<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Ana Marcia de Lima's RSS feed</title><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima</link><description>Ana Marcia de Lima's content published at Fora do Eixo</description><item><title>Família Fora do Eixo se encontra</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;Difícil descrever os pensamentos e sentimentos dessa semana pra mim. Estive no início do Congresso Fora do Eixo em Uberlândia até o feriado da terça-feira. Só de ir de carro com Letícia e Roberta, já significou bastante, já começava em viagem coletiva. As meninas do Megalozebu cada dia mais integradas e estimuladas com o circuito. Faltou o Otávio, que chegaria no dia seguinte. O plano era irmos os 4 na manhã de segunda-feira, mas antecipamos pela nossa ansiedade e por acharmos que era importane para credenciamento e confraternização.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;Chegamos no Goma por volta das 19 horas do domingo. Credenciadas, ficamos por ali conversando com o pessoal e fomos ver a Congada que estava acontecendo na rua do Goma naquele instante. Depois de um tempo por ali, fomos para o nosso ponto de hospedagem solidária: casa da Biba. Lá, foi lindo ver de perto as famosas femininas do circuito trabalhando, todas com seus notebooks planejando, conversando, discutindo. E o pessoal do Goma também trabalhando firme, cada um em sua tarefa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;No outro dia, já fui percebendo que a concretização do circuito começava a ser feita. Toda hora me pegava pensando "nossa, é muita gente!"  Uma sensação muito divertida reconhecer alguns amigos virtuais ali. Como disse Talles: "A pessoa sai do avatar" Sim, nos conhecemos pelos avatares do twitter, gtalk, e outros, em inúmeros chats, ou melhor reuniões, e, algumas vezes, pela voz também, devido as reuniões pelo skype.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;Ver o rosto de cada um, seus estilos, seus sotaques, foi bem bacana.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;Com os debates, ouvindo com atenção, pude me aprofundar em temas que não estão ainda muito claros na minha cabeça, e pude me animar a trabalhar mais, confiando sempre no respaldo tanto dos colegas de coletivo, quanto do circuito. O estímulo voltou. Descobri que tudo se encaixa, tanto nossas diferenças de personalidades, de opiniões, quanto as características dos coletivos de acordo com sua realidade. A perspectiva de poder atuar com uma linguagem ou como ponto de articulação me deixou um tanto estimulada. Já fui trocando uma ideia com Otávio, e também o Victor que nos deu carona até a rodoviária. Já pensando nas possibildiades do Megalozebu em Uberaba.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;No final das contas, o clima de amizade que predominava entre os congressistas me fez pensar na música do Titãs.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;img src="/articles/0025/9745/Imagem_077.jpg?1287116766" alt="Imagem_077" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;"Família, família... almoça junto todo dia..."&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E é isso. O Fora do Eixo é sim uma família. Você não encontra colegas de trabalho, encontra pessoas que te acolhem, te tratam bem, te apoiam, te oferecem estadia e alimentação. A pequena família (são 345 congressistas inscritos) vai passar por uma experiência única de trocas de ideias, conversas, compartilhando a alegria de fazer parte do Fora do Eixo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cansada, mas feliz, tive que voltar para Uberaba no noite de terça-feira, dia 12. Agora me resta acompanhar a reunião da família Fora do Eixo pela internet.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A partir da próxima semana, tenho certeza que o Megalozebu terá um grande impulso baseado no congresso. Hora de trabalharmos nosso festival que se aproxima, um evento com banda internacional, e outras tantas ações do coletivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-image: none; background-color: transparent; background-position: 0% 0%;"&gt;*PS: Adorei o neologismo de Capilé: "sivirologia" - A arte de se virar. traduz bem o espírito do FDE.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-image: none; background-color: transparent; background-position: 0% 0%;"&gt;PS2 - Adorei a participação de Cláudio Prado. Além de contribuir com sua inteligência, foi responsável pela descontração inicial, com suas falas divertidas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-image: none; background-color: transparent; background-position: 0% 0%;"&gt;PS3 - Interessante também ver o pessoal do coletivo Argentino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-image: none; background-color: transparent; background-position: 0% 0%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;PS4 - Muito emocionante ver as aprovações dos coletivos que pediram inserção. Na linha família, era como assistir ao nascimento de mais irmãos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;énóis!