Retomando Posts Antigos do Blog Pessoal
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Música do Dia!

Hoje apresento um hit da Vini Laranja, banda de Belém do Pará, veio pra edição cuiabana do Grito Rock e eu choquei, não conhecia. Hoje a trilha sonora desse post é Shoot the Little Sister, Vinil Laranja. Só clicar aqui.
Sabe da minha origem? Hã! Da onde eu venho?

Então, logo que começo a freqüentar o Empório da Notícia (agencia de assessoria de imprensa naquela época responsável pela Cubo Comunicação) e vou conhecendo as pessoas envolvidas na movimentação e vou me interessando cada vez mais. Eu queria mesmo era estar diretamente na produção dos eventos, porém estava na comunicação e aprendendo o b-a-bá: escrever nota de cobertura de banda e separar figuras para zines, e nada mais. Qualquer coisa mais que isso seria despender demais duma adolescente do ensino médio dum colégio salesiano e que ainda tinha um namorado pra investi tempo.
E foi bem nessa época que surge o blog Hell City, parido por Kléber da extinta banda “Niguém”, mas por ele ter feito uma cobertura dum show criticando severamente uma banda (que nem lembro qual era) recebeu ameaças de apanhar na rua e largo mão do blog, hoje gerido por diversos agentes produtores de comunicação no cenário cuiabano.
Uma hora aquela ondinha de hard core malódico passou e até High School me enjoava. Rs. Termino o namoro com o guitarrista e começo a namora com outro cara de banda, Fornalha do The Melt. Bem nessa época surge a Volume, 27 bandas se reuniam pra começar a pensar ações no intuito de laboratoriar, pensar divisão em segmentos afim de fomenta a cena cuiabana. Eram cerca de 80 pessoas posicionada em círculo no espaço da Secretaria Municipal de Cultura – Clube Feminino. Nessa época até nosso digníssimo pocotó paraguaio Bruno Fiasques participava, alias, discordava de tudo, saiu frustrado, coitado. Rs.
Quatro comissões foram criadas (comunicação, eventos, sonorização e distribuição e o numero de bandas ia decrescendo ao passar do tempo, já que quem estava trabalhando se incomodava com quem não estava e a seleção natural acontecia, 20, 15, 10, 8, em dois anos o coletivo nem mais de bandas era, e sim de produtores e jornalistas. As tardes de sábado de plenária da Casa Fora do Eixo e o balaio, feira de artes integradas que fazíamos no domingo deixa saudades… O mais bacana é que por mais que as pessoas saíssem da Volume a maioria delas continuaram (e continuam) atuando na cena cuiabana, sendo por outros coletivos (como é o caso do Sindicatto Extremo Oeste, Coletivo Novo), o laboratório realmente foi foda.
Do núcleo duro, do início mesmo só eu fiquei: Um pouco antes do Grito Rock do ano passado termino meu namoro, passo no vestibular e entro de cabeça na produção do Festival: Além das coberturas de texto tinha que fazer a produção de levar as bandas do palco pra coletiva, aff muito trabalho pra quem num fazia praticamente nada. Foi depois disso que recebo o convite pra estagiar no Cubo.
Daqui continuamos no próximo e ultimo capítulo.















No comments yet
Post a comment
Please type the two words below