Molhado e reflexivo, de joelhos
Agradecia enternecido por um beijo
Dado pelos céus por meio da água
Escorria sob seus braços, e peito
Clamava àquela hora, em prece
Por vida e por seguir disposto
Ao caminhar dado anteriormente.
Grato, fechou os olhos e disse:
Assim Seja.











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