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 01:37:04 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/familia-fora-do-eixo-se-encontra</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/familia-fora-do-eixo-se-encontra</guid></item><item><title>Primeira circulação pelo FDE</title><description>&lt;p&gt;Então finalmente chegou a oportunidade de circular pelo Circuito, fui a Uberlândia, conhecer o Goma, o pessoal do Goma e participar do Festival.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ansiedade a mil, quando cheguei na rodoviária liguei pra Leth, coordenadora do Megalozebu que já estava na cidade. Iriam me buscar. Pouco tempo de espera e logo estava ela ali na minha frente com aquele sorrisão mais feliz que ela tem e que me deixa feliz quando vejo. Ela pegou minha mala e reclamou que estava pesada demais."você trouxe uma mudança, ana?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrei no carro e ela me apresentou o motorista: Charchar, do coletivo Pegada de BH. Já fiquei feliz, finalmente conhecendo ao vivo alguém sempre presente nas reuniões da comunicação. A simpatia foi instantânea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fomos então para o Goma, e lá conheci mais um tanto de gente, e o local. Tudo que eu conhecia somente por fotos. É muito legal a sensação de estar num lugar que você via por fotos e desejava conhecer. Assim como as pessoas, que você só conversa pela internet e não tem a mínima noção de como são pessoalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo já passaram as pautas que pensaram pra mim e eu já comecei a escrever no notebook da leth ali mesmo. Charchar sentou ao meu lado e acabou me dando uma grande ajuda. (na verdade o crédito do texto daquele dia é dele, muito mais do que meu..hehe) Por ter estado presente na noite anterior, muito melhor ele falar do que eu sobre o primeiro dia do festival.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois conheci a outra parte do Goma, achei o local muito maior do que imaginava. Achei super bonito, com cara de rock mesmo. Então fiquei lá um pouco com os meninos: Talles, Fred, Charchar e Tássio. Charchar e Tássio fazendo as coisas deles de vídeo. Talles deitado com jeito de cansado e Fred fumando seu cigarrinho. Muito massa conhecer de perto Talles Lopes, que já estava de viagem marcada logo após para nossa cidade, com três compromissos no mesmo dia. Troquei algumas palavras com ele ali e já vi que é uma pessoa super tranquila e gente boa. Eu estava muito ansiosa pra visita dele porque acreditava que ele ajudaria o Megalozebu. (o que realmente aconteceu)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O papo foi rolando descontraído e já era hora de irmos embora. Fomos direto para o Coliseu. Na hora de carregar os equipamentos, todos ajudam. Aí você já nota o que é coletivo. Todos trabalhando juntos, se ajudando e melhor ainda, num clima de amizade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estrutura do local era linda demais. Eu me senti deslumbrada. Nunca tinha participado de um evento num local com uma estrutura boa assim e também com uma equipe de produção numerosa e articulada. Imaginação foi longe sonhando com esse tipo de evento em Uberaba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Daí pra frente foi muita observação. Por ser tímida, eu fico sempre quieta e calada quando estou em um ambiente novo e com pessoas desconhecidas. E além disso eu gosto muito de observar, porque assim eu acho que aprendo muitas coisas. Observo até as pessoas que fazem coisas que eu não entendo nada, como os técnicos de som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi massa observar como a galera trabalha sério. Cada um no seu notebook, escrevendo, twittando, fazendo mil coisas. Ninguém estava ali pra se divertir. Sobre a galera do MIU eu já escrevi no outro post e já demonstrei que adorei ver o trabalho deles. Equipe bacana, com seus notebooks, máquinas fotográficas, gravadores, câmeras, registrando tudo. Eu fotografei um pouco dos shows, mas não gostei muito das fotos, a maioria eu tirei sem flash, e talvez por isso não ficaram boas. Pude acompanhar algumas entrevistas com as bandas, o que me deixou um pouco insegura, porque não me senti tão preparada para entrevistar bandas daquele porte. As vezes é dificil sair do clichê: "o que vocês acharam do show de hoje?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No primeiro dia, aliás, na sexta-feira, 27/08, os shows eram de rock pesado - Esquiva, Burnahead, A170, Hellbenders, Fusile, Uganga e Dead Fish. O local estava muito lotado e eu vi cenas que nunca tinha visto. A galera curtindo pra caramba, bandas muito boas, muitos e muitos moshs, e até gente surfando com uma prancha mesmo no meio da galera. Bom demais ver essa energia. As fotos e as coberturas estão tanto no blog do mega quanto do Goma e de todas as mídias do MIU.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, todos cansados e esgotados. Ajeitar tudo e ir pra casa. Fui super bem recebida na casa da Biba. Hospedagem solidária massa demais. No dia seguinte, depois de um bom descanso, papeamos e hora do almoço. Comida caseira boa demais. Gente, cachorros, crianças, tudo bem aconchegante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sábado a tarde, festival de novo. Nesse segundo dia eu já estava mais a vontade, me movimentando mais e conversando mais com as pessoas. Curti pra caramba os shows: Perverse, Killer Klowns, Velhos e Usados, The Hell´s Kitchen Project, Holger, Porcas Borboletas, BNegão &amp;amp; Black Sonora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A festa acabou quase de manhã. Fiquei muito cansada, meu relógio biológico não está adaptado mais a virar noites, trabalho no período da manhã desde julho, pode ser por isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fomos descansar e no outro dia acordamos e saímos sem almoçar pra ir pra Praça assistir a apresentação do Grupo Emcantar. Lindo demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Almoçamos ali mesmo logo após o show e pouco tempo depois pedi pra me deixarem na rodoviária. Já era hora de voltar pra casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixo abraços e meus agradecimentos por tudo a Biba e família, Talles, Victor, Tássio, Fábio e Bianca, do Goma; Charchar do Pegada; Fred do Coletivo 77, todo pessoal do MIU, e Satiro da Associação Imagem Comunitária de BH. Valeu e até a próxima: Congresso Regional MG e Transborada em BH.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 11:11:43 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/primeira-circulacao-pelo-fde</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/primeira-circulacao-pelo-fde</guid></item><item><title>MIU e o  Festival Goma</title><description>&lt;p&gt;O coletivo Goma, de Uberlândia, MG, está em início de uma ação muito  forte de comunicação. Uma grande equipe foi formada e está super  articulada em todos os sentidos. O nome dessa nova frente do Goma é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MIU (Mídias Integradas Uberlandenses)&lt;/span&gt;.  A prova que a integração está fluindo bem foi o trabalho feito na  cobertura do Festival Goma, no último fim de semana. A Coordenação da  Comunicação ficou por conta de Tássio Lopes e Victor Maciel. A equipe  MIU é constituída por Augusta Deluca, Artur Ayroso, Vanessa Alves, Karla  Fonseca, Luís Fernando Motta, Bruna Dourado, Marthayza Ferreira, Felipe  Tavares, Jamile Salomão, Marco Paulo Henriques, Hick Duarte e Fernando  Lopes. As Mídias que fazem parte dessa salada são &lt;a href="http://www.youtube.com/folhetimbaticum"&gt;Folhetim Baticum&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.gomamg.blogspot.com/"&gt;Goma, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.idearium.com.br/"&gt;Idearium&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.lenhador.com/"&gt;Lenhador&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://okannie.blogspot.com/"&gt;Ok! Annie&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.paginasvazias.com.br/"&gt;Páginas Vazias&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.youtube.com/segundaoitava"&gt;Segunda Oitava&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.soorocksalva.blogspot.com/"&gt;Só o Rock Salva&lt;/a&gt;.   Nada podia escapar dessa galera antenada no evento. Enquanto um  fotograva, outro filmava o outro fazia a entrevista, e quase  instantanemente as matérias, vídeos e fotos eram publicados na internet.  Você pode acompanhar as matérias que foram feitas na cobertura do  Festival de Uberlandia nessas mídias e no &lt;a href="http://portalmiu.blogspot.com/"&gt;portal do MIU&lt;/a&gt;.&lt;img src="/articles/0024/4406/Imagem_738.jpg?1283303424" alt="Imagem_738" style="vertical-align: middle;" /&gt;&lt;img src="/articles/0024/4405/Imagem_765.jpg?1283303292" alt="Imagem_765" /&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 31 Aug 2010 22:16:33 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/miu-e-o-festival-goma</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/miu-e-o-festival-goma</guid></item><item><title>Dificuldades e soluções</title><description>&lt;p&gt;Desde que o Megalozebu resolveu se reerguer e começou a entender o que tinha acontecido, estamos começando a engrenar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje o coletivo se restringiu a 3 pessoas. Dessas, duas trabalham com outras coisas, tem outros compromissos: eu e Otávio. A outra, é a coordenadora, a chave principal de tudo: Letícia. Ela tem mais tempo disponível no momento, mas anda pensando em buscar outras atividades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das dificuldades do coletivo aqui é ser claro para os parceiros quanto a forma como funciona as parcerias. Não sabemos se nós não estamos sendo claros ou se são eles que não conseguem entender como o coletivo funciona. Mas temos exemplos de parceiros muito legais, que entendem perfeitamente a parceria. Um deles já até mereceu destaque no blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra dificuldade é de locais para se fazer os eventos. Em Uberaba, sempre existiu o problema de dificuldade para fazer shows com bandas de rock mais pesado, e querendo ou não, o forte da cidade é Metal e Punk Hardcore. Além da vigilância da patrulha do silêncio, e da resistência da cultura local em relação ao rock, tem também outras dificuldades em relação a locais. Cada um com sua peculariedade, os bares fazem restrições, ou cobram caro as coisas, e nosso público que acaba sentindo, no final das contas. O relacionamento com as bandas locais também tem suas dificuldades. Os músicos não aceitam muito bem a forma com que trabalhamos, alguns reclamam, alguns não sabem se divulgar, alguns não valorizam o trabalho da produção. Mas tem também os que se tornaram grandes parceiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra dificuldade é de equipamentos para atender todos os núcleos do FDE. Por exemplo, estamos sem fazer videos, porque além de não termos um membro especialista na área, não temos filmadora e computador bom pra editar. Quanto a fotos, dá pra nos virar com nossas digitais compactas, mesmo não ficando com a qualidade de fotos profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outrao problema é de grana. Não conseguimos uma estrutura que permitisse pegar o dinheiro dos eventos e investir no próprio coletivo. Seria ótimo por exemplo, termos camisetas ou crachás para identificar na hora do evento, quem é do mega, e também os parceiros. Depois de um ano de coeltivo, ainda não temos sede, e isso também é uma de nossas prioridades no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das decisoes mais recentes do FDE foi a respeito das linguagens que cada coletivo pode escolher o seu forte e trabalhar com isso. Essa novidade nos deixou animados, como uma luz no fim do túnel, porque com poucas pessoas, se pudermos focar em um numero menor de tarefas, fica mais facil se reestruturar. Aguardamos as discussoes a respeito disso no Congresso Regional que se aproxima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final das contas, o principal é as pessoas. Problemas pessoais acabam interferindo de uma maneira ou de outra. Trabalhar em equipe é sempre complicado, conviver com as diferenças e manter o pique, é uma luta diária.  Mesmo quando estamos estimulados, precisamos que um dê força ao outro. E o complicado do coletivo quando tá no começo é que, não tem como ser fonte de renda, mas precisa ser visto com responsabilidade e seriedade. Então, acaba sendo o segundo lugar na prioridade. Ninguém quer deixar o trabalho ou um dia de prova na faculdade, se arriscando a perder o emprego, ou nota, dando preferência ao coletivo. Mas sempre é possível conciliar as coisas. Ver o coletivo como trabalho sério é essencial. Dividir as responsabilidades, se dedicar à sua parte, e curtir o resultado final, também.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 01 Aug 2010 22:32:14 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/dificuldades-e-solucoes</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/dificuldades-e-solucoes</guid></item><item><title>Debates sobre a reforma de Lei Autoral e criminalização do Jabá</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na semana passada, o Ministério da Cultura divulgou  que os compositores Frejat e Luis Caldas estão apoiando as discussões sobre a reforma da Lei Autoral. Eles são favoráveis a criação de uma entidade pública para fiscalização do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e também a criminalização do Jabá.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Jornal Estadão publicou uma matéria sobre o assunto no último sábado mostrando a diversidade de opiniões de artistas populares no debate.  Entre os da corrente a favor foi citada Ivete Sangalo e da corrente contra, Roberto Carlos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Jabá é a gíria da indústria musical brasileira usada para indicar o suborno recebido por rádios e emissoras para divulgar músicas, permitindo a fábrica de sucessos. Não se sabe se a iniciativa é da emissora ou da gravadora, ou até do artista. A prática é tão comum que virou lei. Como não há fiscalização, não há como apontar onde e como o jabá é feito. A criminalização poderá colocar multas e punições que vão desinibir tais práticas, mas o importante é voltar os olhos da opinião pública para a questão de que o direito a cultura não está sendo atendido em sua totalidade, porque desde a infância é negado o direito de escolha de qual produto cultural se quer experimentar. No caso específico aqui, qual musica a pessoa quer ouvir.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa força dos nomes  mais conhecidos pela mídia pode ser um ponto fundamental nas discussões para modernizar a lei. Afinal, sabemos que a opinião pública é muito influenciada por pessoas de destaque, principalmente na televisão. Não é a toa que são selecionados sempre os cantores ou atores mais populares para campanhas publicitárias importantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desde 2007 teve início um movimento que visa modernizar a Lei de Direito Autoral para garantir os direitos de artistas e criadores e harmonizar essa garantia ao direito constitucional de acesso a cultura. Naquele ano, foi  lançado o Fórum Nacional do Direito Autoral. Nessa primeira fase, a meta era dialogar com a sociedade civil e encontrar subsídios para a formulação de novas políticas culturais. Ao longo de dois anos, reuniões e debates conseguiram obter mais de 10 mil pessoas participantes. Todas as categorias envolvidas puderam expor suas opiniões e sugestões. Em novembro de 2009, o fórum foi concluído e se iniciou um processo de elaboração da proposta de revisão da Lei de Direitos Autorais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A consulta pública é um passo nesse processo. De acordo com as respostas obtidas nessa consulta, o Governo Federal vai consolidar o texto final do anteprojeto de lei que será encaminhado ao Congresso Nacional. Para ter acesso a mais informações sobre a questão e também participar da consulta pública, basta acessar o site http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/sobre/&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Ecad, que deveria recolher e distribuir a verba dos direitos autorais, é uma instituição que não tem membros eleitos, e nem é fiscalizada. Sendo assim, quem garante a ética desse trabalho?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A questão ainda pode e deve ser debatida muitas vezes, mas, preferencialmente, de forma justa e democrática. Porque envolve mais do que uma simples mudança de lei no papel. Seria uma reformulação de práticas já enraizadas na sociedade. Mesmo que a lei mude, a sua obediência não será garantida. Mas as pessoas engajadas na cultura podem e devem chamar para si a responsabilidade de participar dessa luta. É preciso mobilizar e encontrar líderes culturais em cada região brasileira para que eles possam ser os representantes do que a população pensa sobre tal questão. Se um jornal de uma cidade pequena começar por uma enquete perguntando se as pessoas na rua sabem o que é Jabá ou Ecad já seria um medidor do nível de consciência da população a respeito da indústria musical. Aposto que a maior parte responderá que Jabá é comida de nordestino. A história começou mesmo por aí, mas virou gíria conhecida no meio musical. Pior que gíria conhecida, uma prática aceita como normal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 25 Jul 2010 23:49:59 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/debates-sobre-a-reforma-de-lei-autoral-e-criminalizacao-do-jaba</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/debates-sobre-a-reforma-de-lei-autoral-e-criminalizacao-do-jaba</guid></item><item><title>Reunião local</title><description>&lt;p&gt;Hoje, 07/07 tivemos uma reunião do Megalozebu muito importante. Nela, muitas questões foram levantadas, muitas ideias debatidas. Algumas decisões foram tomadas. O Megalozebu está se reestruturando e se reorganizando. No momento, uma das prioridades é voltar a nos integrar ao Fora do Eixo Minas e também ao Fora do Eixo. Já estamos começando a planejar os principais eventos, e começando a tomar medidas que podem ser essenciais na reorganização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A próxima reunião local já está marcada. Nela, continuaremos a discutir todas as ideias para resolver nossos problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinto que a energia voltou aos agentes do Megalozebu, e que com essa energia, podemos reconquistar parceiros e conquistar futuros parceiros. Fiquem ligados que coisas boas estão por vir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agradeço a todos os colegas Fora do Eixo que tem me lido aqui, no twitter, e me adicionado. Vamos continuar com essa integração. Podem me adicionar a vontade. Principalmente galera da comunicação, da redação. Até preciso saber das reuniões para participar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos poucos vamos nos conhecendo e nos tornando cada vez mais fortes. É nóis!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraço e até a próxima&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:17:14 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/reuniao-local</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/reuniao-local</guid></item><item><title>Apresentação</title><description>&lt;p&gt;Eu entrei no Coletivo Megalozebu (Uberaba-MG)  em Abril. Agora em Junho, ele fez um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sou jornalista, mineira, 29 anos, intuitiva, viciada em rock,  café, boas leituras, seriados, TV, internet, cultura pop.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já morei em Jaraguá do Sul - SC por pouco mais de um ano, e agora moro com meus pais de novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa semana começo em um trabalho de meio período. Vou ter tempo para me dedicar bastante ao Megalozebu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda não conheço o Coletivo Goma, de Uberlândia, nossa vizinha. Estou ansiosa para conhecer e também ansiosa para ir ao Congresso Fora do Eixo e ao festival Jambolada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Super apaixonada cada vez mais pelo Fora do Eixo. Pretendo ficar muito tempo. Meu papel principal é atualizar o blog. Mas o que precisar, eu faço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Blog do Megalozebu é http://www.megalozebu.blogspot.com/ O twitter é http://twitter.com/megalozebu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu twitter é http://twitter.com/anamarcialima E meu blog http://dialogoinvisivel.blogspot.com/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o twitter procuro divulgar as coisas do Fora do Eixo.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 04 Jul 2010 19:52:42 -0300</pubDate><link>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/apresentacao</link><guid>http://foradoeixo.org.br/anamarcialima/blog/apresentacao</guid></item></channel></rss>
